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Show & Tell

Neste sábado (dia 25/04), as 10 da manhã, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos.

Estarei com o Neto da Bullet no Show & Tell, evento promovido pelo Update or Die para promover conversas interessantes entre amigos.

O Neto vai ensinar o pessoal ficar rico fazendo aplicações para iPhone :-D

Eu vou falar sobre tecnologia, mas com um olhar mais amplo e mais conceitual do que falo por aqui. Uma visão que nunca compartilhei com ninguém e que talvez seja motivo de piadas depois.

10:15hs/11:00hs: MENTOR MUNIZ NETO (iPhone App Hands on)
11:00hs/11:30hs: coffee break
11:30hs/12:15hs: RICARDO CAVALLINI (Uma visão conceitual sobre tecnologia)

O Neto fala antes, foi minha condição. Assim como Seu Benedito, eu preciso de alguém interessante com um assunto interessante para chamar público :-D

O evento é aberto, não precisa confirmar, por isso é bom chegar cedo para garantir lugar.

Obama e seu BlackBerry.

clique para ampliarCom a novela do Obama brigando para usar seu BlackBerry chegando ao fim, muito se falou sobre a ótima propaganda que está sendo para a RIM, fabricante do aparelho.

Mesmo sendo algo impossível de ser comprado (por se tratar do presidente americano) e não ter preço (por ser espontâneo, tem muito mais impacto), especialistas acreditam que o suporte valeria em torno de 45 ou 50 milhões de dólares.

Acho duas coisas. Primeiro que seria mais interessante citar quanto custa um patrocínio parecido com alguma grande celebridade. Assim, cada mortal poderia dar seu chute de quanto o Obama valeria. Melhor do que alguém chutar um valor estúpido qualquer. Eu acho que o Obama valeria 35 Madonnas ou 85 Britney Spears.

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O Marketing depois de amanhã, agora free.

Acabo de publicar a segunda edição do livro O Marketing Depois de Amanhã. Escrevi este livro porque gostei do resultado de uma aula que ministrei sobre o tema. No Curso de Especialização da Associação Brasileira de Marketing Direto, a pedido do Fábio Adiron, amigo, coordenador do curso, usuário fiel de coxinhas de padaria e do blog coxa creme.

O tempo passou e – usando um velho clichê – eu não poderia estar mais feliz com o resultado. Feliz pelas vendas, pelas críticas que recebi de profissionais que admiro e por ter cumprido uma promessa feita à editora.

Escrever sobre o futuro é uma tarefa repleta de riscos. Risco para o leitor, de acreditar em um exercício de futurologia. Risco para o autor, de virar piada quando o futuro chegar, e risco comercial para a editora, por imprimir milhares de exemplares sobre algo tão volátil.

A editora não faz mais parte do projeto, mas a promessa foi cumprida. Três anos depois de escrito o livro continua atual. E foi revisado. Atualizei cases e números que, em última análise, foram inseridos apenas para ilustrar meus pontos. Revisar o livro também tem caráter simbólico, pois demonstra que os conceitos sobreviveram ao tempo.

Torná-lo disponível para download não é, como alguns podem pensar, menosprezar o carinho que tenho por ele. Ao contrário. Apesar do ótimo resultado, ganhar dinheiro vendendo papel nunca foi meu objetivo. Entre vantagens de desvantagens do formato digital, oferecer este livro na web era não apenas óbvio, mas uma obrigação.

Estão todos convidados para fazer o download e ler o livro.

Para Terminar, deixo aqui uma das capa sugeridas para o lançamento da primeira edição. Tenho certeza que ela seria a primeira opção de muitos de vocês.

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Steve Jobs continua incomodando

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A quantidade de empresas que fez burrada no mundo dos jogos é enorme. Apesar da arrogância de subestimar a complexidade desta indústria ser um denominador comum, até as gigantes Sony, Nintendo e Microsoft (as 3 grandes) já deram bola fora.

A Apple, uma das empresas que faz parte desta lista, parece pisar novamente neste mercado com o iPhone. A diferença é que agora, ela entra usando outro modelo de negócio.

O modelo em voga na indústria de jogos é matriarcal, castrador, ditatorial e rodeado por um histórico de ódios e conflitos. Normal em um mercado comandado por poucas empresas. O relacionamento entre fabricante de console e produtoras prioriza poucos e grandes. Não é à toa que este mercado dependeu da esperteza de advogados para se tornar o que é hoje.

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Braincast TV #01 – bloco 2


Download do vídeo em MP4 e áudio em MP3.

Da esquerda para a direita: Carlos Merigo, eu, Cris Dias e Neto.
Produção: colmeia.
Masterização do som: Mellancia.

E para quem perdeu, bloco 1 e teaser.

iPhone

Ano passado, antes do lançamento do iPhone (mas já conhecendo suas características), escrevi para a minha coluna da Revista Marketing sobre a sua principal vantagem: a usabilidade.

O resultado vocês já conhecem. Sucesso de vendas abocanhando uma fatia considerável do mercado de smartphones, mesmo em um mercado competitivo como o americano.

Parte do texto publicado abaixo, volto para comentar no final.

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Jornalistas não usam TIM?

Cheguei a uma conclusão interessante no último mês. Jornalistas não usam TIM nem tem amigos que usam. Pelo menos seria uma explicação lógica para o fato para ninguém comentar nada sobre o que anda acontecendo.

A notícia corre solta em blogs, listas de discussão e correntes de email reclamando da situação, falta de informação ou promessa de mudança.

A segunda maior operadora celular de um mercado importante como o Brasil fica indo e voltando num entra e sai dos diabos que deixa todo mundo quase louco. Não preciso lembrar que celular é hoje mais importante que o cartão de crédito ou o RG. Tem hora que dados não funciona, hora que nem a voz. Um dos dias chegou a ficar quase uma manhã inteira completamente fora do ar.

Será que não deveria ser notícia inclusive no principais jornais do mundo? Afinal, uma empresa que deixa 32 milhões de clientes sem serviço seria o mesmo que bloquear os celulares do Canadá todinho.

Você viu algo sobre o assunto em algum meio tradicional? Bota a referência nos comments pra mostrar que eu estou errado.

Coxa Creme de bolso

Finalmente, depois de muita enrolação, instalei um plugin para deixar o blog mais leve para o acesso via mobile. Continua sendo HTML mas com um template bem mais simples.

Aguardo feedback de vocês.

iPhone

Eu já defendia o sucesso do iPhone antes (o que não é mérito nenhum) de seu lançamento. Também acho que, graças a usabilidade, ele ajudará a impulsionar o uso da web via celular. Mas além da Apple, outras empresas estão divulgando números (e tudo que é blog replicando sem questionar) com base em ad servers ou relatórios de acesso, cometendo um grave erro técnico.

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2008, o ano da Internet – de novo.

Gostaria muito de dizer que a estrela de 2008 será o mobile marketing, mas não será este ano que ele irá decolar. Tudo bem, serão dados passos importantes para que isso aconteça em 2009. Sistemas de pagamento por celular, a terceira geração trazendo banda larga, serviços baseados em localização do usuário (LBS) e operadoras trabalhando o opt-in em suas bases são bons exemplos disso.

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