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Procuro beta testers para meu novo livro

update: o período de beta terminou, breve soltarei um post comentando

update: obrigado pela ajuda de todos os que se ofereceram e estão lendo a versão beta. O livro já foi enviado para ser testado. E na data combinada :-D

Procuro beta testers para meu novo livro

Estou terminando meu próximo livro e estou procurando beta testers. A idéia é que os escolhidos leiam o livro durante o recesso de final de ano.

Sobre o livro
Por que as agências estão sempre mudando seus slogans? O que é comunicação integrada? Por que esta expressão se tornou tão relevante para o mercado de comunicação? Qual a diferença entre comunicação integrada e transmedia? O que é engajamento?

Não é novidade que as coisas mudaram e que o cenário atual é bem diferente de décadas atrás, mas onde estas e outras expressões que invadiram o mercado de comunicação se interligam e fazem sentido? São apenas palavras da moda ou refletem uma necessidade real de acompanhar as mudanças?

A proposta deste livro não é trazer verdades absolutas, fórmulas mágicas ou respostas definitivas, mas tentar explicar de maneira fácil e lógica todos estes conceitos.

Olhando passado e presente para analisar o que passou a ser relevante e o que deixou de ser. E mais, entender o que causou estas mudanças nos aponta um norte do que está por vir e o que será importante no futuro, um cenário em constante e rápida evolução.

O objetivo é produzir um livro fácil e rápido de ler. Sendo assim, além da linguagem didática, vou tentar deixá-lo bem enxuto, com 50 ou 60 páginas no máximo.

Ainda estou negociando com uma editora, mas como já defini que é mandatório existir uma versão digital gratuita, tem grandes chances de não rolar uma versão impressa, assim como aconteceu com a segunda edição do O Marketing Depois de Amanhã.

Sobre os beta testers
Quem me der esta honra só precisa comentar comigo no começo do ano suas impressões.

A idéia seria fechar uma versão draft para enviar aos beta testers no dia 20/12, assim daria tempo mesmo para quem vai viajar e ficar sem Internet.

Ah, claro, não passar o mesmo para frente, já que será uma versão draft e depois a versão final será disponibilizada de graça na web.

A idéia é conseguir ajuda de um pequeno grupo pessoas com perfil variado, sendo assim, não precisa ser famoso, nem ter 200 anos de carreira, muito menos ser meu amigo. Claro que seria muito legal também poder contar com a ajuda de gente experiente, mas procuro quem possa agregar em uma primeira leitura dando opiniões sobre o que gostou, o que não gostou, o que achou confuso, o que sentiu falta, etc. Quem ajudar tem espaço garantido nos créditos do livro. Os interessados, por favor entrem em contato falando um pouco sobre o seu perfil.

http://www.coxacreme.com.br/fale-comigo/

Não tenho idéia ainda da tabela porque não sei quantas pessoas (nem seus perfis) irão se oferecer para a tarefa. Primeiro que não sou um escritor famoso. Segundo que não sei qual será a aceitação sobre o assunto. Terceiro que eu nunca vi nego pedir beta tester de livro, então corro o risco de ninguém se oferecer para a tarefa.

De qualquer forma, todos que pedirem serão os primeiros a receber uma cópia da versão final.

Seria viável uma anomaly no Brasil?

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Nos anos que antecederam a bolha de Internet, começou a virar coisa de gente grande brincar de Internet. Era difícil manter a equipe, tudo estava super inflacionado e apesar de todo mundo estar envolvido com alguma operação na web, poucos profissionais tinham conhecimento e experiência na área, e mesmo assim, experiência de pouco tempo.

Já próximo da explosão da bolha, estar na web passou a ser questão de vida ou morte e – pelas dificuldades citadas acima — muitas empresas acabaram se associando com produtoras ou agências para montar suas divisões digitais.

Como a web não é apenas mais uma loja, significa que muita empresa pequena virou sócia de empresa grande por muito pouco dinheiro. Apenas produzindo um site com e-commerce era possível ganhar comissão de todas as vendas geradas na web no futuro. Se a bolha não tivesse explodido levando esses contratos e parcerias água a baixo, hoje teria muito CEO sendo motivo de piada ou sendo apedrejado pelo board.

Mas o interessante desta história é que talvez o modelo da Anomaly não seja tão impossível assim na terra Brasilis.

A agência tem um modelo de negócio baseado em variações de sociedade ou divisão de lucros. Criando soluções e produtos, eles dividem o resultado com o anunciante. Se este tipo de acordo ocorreu em diversas escalas na época da bolha, talvez o modelo não seja tão inviável como alguns pensam.

Engraçado é que, quando parei para pensar em quem estaria mais preparado para este modelo de negócio por aqui, não consegui pensar em agências de propaganda ou marketing, mas sim em agências de design como a ?EC, a Rex e a Tátil. Empresas que agregam inteligências de comunicação, são muito próximas da criação de produtos e serviços e ainda teriam liberdade para investir neste modelo, aos poucos, sem risco ou conflito com o modelo atual.

O Marketing depois de amanhã, agora free.

Acabo de publicar a segunda edição do livro O Marketing Depois de Amanhã. Escrevi este livro porque gostei do resultado de uma aula que ministrei sobre o tema. No Curso de Especialização da Associação Brasileira de Marketing Direto, a pedido do Fábio Adiron, amigo, coordenador do curso, usuário fiel de coxinhas de padaria e do blog coxa creme.

