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Livro Evolução

O lançamento foi um sucesso. Muito obrigado a todos que conseguiram passar lá para me dar um abraço.

Agora o livro já pode ser comprado online, versão papel ou versão digital ( ePub, PDF e MOBI Kindle).

www.livroevolucao.com.br

Lançamento do livro Evolução.

Terça feira dia 27/11, farei o lançamento no meu novo livro.

O livro passa minha visão sobre como as empresas podem se preparar para ter inovação de forma constante e sustentável. Uma tema que faz parte da minha vida profissional há um bom tempo e acredito que também seja parte da vida de muitos de vocês.

Será no Bar Gracia, em pinheiros. Estarei lá a partir das 19:00. Espero vocês por lá.

Lançamento do livro

Bota na agenda para reservar a data (ou como dizem os mais chiques: save the date). Dia 27/11 a noite vou lançar meu próximo livro em SP. Nas próximas semanas boto mais informação sobre local e horário.

Livro novo saindo do forno :)

Sumido do blog, dediquei os últimos 2 meses ao meu quinto livro, que se chama:

Evolução: prepare sua empresa para inovar sempre

O livro é fruto da minha vivência de mais de duas décadas trabalhando em iniciativas de inovação, baseado nas minhas experiências de fracasso e sucesso ao longo desses anos.

Para estarem prontas para a inovação, afirmo que as empresas precisam fazer uma lição de casa, tratando quatro pilares: vontade, capacidade, caminhos e processos.

A princípio, o livro será vendido apenas no formato digital (pdf, epub e mobi). Como o acordo padrão com editoras não é mais interessante para mim, estou decidindo ainda se vale a pena ter também a edição em papel. Talvez com algum patrocinador.

O livro já está pronto e a Kokekto já está produzindo as versões ePub para iPad e mobi para Kindle.

Assim que tiver novidades, aviso vocês aqui no blog e na minha conta do twitter @cavallini.

Livro Ludificador, free

Tive o prazer de escrever o prefácio do livro Ludificador, do Prof. Vicente Mastrocola. O livro é um guia de referências para o game designer brasileiro.

Sou da época em que jogar era coisa de meninos e videogame estava longe de ser considerado uma indústria. Ainda assim, sempre fui fascinado por jogos. Por também gostar de tecnologia, meu foco sempre foram os jogos eletrônicos.

Começou no início da década de 80 com o Telejogo, um produto banal para as crianças de hoje, mas que era mágico em sua época. Já meu primeiro portátil foi um Game & Watch, uma espécie de tataravô do Nintendo DS. Era revolucionário e vendeu dezenas de milhões de unidades.

Acompanhei a indústria de jogos eletrônicos desde o seu começo, pesquisando sobre sua história e estudando seus variados modelos de negócio.

Há cerca de seis anos, dediquei um capítulo de um de meus livros para o tema. Tudo ainda era uma grande promessa.

De lá para cá, finalmente a indústria começou a ganhar espaço e importância no Brasil. Os novos modelos de negócio e de receita, aliados às plataformas de distribuição móvel como a App Store da Apple e a Play Store do Google, tornaram factível que desenvolvedores brasileiros tenham acesso a centenas de milhões de jogadores pelo mundo.

Entrar para este mercado fascina as pessoas não por acharem que o trabalho é pura diversão, mas por terem a chance de criar algo que elas e outras pessoas admirem e que traga um benefício real e importante: entretenimento.

Porém, para entender este universo, não basta ser um jogador assíduo. Vivemos uma época na qual todos se julgam especialistas em alguma coisa. Alguém que fumou maconha a vida inteira acaba achando que é especialista em química, e jogadores heavy users, especialistas em games.

O termo “especialista” acabou perdendo a importância, e é por isso que eu sempre me refiro ao Vince como um estudioso do universo dos games.

Vince é aquele cara que viaja para o leste europeu para visitar lojas de jogos. Em seu apartamento, os variados jogos ocupam o espaço de uma família inteira.

Suficiente para ser qualificado como um cara estranho, mas perfeito para ajudar você a compreender seu amor e dedicação e aprender mais sobre o universo dos jogos.

Como game designer, Vince acabou participando de uma variedade incrível de jogos. Eletrônicos, de tabuleiro, de cartas e até sociais. Jogos com variadas metáforas, mecânicas e objetivos distintos, mas sempre com o intuito principal focado no entretenimento. Os jogos acabaram virando parte de sua vida profissional, mas eu sempre verei Vince como um estudioso amador.

Amador no uso correto da palavra: de quem faz por amor. Vince conhece profundamente os jogos porque sempre os amou. Ele está para os jogos assim como o roqueiro Serguei está para o sexo: sem distinção, sem preferências e de forma incondicional. E esta paixão transparece em suas aulas, cursos e, agora, no seu livro.

O livro pode ser baixado de graça no site. Boa leitura!

Mobilize ePub

Sai tarde, mas saiu. Produzido pelos mestres da Clínica Literária, a versão ePub do Mobilize está disponível aqui.

Se você é gestor, deveria ler a biografia de Jobs

Como não poderia deixar de ser, a biografia do Steve Jobs é a história de Apple. E se você não se atentou ainda, é simplesmente a empresa de maior sucesso da última década (talvez do século). Nenhuma empresa cresceu tanto e nenhuma teve seu crescimento tão ligado ao fruto de seu próprio trabalho (e não do monopólio, da reserva de mercado ou outras barreiras de entrada).

