Preço é relevante? Sim, muito. Principalmente em um país pobre como o nosso. Mas ignorar o resto é, além de ignorância, burrice.
Ao ler um texto do Marinho que me enviaram hoje, soube que:
A pesquisa da Pay-TV Survey (PTS) mostrou que apenas 30% dos domicílios de brasileiros das classes A e B têm TV por assinatura. E o principal motivo para esse índice ser baixo é justamente o desinteresse dessa gente pela programação da maioria dos canais.
Novidade? Não, olha o que eu escrevi ano passado:
Eu costumo bradar que não existe um único serviço que preste no Brasil. E acredito que o principal gargalo para o aumento de vendas destes serviços não é preço, nem praça e – muito menos – promoção. É produto.
Não é novidade hoje, mas era na época? Claro que não.
A discussão é interessante e pertinente até mesmo para o post sobre pirataria. Será que o preço do CD e das músicas é tão relevante?
Acredito que boa parte dos assinantes daquelas serviços com assinatura flat (pague x por mês e escute o que quiser, quanto quiser) não estão comprando música, mas sim a facilidade de não precisar procurar, baixar, catalogar e fazer backup da pirataria.