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Carta aberta à Anatel

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São Paulo é a cidade dos eventos, tem cerca de 100 mil deles por ano.

A cidade também famosa por sua concentração. Seus mais de 10 milhões de habitantes adoram se juntar em alguma área da cidade para causar trânsito, poluição e barulho.

Qualquer pessoa que tenha participado de algum evento sabe do que eu estou falando. Basta juntar algumas centenas de pessoas no mesmo local e o 3G da região vai pro saco.

Tem culpa das operadoras? Claro que tem. Mas apesar de estarem melhorando, as regras da Anatel para a qualidade da banda larga móvel ainda tem um buraco que me parece que não foi resolvido: como garantir o funcionamento da rede durante eventos, show e outras grandes concentrações de pessoas.

Não consegui achar nada no site da Anatel nem no resto da internet que falasse a respeito, mas acho que é algo que deveria ser estudado e proposto.

Veja, não estou apenas preocupado com o serviço para quem está no evento, mas principalmente para quem está fora dele. Um evento atrapalha toda a região a sua volta que é coberta pelas mesmas antenas.

Rola um evento e os comerciantes locais não conseguem aceitar pagamento de cartão de crédito, que usam a rede celular. Dependendo do tamanho do evento, nem ligar pra ambulância alguém consegue. Não é só uma questão de garantir nível de serviço, mas uma situação de necessidade pública. Comunicação é hoje tão importante quanto outros serviços básicos.

Minha sugestão seria apenas melhorar a portaria que trata de eventos. Um evento pode trazer riscos a população. Coisas como incêndio, pânico, etc. Organizadores precisam cumprir uma série de exigências e providências relativas a sanitários, estacionamentos, etc. Por isso, é preciso ter alvará de funcionamento na prefeitura para eventos geradores de público.

Assim como o evento precisa se organizar com a CET, também deveria pagar uma taxa para as operadoras para elas providenciarem infraestrutura para suportar o evento.

Se isso seria feito via femtocell, botando antenas extras ou seja lá qual for a tecnologia não importa, mas deveria ser resolvido.

Não é simples, além do governo municipal ou estadual, a própria Anatel precisaria ajudar a regulamentar e impor limites. Mas não tenho dúvida que é necessário.

Além de tudo, fica bem feio para SP. A cidade dos eventos é também a cidade dos negócios. Não ter um 3G que preste fica bem feio. Como diria a velha piadinha do twitter: se está assim agora, imagina na Copa.

Se você é gestor, deveria ler a biografia de Jobs

Como não poderia deixar de ser, a biografia do Steve Jobs é a história de Apple. E se você não se atentou ainda, é simplesmente a empresa de maior sucesso da última década (talvez do século). Nenhuma empresa cresceu tanto e nenhuma teve seu crescimento tão ligado ao fruto de seu próprio trabalho (e não do monopólio, da reserva de mercado ou outras barreiras de entrada).

Fora isso, é talvez a empresa com altos e baixos mais bruscos na história recente. Em 1997, valia 2 bilhões e estava literalmente quebrando. Seu caixa não sustentaria a empresa por meros 3 meses. Chegou em 2011 como a empresa mais valiosa do mundo, valendo 341.5 bilhões de dólares e com um caixa de 75 bilhões, montante maior que o da reserva do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

Tudo isso torna a história ao mesmo tempo interessante e rica para tirarmos lições.

Se você é gestor, deveria ler este livro.

E ainda leva de brinde uma parte da história da Pixar, que é igualmente interessante e rica em aprendizados.

Eu já li outros livros que contam a história da Apple e da Pixar. Alguns são inclusive mais completos em algumas passagens ou histórias. A diferença é que este tem as opiniões e sentimentos do cara que comandou tudo isso.

Opiniões e sentimentos que foram filtrados pelo autor através de dezenas de entrevistas com afetos e desafetos de Jobs. Parceiros e concorrentes. Gente que o amava, gente que o odiava e gente que tinha os dois sentimentos ao mesmo tempo. Com todos os riscos da visão filtrada pela ótica de uma única pessoa, é certamente o livro que contará a história com maior precisão e mais próxima da realidade.

