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Eu tenho alguma chance de conseguir um emprego numa agência?

Depois de responder mais de mil e quinhentas perguntas no formspring, percebi que existe uma questão recorrente feita por aqueles que estão começando a carreira ou saindo da faculdade. Uma questão que poderia ser resumida assim:

“Eu tenho alguma chance de conseguir um emprego numa agência?”.

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Retenção do Twitter

No blog do Nielsen uma discussão agitou o Twitter esta semana. Se você é um dos nossos leitores anti-Twitter, não desista ainda porque a discussão vai além da ferramenta e na verdade é relevante para todos que se interessam por social network.

O texto é assinado por David Martin, Vice Presidente do Nielsen Online.

No texto, Martin afirma que 60% dos usuários que entram no Twitter (EUA) não voltam no mês seguinte, ou seja, uma taxa de retenção mensal de 40%.

O ponto de Martin é importante e fica claro no gráfico que ilustra este post: existe uma relação clara entre cobertura e retenção. Com uma taxa de retenção de 40%, o Twitter vai ter sempre uma cobertura muito baixa, cerca de 10% da audiência da internet. Retenção, como afirma Martin, não é garantia de audiência massiva, mas é pré-requisito.

A situação fica mais grave ainda quando comparamos os números Twitter com Facebook e MySpace na época em que esses estavam começando (figura 2). As outras duas redes possuíam uma retenção que é quase o dobro do Twitter e hoje estão em 70% de cobertura (EUA, vale lembrar).

Martin termina sua análise com o veredicto de que se o Twitter não alcançar maior lealdade de seus usuários, não vai se sustentar por muito tempo.

Pois bem. Esse é o texto do especialista do Nielsen e quem sou eu para discordar? Meu ponto é apenas que essa discussão de “se o Twitter vai sobreviver ou não” é relevante apenas para o Sr. Twitter e seus acionistas.

Cobertura é mesmo tão fundamental hoje, como era no passado?

Ou as redes sociais se tornaram ferramentas de word-of-mouth e por isso, qualificação é mais importante que abrangência? Afinal, social networks vem e vão o tempo todo. Quem é que não entendeu isso ainda? Second Life, Orkut, Last.FM, Blip, Facebook, MySpace, Twitter, pouco importa o nome. Twitter só serve para indicar como tudo isso é volátil.

Para nós, que trabalhamos com Comunicação, o importante é saber qual é o fenômeno da semana e como melhor utilizá-lo. Onde é que as marcas que atendemos devem estar para despertar [e reverberar] a atenção hoje. Amanhã só deus sabe.

Via Blog do Nielsen

Show & Tell

Neste sábado (dia 25/04), as 10 da manhã, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos.

Estarei com o Neto da Bullet no Show & Tell, evento promovido pelo Update or Die para promover conversas interessantes entre amigos.

O Neto vai ensinar o pessoal ficar rico fazendo aplicações para iPhone :-D

Eu vou falar sobre tecnologia, mas com um olhar mais amplo e mais conceitual do que falo por aqui. Uma visão que nunca compartilhei com ninguém e que talvez seja motivo de piadas depois.

10:15hs/11:00hs: MENTOR MUNIZ NETO (iPhone App Hands on)
11:00hs/11:30hs: coffee break
11:30hs/12:15hs: RICARDO CAVALLINI (Uma visão conceitual sobre tecnologia)

O Neto fala antes, foi minha condição. Assim como Seu Benedito, eu preciso de alguém interessante com um assunto interessante para chamar público :-D

O evento é aberto, não precisa confirmar, por isso é bom chegar cedo para garantir lugar.

O Nosso Caos Particular

clique para ampliarSomos uma geração de Profissionais de Comunicação privilegiada. Praticamente inventamos o que se convencionou chamar de colaboratividade. Entregamos “empowerment” ao consumidor. Transformamos o que era uma alameda de mão única, numa ampla estrada de duas mãos, com muitas faixas e bla, bla, bla, bla, bla.

Só não aprendemos…hmmm… a ganhar dinheiro com isso. Isso já é pedir demais.

E apesar deste texto estar em um blog, não estou falando apenas da mídia online, não.

Somos os netos da geração que inventou o Negócio da Comunicação e – como no ditado que diz que os netos levam o negócio dos avós à falência – estamos a ponto de quebrar tudo, instaurando o caos.

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Fat5, a vinheta

Vinheta do Fat5, produção da colmeia.

Ei, você aí, me dá um dinheiro aí?*

Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em
Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o
problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em
nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar a fome de quem já estava de barriga cheia.

*Uma pequena constatação interessante dos blogs telescÓpica, CoxaCreme, Update or Die e Não Conte para a Mamãe.

update 05/02/09: versão Sean Penn

Fat5

O nome entrega: uma formação de peso. Ou cinco caras com alma de gordo, você escolhe. Tanto faz. O que importa é que o logo ficou muito legal.

Jean Boechat, Ken Fujioka, Mentor Muniz Neto, Patrice Lamiral e eu faremos nossa primeira apresentação mundial no InterCon 2008, dia 25 de outubro.

Falaremos sobre experimentação, exploração de novas mídias e mudanças do mercado. As inscrições do evento estão esgotadas, mas estamos trabalhando para conseguir algumas cortesias.

Mas o Fat5 já está trabalhando e você pode ganhar antes mesmo do evento começar. Uma promoção bem fácil de participar com três livros bem bacanudos.

Conheça o Fat5 e saiba como participar da promoção aqui.

Braincast TV #01 – blocos 3, 4 e 5

Agora todos os blocos do primeiro Braincast TV estão disponíveis. Também adicionei link para download do vídeo (MP4) e áudio (MP3).

Produção: colmeia.
Masterização do som: Mellancia.
Downloads com oferecimento do Vilago.

Blocos 3, 4 e 5 abaixo:

Bloco 3


Download do vídeo em MP4 e áudio em MP3.

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Braincast TV #01 – bloco 1

O Braincast TV nasceu do Braincast #9, podcast do Brainstorm #9 e faz parte do enxame.tv, iniciativa da colmeia, que também foi responsável por toda a produção. A masterização do som é da Mellancia.

Como vocês leram no post do vídeo teaser, este programa tem a participação de Carlos Merigo (o dono da parada), Cris Dias (o homem dos mil podcasts), Neto (que ainda não sabia que sua campanha iria faturar 2 leões em Cannes) e eu, que usei uma camiseta com sorriso para tentar parecer simpático :-D


Download do vídeo em MP4 e áudio em MP3.

Braincast TV teaser

O teaser do primeiro Braincast TV. Produzido pela colmeia, áudio da Billy Umbella e com a participação de Carlos Merigo (o dono da parada), Cris Dias (o homem dos mil podcasts), Neto (que esbanja alegria no vídeo) e eu, que usei uma camiseta com sorriso para tentar parecer simpático :-D