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10º Mobile Marketing Breakfast São Paulo.

Convidado pelo Leo Xavier da Pontomobi, estarei no 10º Mobile Marketing Breakfast São Paulo apresentando o estudo sobre o consumidor móvel, realizado pela WMcCann e Pontomobi, com pesquisa do Instituto Ipsos.

Não fiquem bravos, mas atropelado pela correria, esqueci de avisar vocês e o encontro será amanhã cedo.

Ainda assim, vale o post para dizer que o Twitter da WMcCann divulgará alguns dados em primeira mão fazendo a cobertura do evento.

E quem perder, poderá ver o estudo publicado na edição de Julho da Revista PROXXIMA

Aliás, aproveito para parabenizar o Pyr Marcondes pelo excelente trabalho que tem feito na revista.

Desenvolvedor virou gente

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Depois de décadas sendo tratado como cachorro, finalmente parece que chegou a vez do desenvolvedor.

Antes, com poucas opções, e todas controladas com uma mentalidade de mercado baseado em blockbusters, a relação entre donos de plataformas e desenvolvedores sempre foi difícil.

No mundo dos jogos, gigantes como a Sony, Nintendo e Microsoft tratavam (e ainda tratam) com mão de ferro um grupo restrito de empresas, cujos jogos precisavam vender milhões de unidades para obter algum lucro. Como eu disse uma vez, “os jogos são digitais mas seu modelo de negócio é analógico“.

Operadoras de celular também nunca valorizaram este mercado. Publicar em suas plataformas era um exercício de paciência e aceitação de um modelo pouco transparente.

É difícil de programar? Muitas regras e tudo mais? Problema seu, se quiser vender tem poucas opções de plataforma onde é possível obter algum lucro.

Na verdade tinha, o cenário mudou bastante.

Graças a Apple que abriu as porteiras, hoje todo fabricante de celular tem uma plataforma de aplicativos e uma loja para vendê-los. Tablets? Só na última CES vi quase 100 marcas diferentes. Mesmo que só uma parte seja lançada, já é muita coisa.

Media centers então, tem um monte e todo fabricante de TV vai precisar de desenvolvedores para produzir aplicativos para suas TVs conectadas. Já precisam. Sony, LG, Samsung e outros já estão nesta corrida, inclusive no Brasil.

Do outro lado, o desenvolvedor não tem tempo para investir no conhecimento de uma nova plataforma quando apenas uma ou duas delas já consomem sua capacidade de produção.

Principalmente se levarmos em conta que a grande maioria destes desenvolvedores são semi profissionais ou pequenas empresas (eu diria minúsculas).

Para piorar o cenário (para quem precisa deles), agora os desenvolvedores não precisam de ninguém. Com regras iguais para todos e um modelo onde se pode ganhar no long tail, ganharam poder para escolher e lançar o que quiser, quando quiser e onde quiser.

Ainda existem regras? Claro que sim, mas desenvolvedores que reclamam da Apple não têm ideia de como era se relacionar com Nintendo ou Sony.

Agora é assim, todo mundo perguntando para desenvolvedor o que faria ele desenvolver para sua plataforma. Tem treinamento de graça, developer kit de graça, festas e outros mimos para convencer alguém a olhar pra sua plataforma.

E alguma dúvida que teremos cada vez mais lugares para aplicações? Rádios, GPS’s, sistemas para a indústria automotiva e toda miríade de aparelhos que irão continuar surgindo nos próximos anos.

Como diria Silvio Meira, “tudo é software”. E nesse mundo novo, ser desenvolvedor tem sua graça.

Precisamos parar de pensar em telas

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Nossa visão sempre foi centralizada no aparelho. Para produzir, para medir, para tudo.

Tinha lógica, quando existiam poucos meios e a forma de consumo de cada um deles raramente mudava.

Lendo na calçada, no escritório ou na mesa do café da manhã, ninguém precisava reaprender a usar o jornal, a ver TV, a ler a revista. Agora, com interatividade, sempre que entramos pela primeira vez em um hotsite, em um aplicativo de celular, em qualquer coisa interativa, precisamos reaprender tudo de novo.

Tinha lógica quando a fragmentação não era gigante e quando as pessoas não consumiam vários meios ao mesmo tempo.

Com o apogeu da interatividade e proliferação de telas em tudo que é canto, precisamos parar de pensar nelas e nos focar no consumidor.

O Tablet não é apenas um papel eletrônico, não é um celular com tela grande e muito menos um computador mais leve. A TV no celular não é apenas uma TV pequena.

O momento de consumo é diferente.

O que consumimos é diferente.