Mas voltando ao ponto principal, não quer dizer que você deva ser igual ao Steve Jobs, mas que você deveria refletir e tentar tirar lições de seu legado e da história da Apple.

Não é uma tarefa fácil. Por não ser um livro de vendas, de gestão ou de marketing — que seria escrito por algum guru — ele não está mastigado para gestores. O livro não tem lição de moral, bullet points com aprendizados e muito menos os 10 passos sobre o que fazer e o que não fazer.

Mas não se engane, essa biografia é exatamente isso. Um livro de marketing, um livro de vendas, um livro de inovação, um livro de gestão.

Eu tirei minhas conclusões, ou diria até — como sempre acompanhei a Apple e Jobs e já tenho mais de 20 anos de carreira em corporações — apenas reconfirmei as minhas.

E recomendo fortemente a leitura para que você tire as suas ou que apenas as reconfirme.

Thank you, Steve

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Fiquei muito triste quando Jobs saiu da Apple e mais ainda agora, com a notícia de sua morte. Wozniak e Catmul me fizeram aprender a amar tecnologia enquanto Jobs e Lasseter me fizeram ter gosto de misturá-la com artes e comunicação. Comecei minha carreira fazendo computação gráfica e grande parte da minha vida pessoal e profissional acabou sendo pautada por tudo o que esses caras criaram. Jobs nunca foi o único responsável mas foi quem tornou tudo isso viável e grandioso.

Sentia que não precisava falar mais sobre o assunto porque todos já estavam reconhecendo sua importância. Ele passou a ser chamado de CEO do século, foi comparado a Thomas Edison e Henry Ford e ganhou a merecida atenção de todos, virando capa em todos os veículos, inclusive no Brasil.

Mas depois de assistir alguns programas sobre o acontecimento, notei que a maioria dos “especialistas” convidados para falar sobre o assunto acabaram minimizando a importância de Jobs.

E como o blog é sobre comunicação, achei que valia a pena dar minha opinião sobre essa trapalhada.

Um dos programas pode resumir bem o que estou falando.

Mario Jorge, da revista Mac+, falou que o Jobs roubou a Xerox. Pedro Doria, do Jornal O Globo, disse que o Jobs humilhava as pessoas e as fazia chorar. E Luciano Kubrusly, que foi o primeiro um dos primeiros GM da Apple no Brasil (e não sei por qual motivo alguém desenterrou ele), disse que o Jobs tinha a capacidade de fazer as pessoas acreditarem nas ideias dele, mesmo que idiotas (citou o campo de distorção de realidade) e disse que ele tinha a capacidade de juntar o que já estava pronto e fazer parecer dele e melhor (disfarçando uma crítica de elogio).

Isso tudo sem contar a idiotice de alguns posts em blogs querendo chamar atenção, um deles, no blog que eu menos esperava ver isso: o Update or Die.

Acho que a grande maioria não fez por maldade, mas por descuido. Na tentativa de mostrar o quanto conheciam sobre o assunto, acabaram prestando um desserviço.

Não por achar que quem morre vira santo, que o Jobs era perfeito e nem tampouco por achar que, quando uma pessoa morre, não é a hora certa para bater (apesar de achar uma grosseria fazer isso).

Nem estou julgando se o que falaram é verdadeiro ou falso. O ponto é que eu acho que a maioria das pessoas que assiste a estes programas (estamos falando de mídia de massa e não é pouca gente) conhece o Jobs apenas como o cara que criou brinquedos legais ou produtos de sucesso.

Não é totalmente errado. Aliás, este foi o jeito que eu expliquei pra minha filha de 5 anos. Disse que ele foi o cara que inventou um monte de coisa que faz parte da vida dela, como o media center, o iPhone, o iPad, o iPod, os computadores do papai e da mamãe. Enfim, o cara que criou tudo aquilo que tem a maçazinha, não vai mais trabalhar e por isso eu estava triste.

