08May07
A propaganda sempre vai ser propaganda, qualquer que seja o suporte, qualquer que seja a tecnologia, mídia, formato: uma mensagem comercial. E uma boa propaganda sempre vai ser uma boa propaganda, qualquer que seja o produto, a marca, ou o consumidor: uma mensagem comercial com impacto, brand linkage (tentei traduzir mas ficou horrível) e que agrada.
O que mudou, portanto, não é nem o propósito nem a forma de fazer nem a mídia.
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07May07

Acho que qualquer pai sabe disso. Eu mesmo, descobri somente o ano passado. A Disney tem uma política de tirar vários dos seus clássicos do mercado durante vários anos. Os títulos não ficam disponíveis nem mesmo para locadoras.
Segundo minha pesquisa, os clássicos que estão no purgatório atualmente são A Bela e a Fera, 101 Dalmatas, Branca de Neve, Pinóquio, Mogli, O Rei Leão e Fantasia. A Pequena Sereia e Peter Pan acabaram de ser relançados, então imagino que outros dois clássicos estejam entrando em seu período de penitência. Não sei dizer ao certo o tempo deste purgatório, mas corre a boca pequena que são 7 anos para cada título.
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22Apr07
Esta semana li o manual do funcionário da Crispin Porter. Enquanto meus colegas blogueiros se deliciam com prova de agência tão moderna, tenho uma opinião ligeiramente diferente.
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08Apr07
Ter menos controle é parte da nova realidade, mesmo que isso incomode muito empresas que têm uma visão mais tradicional do mercado. Mas como é difícil aceitar este novo cenário, a resistência produz casos que beiram o ridículo.
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05Apr07
Comprei um caderno de atividades pra minha filha. Era da Branca de Neve e os 7 anões da Edelbra, dizia que vinha com adesivos dentro. Tinha “caminho perdido”, “colorindo” e outras brincadeiras. Vieram os adesivos do Dunga, Dengoso, Mestre e Zangado.
Tá certo que minha filha ainda não sabe contar, mas alguém me explica o que aconteceu com o Atchim, Feliz, Soneca e a Branca de Neve?
Por favor, evitem comentários pornográficos.

30Mar07
O senador Arthur Virgílio, um dos mais influentes no Senado, líder de um partido forte e que melhor representa a oposição, foi feito de idiota por uma campanha de marketing viral. Sabe o que pode virar isso? Uma lei absurda castrando e castigando todo o nosso mercado.
Funciona assim, quando um torcedor faz uma cagada no estádio, o time que tem o mando de campo toma na naba porque não teve capacidade de controlar a segurança dos presentes.
Agora nos resta torcer para que governo e oposição continuem fingindo que fazem um bom trabalho e não usem este acontecimento como mais uma distração dos problemas reais do Brasil.
25Mar07
Esta dica é o que chamamos de desculpa esfarrapada para marmanjos. É uma versão moderna da desculpa “eu leio Playboy por causa das reportagens”.
Vamos a dica: fique atento aos sites pornôs, eles estão sempre a frente no quesito “criatividade nos negócios”.
Não é só uma questão de tendência, eles também criam ou fomentam algumas práticas que mais tarde são usadas por outros segmentos.
Para ilustrar, lembro que eles foram os primeiros (ou uns dos primeiros) a:
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23Mar07
Tirando raríssimas exceções, o sonho de todo blogueiro é ganhar algum dimdim com seu blog. Grande parte dos blogs de sucesso são fruto do esforço pessoal de alguém que ainda não ganha o suficiente para se dar ao luxo de negar qualquer proposta, mesmo que insignificante.
Juntando o fato de muitas agências ainda não entenderem que enganar o consumidor não é uma boa jogada e pronto, temos uma bomba armada.
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19Mar07
Glen Fergusson é um gênio. Ele usou a já famosa promoção “compre um e leve outro grátis”, a merda é que ele trabalha (trabalhava) em uma revenda de carros Porsche.
A promoção foi um sucesso, na primeira hora vendeu 18 carros. E entregou outros 18 de graça, claro. A estupidez não estava clara para Fergusson. Para ele, vender 18 carros em uma hora era prova incontestável de sucesso. Um fenômeno parecido acontece com algumas ações de virais. Seus idealizadores acham que o sucesso da ação está apenas atrelado ao buzz que ela gera, ignorando a mensagem que ela transmite.
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28Feb07
Além de ser uma ótima aula (e um ótimo case), este post do Seth Godin mostra que – no caso dele – a distância entre discurso e prática é bem pequena.
Dica do Ricardo Amaral da Loducca.