É outra situação, outra expectativa e — principalmente — outra experiência.

Por isso faz mais sentido pensar em contexto do que em telas.

Vale lembrar a frase do Steve Jobs que todo mundo usa em palestra de usabilidade: “design não é somente como as coisas se parecem. Design é como as coisas funcionam”.

É ir além da arquitetura de informação ou do look and feel que estamos acostumados, passando até pela própria definição de conteúdo.

Um site produzido para ser acessado via celular tem (ou pelo menos deveria ter) conteúdos e destaques diferentes de um site tradicional.

Se já é óbvio nos sites móveis, deveria ser óbvio para toda e qualquer tela.

O futuro do mobile #ebp2010

Painel O Futuro do Mobile, realizado no EBP 2010 com Léo Xavier, Alon Sochaczewski e Terence Reis, responsáveis — junto comigo — da realização do livro Mobilize.

Livro Mobilize, baixe de graça

Mobile marketing nada mais é do que marketing feito a partir e através de celulares e dispositivos móveis. Na encruzilhada entre publicidade e tecnologia, o marketing móvel é absolutamente complementar e simultâneo às outras mídias e permite construir uma relação, em tempo real, entre marcas e pessoas.

Somado a isso, vivemos num país onde há mais acesso à telefonia móvel do que à rede de esgoto ou água tratada. Por mais chocante que soe este fato, essa comparação serve para ratificar a altíssima penetração deste meio.

Como meio é mídia, nada mais natural do que entender o grande potencial dos dispositivos móveis quando aplicados a negócios e à comunicação.

O meio móvel é, portanto, muito mais uma plataforma que um veículo e, nesse sentido, presta-se às mais diversas disciplinas da comunicação, como publicidade, relacionamento, ativação, promoção ou marketing direto.

“Mobilize” é um guia prático e conciso para entender as reais aplicações dessa plataforma. Nele, há os principais conceitos de mobilidade, números e métricas deste mercado, além de cases já realizados pelas principais agências e anunciantes do mercado nacional.

Escrito por 3 profissionais ligados ao pioneirismo do comunicação digital, “Mobilize” é leitura obrigatória para quem que pensa na comunicação do amanhã e indispensável para aqueles que vivem o mercado de hoje.

O livro foi escrito em co-autoria com Léo Xavier e Alon Sochaczewski e pode ser baixado de graça no site www.mobilizebook.com.br

Quer ganhar um exemplar do livro mobilize?

Consegui 10 exemplares do mobilize para os leitores do Coxa Creme, mas para ganhar você precisa acertar uma pergunta. O primeiro que acertar cada pergunta leva.

  1. Quais os 4 consoles de games que eu tenho em casa?
    update: PS3, Wii, Atari, Telejogo. Ed Braz acertou.

  2. Qual filme da Disney minha filha acha muito chato?
    update: Corcunda de notre-dame. Israel Medeiros acertou.

  3. A maioria dos personagens que estão na minha estante foram criados por uma pessoa, qual o nome desta pessoa? (não precisa escrever a grafica correta)
    update: Shigeru Miyamoto. Renan acertou

  4. Quais são os itens 2, 3 e 4 da minha lista de ódio? Dica: é um animal, uma comida e um software.
    update: Pomba, carne moída e Lotus Notes. Hurmus acertou

  5. Qual foi o primeiro software que eu aprendi a mexer? Dica: é do começo da década de 80.
    update: VisiCalc .Madsea acertou

    Atenção, este mesmo post será atualizado para ter mais perguntas em breve.

    E fiquem espertos nos comments, eu posso dar algumas dicas.

3G e 3.0: novos horizontes

O lançamento oficial do novo sistema para o iPhone (a versão 3.0) acontecerá agora no mês de junho.

A versão Beta tem sido utilizada por programadores para desenvolverem aplicativos, já que a Itunes Store não aceitará programas que não sejam compatíveis com esta nova versão.

Em muitos blogs fala-se em funcionalidades muito aguardadas, quando na verdade a Apple irá corrigir alguns erros de concepção. Mas veja bem, eu acho que o iPhone revolucionou o mercado. Não pelo design, pelo efeito de moda, e sim pelo novo approach em relação a toda indústria mobile. Separaram claramente o hardware do software, e ainda tiveram a brilhante idéia de criar uma comunidade aberta e global de desenvolvedores para submeterem aplicativos na iTunes Store.

A correção de erros de concepção mais aguardados (hehehe) é a possibilidade de efetuar copy and paste assim como poder escrever emails em modo paisagem. Além dessas correções, tem mais algumas inovações muito legais, mas não quero entrar nestes geeks-detalhes.