Mas para os adultos, acho que era importante dizer o que ele representou de verdade.

O impacto de Jobs vai muito além do lançamento de produtos de sucesso. Ele criou e transformou várias indústrias. A do cinema, computadores, software, música, telecom, publishing, etc. Algumas destas mudanças nem podem ser mensuradas por estarem apenas começando.

Provou que é possível inovar, crescer e ter lucro tendo o consumidor como centro, excelência como mantra e amor ao que faz como combustível.

E por último mas não menos importante, seu trabalho mudou o comportamento das pessoas e inspirou muitas outras a também mudar o mundo, cada um do seu jeito.

E para pessoas como eu, que a vida inteira estudaram e trabalharam com tecnologia, foi confortador perceber que a tecnologia e inovação que muda o mundo para melhor, também pode vir do entretenimento e de qualquer empresa, e não apenas da indústria bélica.

O carro do futuro

Nos meus segundo e terceiro livro, fiz diversas previsões sobre o que deveríamos ver nos próximos anos baseado no que vimos até hoje. Cito abaixo uma delas:

Objetos vão interferir ativamente na manutenção de um ambiente sem formatos. Assim como hoje podemos realizar o download de um podcast para escutar na academia, poderemos aceitar uma nova programação para nossas casas, carros ou objetos a nossa volta. Talvez comprar um produto, não por suas características básicas, mas por sua inteligência.
Por exemplo, uma lâmpada poderia vir com um código para a época de Natal. Como um tema de computador, que em vez de mudar fundo de tela e ícones, interferisse em vários objetos pela casa.

Hoje, vi no blog do Tiago Dória este serviço conceito da Ford. Acho que exemplifica melhor o que eu falei no livro. Talvez no futuro, você escolha seu carro, não pelo modelo em si, mas por todos os serviços computacionais que sua marca oferece.

Entrevista HSM

Dei uma entrevista para a Patricia Buneker da HSM sobre a pesquisa #mobilize. Adorei o bate papo, abaixo tem o resumo do que conversamos, espero que vocês gostem também.

Estudo Consumidor Móvel 2011

Estudo realizado pela WMcCann e Grupo.Mobi com pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos MediaCT.

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A internet já invadiu a TV no Brasil

clique para ampliarNormalmente, quando este assunto entra em cena, a discussão sobre a Internet invadindo a TV sempre acaba caindo em Google TV, Apple TV, Widgets embarcados nos aparelhos e outras novidades maravilhosas.

E quando isso acontece, é muito difícil convencer as pessoas que isso irá ocorrer em grande escala no Brasil ou que terá algum impacto nos próximos anos.

No meu ponto de vista, a internet já invadiu a TV no Brasil.

Vamos ao que já sabemos:

1. Sabemos que a audiência do aparelho de TV sendo usado para videogames, DVDs e outros aparelhos já é gigante. Maior que a audiência da maioria dos canais abertos ou fechados do brasil.

Segundo o Ibope, em 2010, outros aparelhos ligados a TV chegaram a 3,2 pontos de audiência média. O dobro de 5 anos atrás. Para ter uma ideia do impacto, esta audiência é maior que a da Band (2.5) e menor apenas das 3 maiores emissoras (Globo, Record e SBT).

2. Sabemos que a maioria dos jogos e DVDs consumidos são piratas.

Acho que não seria necessário pesquisa para dizer isso, mas é importante ter os números. Segundo pesquisa feita pela F/Nazca e realizada pelo Datafolha, 81% das pessoas que consomem games não pagam pelos jogos.

3. Sabemos que uma parte considerável dessa pirataria já vem diretamente da internet e não de bancas ou camelôs.

A mesma pesquisa mostra que o número de pessoas que baixa jogos na internet é 3 vezes maior que o número de pessoas que compra em camelôs.

Meu ponto é simples, a internet já está na TV do brasileiro e isso já altera o cenário de consumo de mídia e comportamento.