Fora isso, é talvez a empresa com altos e baixos mais bruscos na história recente. Em 1997, valia 2 bilhões e estava literalmente quebrando. Seu caixa não sustentaria a empresa por meros 3 meses. Chegou em 2011 como a empresa mais valiosa do mundo, valendo 341.5 bilhões de dólares e com um caixa de 75 bilhões, montante maior que o da reserva do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

Tudo isso torna a história ao mesmo tempo interessante e rica para tirarmos lições.

Se você é gestor, deveria ler este livro.

E ainda leva de brinde uma parte da história da Pixar, que é igualmente interessante e rica em aprendizados.

Eu já li outros livros que contam a história da Apple e da Pixar. Alguns são inclusive mais completos em algumas passagens ou histórias. A diferença é que este tem as opiniões e sentimentos do cara que comandou tudo isso.

Opiniões e sentimentos que foram filtrados pelo autor através de dezenas de entrevistas com afetos e desafetos de Jobs. Parceiros e concorrentes. Gente que o amava, gente que o odiava e gente que tinha os dois sentimentos ao mesmo tempo. Com todos os riscos da visão filtrada pela ótica de uma única pessoa, é certamente o livro que contará a história com maior precisão e mais próxima da realidade.

Mas voltando ao ponto principal, não quer dizer que você deva ser igual ao Steve Jobs, mas que você deveria refletir e tentar tirar lições de seu legado e da história da Apple.

Não é uma tarefa fácil. Por não ser um livro de vendas, de gestão ou de marketing — que seria escrito por algum guru — ele não está mastigado para gestores. O livro não tem lição de moral, bullet points com aprendizados e muito menos os 10 passos sobre o que fazer e o que não fazer.

Mas não se engane, essa biografia é exatamente isso. Um livro de marketing, um livro de vendas, um livro de inovação, um livro de gestão.

Eu tirei minhas conclusões, ou diria até — como sempre acompanhei a Apple e Jobs e já tenho mais de 20 anos de carreira em corporações — apenas reconfirmei as minhas.

E recomendo fortemente a leitura para que você tire as suas ou que apenas as reconfirme.

O carro do futuro

Nos meus segundo e terceiro livro, fiz diversas previsões sobre o que deveríamos ver nos próximos anos baseado no que vimos até hoje. Cito abaixo uma delas:

Objetos vão interferir ativamente na manutenção de um ambiente sem formatos. Assim como hoje podemos realizar o download de um podcast para escutar na academia, poderemos aceitar uma nova programação para nossas casas, carros ou objetos a nossa volta. Talvez comprar um produto, não por suas características básicas, mas por sua inteligência.
Por exemplo, uma lâmpada poderia vir com um código para a época de Natal. Como um tema de computador, que em vez de mudar fundo de tela e ícones, interferisse em vários objetos pela casa.

Hoje, vi no blog do Tiago Dória este serviço conceito da Ford. Acho que exemplifica melhor o que eu falei no livro. Talvez no futuro, você escolha seu carro, não pelo modelo em si, mas por todos os serviços computacionais que sua marca oferece.

Livro Mobilize, baixe de graça

Mobile marketing nada mais é do que marketing feito a partir e através de celulares e dispositivos móveis. Na encruzilhada entre publicidade e tecnologia, o marketing móvel é absolutamente complementar e simultâneo às outras mídias e permite construir uma relação, em tempo real, entre marcas e pessoas.

Somado a isso, vivemos num país onde há mais acesso à telefonia móvel do que à rede de esgoto ou água tratada. Por mais chocante que soe este fato, essa comparação serve para ratificar a altíssima penetração deste meio.

Como meio é mídia, nada mais natural do que entender o grande potencial dos dispositivos móveis quando aplicados a negócios e à comunicação.

O meio móvel é, portanto, muito mais uma plataforma que um veículo e, nesse sentido, presta-se às mais diversas disciplinas da comunicação, como publicidade, relacionamento, ativação, promoção ou marketing direto.

“Mobilize” é um guia prático e conciso para entender as reais aplicações dessa plataforma. Nele, há os principais conceitos de mobilidade, números e métricas deste mercado, além de cases já realizados pelas principais agências e anunciantes do mercado nacional.

Escrito por 3 profissionais ligados ao pioneirismo do comunicação digital, “Mobilize” é leitura obrigatória para quem que pensa na comunicação do amanhã e indispensável para aqueles que vivem o mercado de hoje.

O livro foi escrito em co-autoria com Léo Xavier e Alon Sochaczewski e pode ser baixado de graça no site www.mobilizebook.com.br

Quer ganhar um exemplar do livro mobilize?

Consegui 10 exemplares do mobilize para os leitores do Coxa Creme, mas para ganhar você precisa acertar uma pergunta. O primeiro que acertar cada pergunta leva.

  1. Quais os 4 consoles de games que eu tenho em casa?
    update: PS3, Wii, Atari, Telejogo. Ed Braz acertou.

  2. Qual filme da Disney minha filha acha muito chato?
    update: Corcunda de notre-dame. Israel Medeiros acertou.

  3. A maioria dos personagens que estão na minha estante foram criados por uma pessoa, qual o nome desta pessoa? (não precisa escrever a grafica correta)
    update: Shigeru Miyamoto. Renan acertou

  4. Quais são os itens 2, 3 e 4 da minha lista de ódio? Dica: é um animal, uma comida e um software.
    update: Pomba, carne moída e Lotus Notes. Hurmus acertou

  5. Qual foi o primeiro software que eu aprendi a mexer? Dica: é do começo da década de 80.
    update: VisiCalc .Madsea acertou

    Atenção, este mesmo post será atualizado para ter mais perguntas em breve.

    E fiquem espertos nos comments, eu posso dar algumas dicas.