17Jul08
Google não recomendava visitar o IAB ou o Grupo de Mídia de SP.
Até semana passada o Google dizia que os sites estavam infectados. Teorias da conspiração podem apontar que o fato do Google não aceitar pagar comissionamento nunca foi bem visto pelas agências. A pressão teria causado tal movimento.
Besteira, duvido que não passe de uma grande e infeliz coincidência.
Mas não deixa de ser curioso, já imaginou o peso que teria uma censura vinda do Google? Poderiam usar a desculpa de malware, Black Hat SEO e até mesmo mudar sua fórmula para alterar o resultado orgânico de concorrentes.
Vixe, sem querer acabei lançando mais uma teoria da conspiração
30Jun08
Mais uma prova do aquecimento do mercado online, o Ibope vai relançar a ferramenta WebRF, descontinuada em 2002.
A ferramenta permite ao mídia trabalhar com alcance e freqüência (reach and frequency) em seu planejamento, ajudando a escolher os melhores veículos.
Deveríamos comemorar se não fosse um porém. Como a nova ferramenta usará a base do painel NetView, do Ibope Net/Ratings, terá os mesmos problemas do mesmo.
Me refiro a dois problemas básicos e graves do painel. O primeiro é o fato da seleção e da pesquisa serem realizadas por telefone fixo. Ter telefone em casa não é mais uma questão de renda ou faixa etária. Só para ficar em um exemplo, têm muita gente das classes AB deixando de usar telefone fixo. Isso demonstra uma relação diferente do consumidor com os meios de comunicação, certamente influenciado por celulares, mensageiros instantâneos e email.
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11Mar08
Eu já defendia o sucesso do iPhone antes (o que não é mérito nenhum) de seu lançamento. Também acho que, graças a usabilidade, ele ajudará a impulsionar o uso da web via celular. Mas além da Apple, outras empresas estão divulgando números (e tudo que é blog replicando sem questionar) com base em ad servers ou relatórios de acesso, cometendo um grave erro técnico.
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19Feb08
No final do ano passado participei do evento Arena Virtual, organizado pela ESPM. Foi moderado pelo professor Vinicius Pereira (ESPM) e teve também a participação da Suzana Apelbaum (Hello Interactive) e do Vicente Mastrocola (ESPM Digital).
Falamos sobre TV, meios digitais, games, massificação, Second Life e outros assuntos. Enquanto a transcrição completa não vai pro ar no site da ESPM Digital, resolvi pincelar duas interações distintas da platéia para colocar aqui. Segue:
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10Dec07
Pedro Silva, Diretor de Relações Externas da Procter & Gamble, disse que “as agências especializadas não conseguem a neutralidade desejada em relação aos meios”.
Enquanto a maré costuma reclamar que são as agências tradicionais que não são media neutral, parece que o Pedro está certo. Ainda no finalzinho deste ano, tem agência digital que continua levando seus clientes para o Second Life, mesmo com a plataforma agonizando.
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04Dec07
Quando você tem na platéia atenta e silenciosa um produtor e roteirista de Heroes, o social media Guru do Yahoo, gente de agências como Goodby, Digitas, Wieden e Naked, marcas como Hasbro e Nissan e os principais veículos de TV e Internet você precisa parar tudo e prestar atenção no que pode estar acontecendo. Ah, e lá no meio ainda estão os engravatados da Harvard Business School.
Essa foi a cena que presenciei por dois dias participando pelo Meio & Mensagem do evento “Futures of Entertainment 2”, no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Caras que estão no mercado de mídia, entretenimento e publicidade há dez, vinte anos mas ávidos e humildes para ouvir e compartilhar muitas coisas. E poucas delas eram cases. Os futuros em questão giravam em torno de: celular, cultura pop, novas métricas e o peso do fã na perenidade das marcas. E todo mundo de qualquer palestra, dizia que as marcas precisam começar a contar histórias para entrar na história diária de seus consumidores.
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03Dec07
No evento Digital Day da Microsoft que aconteceu nesta última sexta, Jeff Cole – diretor do Center for the Digital Future e PHD pela Universidade da Califórnia – discursou sobre a influência do “digital” sobre meios como TV ou jornal.
Entre outras coisas, Cole falou sobre a tendência da “television moves to down time”, assim como aconteceu com a voz (telefone). Com o modelo de negócio migrando do “desconto em certas horas/dias” para “pacotes de minutos” e com a facilidade de ter o telefone disponível em qualquer lugar, as pessoas passaram a usar o telefone no momento que era conveniente, quando não se tinha nada de melhor pra se fazer. Como no exemplo do palestrante, ligando pra mamãe que mora em outra cidade enquanto está no trânsito ou quando estiver esperando seu vôo no aeroporto e não mais no domingo de manhã quando era mais barato.
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22Nov07
Nas primeiras páginas do capítulo sobre TV do meu livro eu falo sobre o Portable People Meter. Abaixo um breve resumo:
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22Oct07
Talvez tenha virado moda ganhar dinheiro com publicidade. Primeiro foi a Microsoft, agora são as operadoras de celular.
A Blyk – um modelo de operadora de celular baseado em publicidade – oferece 217 SMS e 43 minutos de ligação de voz de graça para quem aceitar receber propaganda em seus aparelhos.
Não é exatamente novo, a Virgin já fez algo parecido e em outros segmentos já tivemos exemplos assim. A Gizmondo, um game portátil lançado em 2005 (que já faliu por outros motivos) fazia a mesma coisa. Se o jogador aceitasse receber 3 comerciais de 30 segundos por dia pagaria mais barato na hora de comprar o brinquedo.
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06Oct07
O Sérgio Valente é um dos caras que eu admiro no mercado. Conseguiu reconduzir a DM9 para o sucesso, tanto criativo como empresarial. Também fico a vontade pra falar bem dele porque nas duas ocasiões que tive contato, ele foi super simpático e nada arrogante (o que é legal para um cara do calibre dele). Me recebeu super bem quando eu fui dar uma palestra na DM9 este ano.
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