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Entrevista HSM

Dei uma entrevista para a Patricia Buneker da HSM sobre a pesquisa #mobilize. Adorei o bate papo, abaixo tem o resumo do que conversamos, espero que vocês gostem também.

Quem é o consumidor móvel 2011

Dei uma entrevista para o blog do Silvio Meira sobre o estudo Mobilize Consumidor móvel. Vale a visita.

Estudo Consumidor Móvel 2011

Estudo realizado pela WMcCann e Grupo.Mobi com pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos MediaCT.

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Estudo Consumidor Móvel 2011

Saiu matéria na Revista Proxxima sobre o Estudo Consumidor Movel 2011, da WMcCann e Pontomobi com pesquisa do Instituto Ipsos.

Você pode ver na edição impressa ou aqui, na versão digital (a partir da página 29)

Marimoon está velha.

Os velhos não entendem o que esta acontecendo. Como algo que era controlado por poucos agora está na mão de todos? Produzir, divulgar e consumir o conteúdo como, quando e onde quisermos.

Não é apenas um discurso bonito de palestra de guru, basta usar o Youtube como exemplo. Com dez horas de vídeo sendo enviada a cada minuto, o site tem mais conteúdo do que a soma do histórico de qualquer emissora nacional. Basta isso, não precisamos recorrer ao Flickr, blogs ou qualquer outro representante da categoria.

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The cutting edge of technology

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Eu defendo o uso da tecnologia em ações de propaganda e marketing. Mesmo quando firula, a tecnologia pode quebrar a resistência e chamar atenção frente ao enorme ruído de informações e propaganda que somos expostos.

Mas os exageros sempre existiram, no começo da década de 90, eram os anúncios que usavam filtros do Photoshop. Uma década mais tarde, os banners com as features do Flash.

Me vigio sempre para não cometer estes excessos. Para isso, me ajuda lembrar de um causo que passei há 10 anos.

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Na língua do P, o Brasil só sabe contar até 1

Preço é relevante? Sim, muito. Principalmente em um país pobre como o nosso. Mas ignorar o resto é, além de ignorância, burrice.

Ao ler um texto do Marinho que me enviaram hoje, soube que:

A pesquisa da Pay-TV Survey (PTS) mostrou que apenas 30% dos domicílios de brasileiros das classes A e B têm TV por assinatura. E o principal motivo para esse índice ser baixo é justamente o desinteresse dessa gente pela programação da maioria dos canais.

Novidade? Não, olha o que eu escrevi ano passado:

Eu costumo bradar que não existe um único serviço que preste no Brasil. E acredito que o principal gargalo para o aumento de vendas destes serviços não é preço, nem praça e – muito menos – promoção. É produto.

Não é novidade hoje, mas era na época? Claro que não.

A discussão é interessante e pertinente até mesmo para o post sobre pirataria. Será que o preço do CD e das músicas é tão relevante?

Acredito que boa parte dos assinantes daquelas serviços com assinatura flat (pague x por mês e escute o que quiser, quanto quiser) não estão comprando música, mas sim a facilidade de não precisar procurar, baixar, catalogar e fazer backup da pirataria.

2008, o ano da Internet – de novo.

Gostaria muito de dizer que a estrela de 2008 será o mobile marketing, mas não será este ano que ele irá decolar. Tudo bem, serão dados passos importantes para que isso aconteça em 2009. Sistemas de pagamento por celular, a terceira geração trazendo banda larga, serviços baseados em localização do usuário (LBS) e operadoras trabalhando o opt-in em suas bases são bons exemplos disso.

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Dez milhões

As previsões se cumpriram, foram cerca de 10 milhões de computadores vendidos este ano, sendo a maioria (cerca de 64%), o primeiro computador da família.

O número é simbólico, pois iguala a venda de aparelhos de TV. Até mais significativo já que, no caso da TV, são compradas para reposição de um aparelho antigo.

Podemos até arriscar a dizer que 2007 foi o ano que a venda de computadores ultrapassou a venda de televisores.

Com 38% de penetração da web na classe C e computadores de marca sendo vendidos por menos de R$ 700, as coisas parecem estar mudando rápido. Não é só uma boa notícia para quem faz comunicação digital, mas uma boa notícia para o Brasil e para os que lutam para a inclusão digital.

Nada contra a televisão, mas em um país onde ela sempre foi o único meio de cultura, entretenimento e informação, podemos sonhar que a coisa melhore um pouco.

Digo “um pouco” porque não adianta trocar “A Praça é Nossa” e a “Zorra Total” pelo Orkut e pelo MSN. Você pode até defender o valor das comunidades, redes sociais e um monde de outros possíveis benefícios dos dois, mas o ponto é que o problema é mais embaixo. Analfabeto funcional é analfabeto funcional na TV ou na Internet.

A TV móvel deve mudar a audiência

No evento Digital Day da Microsoft que aconteceu nesta última sexta, Jeff Cole – diretor do Center for the Digital Future e PHD pela Universidade da Califórnia – discursou sobre a influência do “digital” sobre meios como TV ou jornal.

Entre outras coisas, Cole falou sobre a tendência da “television moves to down time”, assim como aconteceu com a voz (telefone). Com o modelo de negócio migrando do “desconto em certas horas/dias” para “pacotes de minutos” e com a facilidade de ter o telefone disponível em qualquer lugar, as pessoas passaram a usar o telefone no momento que era conveniente, quando não se tinha nada de melhor pra se fazer. Como no exemplo do palestrante, ligando pra mamãe que mora em outra cidade enquanto está no trânsito ou quando estiver esperando seu vôo no aeroporto e não mais no domingo de manhã quando era mais barato.

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