Tag archives: planejamento

Mistura sua laia

Prática comum do mercado, agências tradicionais sempre pediram apoio para agências online em concorrências. Para a campanha não ficar perneta, a online colaborava resolvendo parte do briefing e dando um certo brilho na apresentação.

A novidade do momento é ver o movimento inverso. Já tem agência tradicional ajudando agência online a ganhar concorrência.

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Braincast episódio 12

Com um time de peso, literalmente, o Braincast 12 está no ar. Eu, Carlos Merigo, Cristiano Dias, Fábio Seixas e Mentor Muniz Neto falamos de blogs a grife infantil, de marketing invisível a iPod no palito, de cerveja Polar a birras publicitárias.

Comentamos algumas questões repercutidas depois do Braincast 11, e falamos mais de blogs e como adentrar na panelinha da “umbigosfera”. Discutimos também sobre o “Safári Urbano”, ação da LG com diversos blogueiros e twitteiros em São Paulo. E para finalizar, a velha rixa entre planejamento, criação e atendimento em uma agência de publicidade.

Escute aqui.

Stand up comedy

Stand Up Comedy está na moda. E para quem pensou que o Brasil não poderia ter uma boa safra de comediantes novos, uma surpresa. Um monte deles aparecendo do nada, quase que saindo dos bueiros. Não que sejam novos no riscado, nem que isso tenha acontecido do dia pra noite, mas em um curto espaço de tempo, o cenário mudou. E acho que podemos dizer que esses caras só conseguiram visibilidade (e com isso viabilizar seu trabalho) quando o mercado deu oportunidade pra isso.

Fico pensando naquela baboseira máxima de que o brasileiro é criativo. Pode ser verdade.

Talvez – se o mercado de comunicação nacional der espaço – apareça muita gente nova de talento com trabalhos realmente interessantes e inovadores.

Colaboration Tabajara

Está tão na moda pedir a opinião ou colaboração dos consumidores em tudo que já não dá para saber se é uma questão de modismo, ou de falta dele. Se é uma questão de tendência ou de falta de novidade. Se é uma preocupação com a opinião dos consumidores ou simplesmente um álibi para justificar um achismo.

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Transmedia Storytelling

Quando você tem na platéia atenta e silenciosa um produtor e roteirista de Heroes, o social media Guru do Yahoo, gente de agências como Goodby, Digitas, Wieden e Naked, marcas como Hasbro e Nissan e os principais veículos de TV e Internet você precisa parar tudo e prestar atenção no que pode estar acontecendo. Ah, e lá no meio ainda estão os engravatados da Harvard Business School.

Essa foi a cena que presenciei por dois dias participando pelo Meio & Mensagem do evento “Futures of Entertainment 2”, no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Caras que estão no mercado de mídia, entretenimento e publicidade há dez, vinte anos mas ávidos e humildes para ouvir e compartilhar muitas coisas. E poucas delas eram cases. Os futuros em questão giravam em torno de: celular, cultura pop, novas métricas e o peso do fã na perenidade das marcas. E todo mundo de qualquer palestra, dizia que as marcas precisam começar a contar histórias para entrar na história diária de seus consumidores.

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Politicamente correto


No livro do Jon Steel (Truth, Lies and Advertising : The Art of Account Planning) ele comenta que alguns focus groups podem ser influenciados pela mania do politicamente correto dos nossos tempos. Ou seja, as pessoas acabam falando o que não pensam apenas porque acreditam ser o politicamente correto.

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A guerra dos mundos

war worldsDepois do primeiro post do blog, recebi alguns emails e mensagens perguntando quais seriam as qualidades de cada um dos mundos. Alguns dos emails vieram como críticas ferrenhas dizendo que tal mundo não teria nada a acrescentar.

ATL, BTL e Digital. Eu acho odiosa essa guerra de mundos. Isso já deveria ter perdido o sentido no Brasil, mas como a pergunta ficou no ar e como ainda não existem muitas agências realmente multidisciplinares, vou tentar descrever o que acredito que cada mundo tenha de bom:

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Como explicar o que vivemos hoje no mercado de comunicação.

Joseph Schumpeter não era publicitário, era economista. Morreu em janeiro de 1950 e foi considerado um dos mais brilhantes do século. Algumas décadas se passaram, mas em uma de suas teorias (Business Cycles, de 1939), ele falou sobre algo que poderia descrever o cenário atual da propaganda e marketing. Segundo Schumpeter, a inovação e as mudanças tecnológicas rompem o equilíbrio entre mercados e obriga a evolução do desenvolvimento econômico.

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Advertising is dead? No, advertising is daddy!

O ser humano adora criar manchetes proclamando a morte de alguém. É nota fácil e banal. Se a TV não é mais a cereja do bolo, se os comerciais de 30 segundos não dão mais o mesmo retorno, a publicidade está fadada à morte. E todos nós, publicitários teremos que procurar emprego, como uma ex-paquita que cresceu ou talvez fazer um filme pornô, como a Rita Cadilac ou a Gretchen.
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