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O Poder da Segmentação

Al RiesFui assistir Al Ries no evento “O Poder da Segmentação – Atingindo Quem Importa” hoje cedo.

Ries é um tiozinho simpático, carismático e com voz agradável. Três qualidades que eu não terei nunca. Apesar disso, não consigo simpatizar com ele por um único motivo, ele é um destes gurus que pregam o guruzismo.

Com guruzismo quero dizer lançar livros que pregam a morte de algo ou receitas práticas para ter sucesso como “A Queda da Propaganda” e “As 22 consagradas Leis do Marketing”.

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O quanto se investe em TV no Brasil?

Mês passado falei que o investimento no meio Internet é maior do que o divulgado. A lógica é simples, assim como em meios tradicionais, a porção que se investe em conteúdo na web não é contabilizada. Acontece que na web não existe uma correlação de investimento, e por isso, em alguns casos o investimento em conteúdo pode ser responsável por boa parte da verba.

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O último bastião pode cair

É muito difícil fazer previsões, principalmente sobre o futuro. Esta frase é de Niels Bohr, Nobel de física. Futurologia é algo ingrato, mas esta dificuldade não nos impede de fazer algumas projeções.

E imaginar o impacto da TV digital no Brasil é bem interessante, mesmo se levarmos em conta algumas de suas influências indiretas.

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O que diferencia agência de produtora?

Na sua visão, o que diferencia uma agência de uma produtora? Não estou falando sobre o que a empresa vende, estou falando sobre o que você percebe na prática.

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Engajamento: a nova métrica do marketing

Dentro daqueles milhares de conceitos que aprendemos sobre marketing, um deles diz que o processo de compra é um funil. Baseada no princípio da subtração, essa idéia nos diz que a adoção por uma marca passa primeiro pelo conhecimento, depois consideração, preferência, ação e, enfim, a tão sonhada lealdade. Assim como num funil de verdade, de milhões de pessoas que forem atingidas pela sua comunicação, restarão algumas poucas verdadeiramente aliadas a sua marca.

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Futurista

Podem reclamar, mas não posso deixar de usar o blog para me auto promover às vezes. Na edição de hoje, o M&M entrevistou o futurista residente da The New York Times Company. O gostoso foi ver que a opinião do futurista bate com a minha (ou vice-versa, já que ele é bem mais famoso e importante que eu).

Muito do que ele citou na entrevista eu escrevi no meu livro e escrevo neste blog, cito um pedaço em particular.

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Porque propaganda na Internet é tão ruim?

A propaganda sempre vai ser propaganda, qualquer que seja o suporte, qualquer que seja a tecnologia, mídia, formato: uma mensagem comercial. E uma boa propaganda sempre vai ser uma boa propaganda, qualquer que seja o produto, a marca, ou o consumidor: uma mensagem comercial com impacto, brand linkage (tentei traduzir mas ficou horrível) e que agrada.

O que mudou, portanto, não é nem o propósito nem a forma de fazer nem a mídia.

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o que é tradicional?

Quando usamos o termo “tradicional” de uma maneira pejorativa (arcaico, antiquado e que contraria o progresso), é comum ser relacionado a mídia de massa. Mas se defendemos que o progresso é mídia neutral, agredir a TV (ou revista ou jornal) é entrar em contradição. Uma coisa é brigar por uma divisão de verba mais justa, outra bem diferente é dizer que a TV não presta pra nada.

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fale comigo ou não fale comigo

Das dez maiores agências, metade não tem email (nem formulário de email) em seus sites. Medo de spam, regra mundial ou simples despreparo?

A guerra dos mundos

war worldsDepois do primeiro post do blog, recebi alguns emails e mensagens perguntando quais seriam as qualidades de cada um dos mundos. Alguns dos emails vieram como críticas ferrenhas dizendo que tal mundo não teria nada a acrescentar.

ATL, BTL e Digital. Eu acho odiosa essa guerra de mundos. Isso já deveria ter perdido o sentido no Brasil, mas como a pergunta ficou no ar e como ainda não existem muitas agências realmente multidisciplinares, vou tentar descrever o que acredito que cada mundo tenha de bom:

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