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O que muda com o celular na Internet

codigoGraças a periodicidade de troca de aparelhos e a rápida evolução destes bichinhos, podemos estimar que em cinco ou seis anos, teremos perto de cem milhões de celulares aptos a navegar na Internet. Contando que o custo do pacote básico de dados deve cair, uma boa parte da população poderá acessar a web via celular.

Porém, muito mais importante do que colocar mais alguns milhões de consumidores na Internet, será colocar a Internet na mão do consumidor.

Parece jogo de palavras mas é importante. Já existem hoje algumas tecnologias capazes de usar a câmera do celular para ler códigos de barras de produtos. Na prática, esta funcionalidade permite que consumidores usando um celular com Internet, possa descobrir quanto um livro custa na loja online de sua preferência.

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Presença é fácil, impacto é difícil

A frase é de Steven J. Heyer, hoje com 55 anos de idade é consultor, mas já foi COO de uma empresa que vende água preta com açúcar e fatura U$ 24 bilhões por ano.

Because in today’s marketing and media environment only
the naive and foolish confuse presence with impact. Presence is easy — impact is hard.

Porque no atual ambiente de marketing e mídia, só os ingênuos e os tolos confundem presença com impacto. Presença é fácil, impacto é difícil.

Esta frase é ótima pra ilustrar o post sobre impacto, o karma da mídia.

Kung-Fu-Tze

confucioEscutei ontem uma frase interessante.

“I hear and I forget. I see and I remember.
I do and I understand.”

Traduzindo isso na linguagem do marketing guruzístico, seria algo como:

“Diga-me e eu esquecerei. Mostre-me e eu lembrarei. Envolva-me e eu entenderei.”

A frase é de Kung-Fu-Tze, mais conhecido como Confúcio.

O Poder da Segmentação

Al RiesFui assistir Al Ries no evento “O Poder da Segmentação – Atingindo Quem Importa” hoje cedo.

Ries é um tiozinho simpático, carismático e com voz agradável. Três qualidades que eu não terei nunca. Apesar disso, não consigo simpatizar com ele por um único motivo, ele é um destes gurus que pregam o guruzismo.

Com guruzismo quero dizer lançar livros que pregam a morte de algo ou receitas práticas para ter sucesso como “A Queda da Propaganda” e “As 22 consagradas Leis do Marketing”.

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Um tiro no pé.

Eu costumo bradar que não existe um único serviço que preste no Brasil. E acredito que o principal gargalo para o aumento de vendas destes serviços não é preço, nem praça e – muito menos – promoção. É produto.

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Investimento no meio Internet é maior do que o divulgado

Pesquisas e institutos que medem o investimento em propaganda na Internet são importantes para o mercado, mas os números reais são maiores que os divulgados. Isso porque estas pesquisas medem investimento publicitário em mídia, ignorando o que é investido em produção de conteúdo.

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RFID, que bicho é esse?

A tecnologia sempre permeou a vida do marketeiro direto. Do banco de dados a Internet, é quase impossível ver a existência da nossa disciplina sem tecnologia.

Nos próximos anos, algumas não tão importantes como os exemplos citados acima ampliarão nossas possibilidades para criar ações e campanhas. Um bom exemplo é a identificação por rádio freqüência, ou RFID.

rfid

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Engajamento: a nova métrica do marketing

Dentro daqueles milhares de conceitos que aprendemos sobre marketing, um deles diz que o processo de compra é um funil. Baseada no princípio da subtração, essa idéia nos diz que a adoção por uma marca passa primeiro pelo conhecimento, depois consideração, preferência, ação e, enfim, a tão sonhada lealdade. Assim como num funil de verdade, de milhões de pessoas que forem atingidas pela sua comunicação, restarão algumas poucas verdadeiramente aliadas a sua marca.

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Propaganda invisível sobre a ótica editorial – entrevista com Marcelo Tas

A propaganda na TV chama sua atenção, você já conhecia os personagens porque leu em sua revista preferida. Que espertos estes publicitários, aproveitaram o fato e logo fizeram um comercial. O que você não sabe é que o fato também havia sido fabricado pela agência.

Mas se a matéria que você leu era de cunho jornalístico e em nenhum momento apareceu a marca ou o produto, isso pode?

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Porque propaganda na Internet é tão ruim?

A propaganda sempre vai ser propaganda, qualquer que seja o suporte, qualquer que seja a tecnologia, mídia, formato: uma mensagem comercial. E uma boa propaganda sempre vai ser uma boa propaganda, qualquer que seja o produto, a marca, ou o consumidor: uma mensagem comercial com impacto, brand linkage (tentei traduzir mas ficou horrível) e que agrada.

O que mudou, portanto, não é nem o propósito nem a forma de fazer nem a mídia.

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