As melhorias ofuscam uma mudança que deve chacoalhar o mercado de aplicativos: a possibilidade de realizar micro-pagamentos dentro do próprio aplicativo.

Isso vai abrir um leque gigantesco de possibilidades, upgrades, opções, gifts… O faturamento total dessa indústria deve aumentar drasticamente. Exemplificando, você cria um jogo no qual é possível comprar roupas para o seu personagem, a idéia pode parecer ridícula, mas tratando-se de valores em centavos de dolares e considerando a economia de escala, acaba sendo muito interessante.

Tudo bem que nós brasileiros, pelo menos na maioria das situações, queremos nos dar bem. Baixar músicas de graça, filmes, instalar aplicativos gratuitos. Mas ainda assim, talvez isso seja um comportamento equivocado de early adopters, o comportamento da população em geral é diferente, e essa população está ingressando cada vez mais neste universo mobile.

Show & Tell

Neste sábado (dia 25/04), as 10 da manhã, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos.

Estarei com o Neto da Bullet no Show & Tell, evento promovido pelo Update or Die para promover conversas interessantes entre amigos.

O Neto vai ensinar o pessoal ficar rico fazendo aplicações para iPhone :-D

Eu vou falar sobre tecnologia, mas com um olhar mais amplo e mais conceitual do que falo por aqui. Uma visão que nunca compartilhei com ninguém e que talvez seja motivo de piadas depois.

10:15hs/11:00hs: MENTOR MUNIZ NETO (iPhone App Hands on)
11:00hs/11:30hs: coffee break
11:30hs/12:15hs: RICARDO CAVALLINI (Uma visão conceitual sobre tecnologia)

O Neto fala antes, foi minha condição. Assim como Seu Benedito, eu preciso de alguém interessante com um assunto interessante para chamar público :-D

O evento é aberto, não precisa confirmar, por isso é bom chegar cedo para garantir lugar.

Obama e seu BlackBerry.

clique para ampliarCom a novela do Obama brigando para usar seu BlackBerry chegando ao fim, muito se falou sobre a ótima propaganda que está sendo para a RIM, fabricante do aparelho.

Mesmo sendo algo impossível de ser comprado (por se tratar do presidente americano) e não ter preço (por ser espontâneo, tem muito mais impacto), especialistas acreditam que o suporte valeria em torno de 45 ou 50 milhões de dólares.

Acho duas coisas. Primeiro que seria mais interessante citar quanto custa um patrocínio parecido com alguma grande celebridade. Assim, cada mortal poderia dar seu chute de quanto o Obama valeria. Melhor do que alguém chutar um valor estúpido qualquer. Eu acho que o Obama valeria 35 Madonnas ou 85 Britney Spears.

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O Marketing depois de amanhã, agora free.

Acabo de publicar a segunda edição do livro O Marketing Depois de Amanhã. Escrevi este livro porque gostei do resultado de uma aula que ministrei sobre o tema. No Curso de Especialização da Associação Brasileira de Marketing Direto, a pedido do Fábio Adiron, amigo, coordenador do curso, usuário fiel de coxinhas de padaria e do blog coxa creme.

O tempo passou e – usando um velho clichê – eu não poderia estar mais feliz com o resultado. Feliz pelas vendas, pelas críticas que recebi de profissionais que admiro e por ter cumprido uma promessa feita à editora.

Escrever sobre o futuro é uma tarefa repleta de riscos. Risco para o leitor, de acreditar em um exercício de futurologia. Risco para o autor, de virar piada quando o futuro chegar, e risco comercial para a editora, por imprimir milhares de exemplares sobre algo tão volátil.

A editora não faz mais parte do projeto, mas a promessa foi cumprida. Três anos depois de escrito o livro continua atual. E foi revisado. Atualizei cases e números que, em última análise, foram inseridos apenas para ilustrar meus pontos. Revisar o livro também tem caráter simbólico, pois demonstra que os conceitos sobreviveram ao tempo.

Torná-lo disponível para download não é, como alguns podem pensar, menosprezar o carinho que tenho por ele. Ao contrário. Apesar do ótimo resultado, ganhar dinheiro vendendo papel nunca foi meu objetivo. Entre vantagens de desvantagens do formato digital, oferecer este livro na web era não apenas óbvio, mas uma obrigação.

Estão todos convidados para fazer o download e ler o livro.

Para Terminar, deixo aqui uma das capa sugeridas para o lançamento da primeira edição. Tenho certeza que ela seria a primeira opção de muitos de vocês.

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