O que acontece hoje é que isso é feito de forma indireta. Pessoas baixando vídeos e jogos piratas, queimando DVDs e trocando com amigos.

O próximo passo será fazer a ligação direta. Com mais computadores e mais acesso a internet, programas gratuitos de media center como o plex, boxee, xbmc vão invadir a TV.

A venda de computadores já ultrapassou a de televisores e está indo para as residências da Classe C.

Segundo pesquisa da IT Data, a Classe C foi a maior responsável pelo consumo de PCs no ano passado.

Tudo isso sem contar que na Santa Ifigênia já é possível comprar media centers por menos de R$250 e, obviamente, o preço vai cair muito nos próximos anos.

Enfim, é difícil acreditar que teremos dezenas de milhões de Apple TVs usando cartão de crédito para comprar filmes em inglês e sem legenda, mas se aceitarmos que o comportamento e o hábito do consumidor já mudou, entender que ele vai usar a tecnologia apenas para facilitar o que já faz hoje é bem fácil de acreditar.

A consequência é aumentar os efeitos do que já estamos vendo: fragmentação, internet crescendo como forma mais importante de entretenimento e informação e — o mais importante efeito de todos — aumento do poder do consumidor.

EBP 2010 – Cavallini responde – vídeo

Quando contei minha proposta para ser sabatinado do EBP 2010, alguns conhecidos tiraram sarro da minha cara. Disseram que eu virei celebridade.

Mas a verdade é que minha sugestão de fazer assim era por acreditar que seria o melhor formato. Melhor que escutar alguém falando sem parar com um script fixo e melhor que mesas redondas cheias de gente onde não sobra tempo para ninguém falar nada direito.

O formato não é novo, eu mesmo ja participei do outro lado, “sabatinando” o Marcelo Tas.

No final, eu gostei bastante do resultado, aproveito para agradecer o Gabriel Jacob pelo convite e ao Prof. Eric Messa por coordenar e elaborar as perguntas. Espero que vocês gostem também.

Algumas perguntas que foram abordadas no vídeo:

Qual o buraco que as agências ainda não ocuparam?
Existe alguma demanda latente no mercado publicitário?
O mercado é moderno e ágil ou conservador?
O mercado está evoluindo?
O que faz um vp de convergência?
Uma agência precisa de um vp de convergência?
As faculdades estão prontas para ensinar esse novo modelo?
O que é preciso para evoluir?
É preciso conhecer o sistema a fundo para poder subvertê-lo?
Eu preciso ter uma conta no twitter, no facebook, etc.?
Qual o conselho para alguém que está procurando um estágio hoje?
Você precisa ser seu próprio professor para aprender?
Como idenficar tendências?
Facebook é moda ou vale a pena usar?
Branded Content é o caminho natural, e Transmidia?
QR-Code, realidade aumentada e outros formatos tecnológicos morrem ou tem futuro?

Ah, adorei na edição, quando falo da minha mãe, mostram uma senhora na platéia, dando a impressão de ser minha mãe. :-D

Green Google

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Vira e mexe, o Google aparece na mídia graças as suas iniciativas verdes no uso de energia. Já até apareceu pressionando o governo americano para diminuir o uso de carvão e de petróleo.

Esta semana, saiu no TechCrunch que eles haviam comprado uma empresa que desenvolve novos métodos de enriquecimento de urânio. Claro, também pode servir para desenvolver armas e bombas nucleares, mas o que todos acreditam é que a iniciativa serviria para ajudar a reduzir a pegada de carbono da empresa. A informação foi negada mais tarde Google.

Mas será que o Google está tão preocupado assim com o planeta? Será que se estivessem realmente preocupados, teriam mesmo vindo para o Brasil discutir sobre biodiesel em seu avião particular, um Boeing 767 remodelado que gasta 1.550 galões de combustível por hora?

Este luxo é comum em empresas deste porte? Claro que é, mas este é justamente o meu ponto. Neste aspecto, o Google é uma empresa como outra qualquer.