O tempo passou e – usando um velho clichê – eu não poderia estar mais feliz com o resultado. Feliz pelas vendas, pelas críticas que recebi de profissionais que admiro e por ter cumprido uma promessa feita à editora.

Escrever sobre o futuro é uma tarefa repleta de riscos. Risco para o leitor, de acreditar em um exercício de futurologia. Risco para o autor, de virar piada quando o futuro chegar, e risco comercial para a editora, por imprimir milhares de exemplares sobre algo tão volátil.

A editora não faz mais parte do projeto, mas a promessa foi cumprida. Três anos depois de escrito o livro continua atual. E foi revisado. Atualizei cases e números que, em última análise, foram inseridos apenas para ilustrar meus pontos. Revisar o livro também tem caráter simbólico, pois demonstra que os conceitos sobreviveram ao tempo.

Torná-lo disponível para download não é, como alguns podem pensar, menosprezar o carinho que tenho por ele. Ao contrário. Apesar do ótimo resultado, ganhar dinheiro vendendo papel nunca foi meu objetivo. Entre vantagens de desvantagens do formato digital, oferecer este livro na web era não apenas óbvio, mas uma obrigação.

Estão todos convidados para fazer o download e ler o livro.

Para Terminar, deixo aqui uma das capa sugeridas para o lançamento da primeira edição. Tenho certeza que ela seria a primeira opção de muitos de vocês.

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Atendimento por que estás tão triste?

clique para ampliarSe todo mundo precisa ser criativo, o que faz a criação? Se todo mundo precisa atender o cliente, o que faz o atendimento? Se tudo é mídia, então não deveria ser um assunto restrito a um único departamento.

O que parece piada apenas demonstra que nesta eterna transição, as nomenclaturas perdem o sentido e tudo acaba sendo questionado. Disciplinas, meios e áreas tentam entender seu papel e garantir seu espaço.

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Media neutral

Pedro Silva, Diretor de Relações Externas da Procter & Gamble, disse que “as agências especializadas não conseguem a neutralidade desejada em relação aos meios”.

Enquanto a maré costuma reclamar que são as agências tradicionais que não são media neutral, parece que o Pedro está certo. Ainda no finalzinho deste ano, tem agência digital que continua levando seus clientes para o Second Life, mesmo com a plataforma agonizando.

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Transmedia Storytelling

Quando você tem na platéia atenta e silenciosa um produtor e roteirista de Heroes, o social media Guru do Yahoo, gente de agências como Goodby, Digitas, Wieden e Naked, marcas como Hasbro e Nissan e os principais veículos de TV e Internet você precisa parar tudo e prestar atenção no que pode estar acontecendo. Ah, e lá no meio ainda estão os engravatados da Harvard Business School.

Essa foi a cena que presenciei por dois dias participando pelo Meio & Mensagem do evento “Futures of Entertainment 2”, no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Caras que estão no mercado de mídia, entretenimento e publicidade há dez, vinte anos mas ávidos e humildes para ouvir e compartilhar muitas coisas. E poucas delas eram cases. Os futuros em questão giravam em torno de: celular, cultura pop, novas métricas e o peso do fã na perenidade das marcas. E todo mundo de qualquer palestra, dizia que as marcas precisam começar a contar histórias para entrar na história diária de seus consumidores.

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Qual a última vez que um site te fez chorar?


Após ler um texto dia desses me animei a escrever sobre produção publicitária para a internet aqui no Brasil, e começo com a mesma pergunta do meio do texto: quando foi a última vez que um site te fez chorar?

A discussão é bem mais ampla que apenas um texto, mas é fato que a nossa produção está muito atrás, mas realmente anos-luz da gringolândia.

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Futurista

Podem reclamar, mas não posso deixar de usar o blog para me auto promover às vezes. Na edição de hoje, o M&M entrevistou o futurista residente da The New York Times Company. O gostoso foi ver que a opinião do futurista bate com a minha (ou vice-versa, já que ele é bem mais famoso e importante que eu).

Muito do que ele citou na entrevista eu escrevi no meu livro e escrevo neste blog, cito um pedaço em particular.

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A guerra dos mundos

war worldsDepois do primeiro post do blog, recebi alguns emails e mensagens perguntando quais seriam as qualidades de cada um dos mundos. Alguns dos emails vieram como críticas ferrenhas dizendo que tal mundo não teria nada a acrescentar.

ATL, BTL e Digital. Eu acho odiosa essa guerra de mundos. Isso já deveria ter perdido o sentido no Brasil, mas como a pergunta ficou no ar e como ainda não existem muitas agências realmente multidisciplinares, vou tentar descrever o que acredito que cada mundo tenha de bom:

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bonificação por volume

O assunto é tão delicado que se procurar no Google achará apenas 1 ou 2 centenas de links (depende das palavras usadas para procura). O que se acha sobre “Bonificação por Volume” é nada perto do que se acha para qualquer outro assunto na rede. Meu nome encontra o quádruplo de respostas e sabemos que não sou nem tão popular (e nem tão polêmico) quando o dito cujo.

Quem agride o BV esquece o quanto ele foi importante para o nosso mercado. Mas o post não foi escrito para defender ou atacar o BV, e sim para discordar de uma opinião muito comum no nosso mercado. A que diz que, por causa do BV, nosso mercado sempre investirá uma fatia desproporcional na TV ao invés de crescer consideravelmente o investimento em outras mídias.

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