E talvez por isso, pode existir uma outra possível explicação para este engajamento verde. Menos romântica, mas muito mais simples.

Se olharmos hoje para o Google, de onde vem a maior parte do custo hoje?
A resposta seria em duas frentes: inteligência e data centers.

Se explodirmos as duas frentes, chegaremos em uma lista mais ou menos assim: mão de obra, computação (processamento, armazenamento e memória), tráfego (links), aluguel e energia elétrica (incluindo o necessário para resfriar o local).

Com o avanço da tecnologia, está tudo ficando mais barato. Mesmo o custo do aluguel, que não é ligado diretamente a tecnologia, também tende a diminuir, pois com o auxílio da internet, é possível fazer uso de mão de obra a distância e buscar lugares mais baratos para escritórios e data centers.

Mão de obra eu também defenderia que tende a ficar mais barato, mas não importa. Mesmo que não fique, o importante é que, de todos acima, o único componente que não deve cair o preço e que o Google pode fazer alguma coisa para reverter é energia elétrica.

Segundo o Gartner, o custo de energia está crescendo muito e já ocupa o segundo lugar na lista de principais custos operacionais na maioria dos data centers.

Sendo assim, o que o Google busca pode não ser uma energia verde, mas sim energia alternativa. Uma que deixe seus custos mais baixos no futuro. No final, ganhamos todos. A lógica da sustentabilidade é justamente essa. Mas daí a pintar alguém de bonzinho, tem um longo caminho.

ExpoManagement 2009

HSMExpo Inspiring IdeasNa próxima semana, de 30 de novembro a 2 de dezembro no Transamérica Expo Center, em São Paulo, será realizada a ExpoManagement 2009, lugar onde se unem ideias, pensamentos, tendências e os maiores experts mundiais do management. Palestrantes de gabarito como Jack Welch, Rudolph Giuliani, Paul Krugman e Michael Porter.

O maior evento da comunidade executiva brasileira terá espaço especialmente criado para debater temas ligados a novas mídias e sustentabilidade. O Auditório Repensadores, idealizado pela REPENSE e sua rede de parceiros em conexões criativas, é uma das novidades do evento.

Abaixo, a maravilhosa lista de palestrantes que o pessoal da REPENSE conseguiu reunir:

Roberta Rivellino, gerente-geral da The Talent Business
O profissional de comunicação do futuro e seus desafios.

Patty Lago e Paola Canela, sócias-diretoras da Bando de Loucas
A moda e conteúdo construindo marcas e relacionamento.

Denise Hamú, diretora-geral da WWF-Brasil
WWF: uma visão global da instituição sobre preservação da natureza.

Ary Perez, sócio da Tero Design
Design e sustentabilidade: um caminho sem volta.

Ana Carla Fonseca, a Cainha, sócia-fundadora da Garimpo Soluções
Cidades criativas: conexões transformadoras.

Andréa Bisker, diretora do WGSN/Mindset
Meaning, not money: a busca pela relevância: Tendências para 2010

Nany Lopes, sócia-diretora da Behavior e Andréa Mota, diretora nacional de mercado do O Boticário
Essência corporativa – assim começa o branding. Case O Boticário.

Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos
Um novo olhar sobre a ética do desenvolvimento.

Tim Lucas, sócio-fundador da TWR Américas
Nova moral digital: uma visão antropológica. Consumidores, marcas e redes sociais.

Rui Amaral, diretor de criação da artbr e criador do Bicudo (e acreditem ou não, foi meu professor de animação quando eu estava no ginásio)
A nova estética da arte de rua: do grafite às intervenções urbanas.

Terei o prazer de falar sobre um tema que gosto muito: tecnologia. E poderemos discutir sobre como ela está permeando as relações sociais em tempos de onipresença.

Para participar, é necessário se cadastrar. Quem tiver interesse é só deixar um comentário no post ou me enviar um email. Eu enviarei link para cadastro.

Importante, as palestras internacionais maiores não estão incluídas. O convite dá acesso a feira e as palestras paralelas, incluindo o Auditório Repensadores.