TVs conectadas. Quando vai pegar?


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No Brasil, são vendidos cerca de 13 milhões de aparelhos de televisão por ano. (fonte: Eletros)

Destes, 17% são o que chamamos de smart TV ou TVs conectadas. (fonte: GFK Retail and Technology)

Um número que tende a subir (já subiu 5% em relação ao ano anterior), não apenas pela demanda dos consumidores, mas também porque nos próximos anos deverá se tornar padrão nos aparelhos, até mesmo nos mais baratos.

Parece pouco, mas uma conta rápida de padaria mostra que o número pode se tornar relevante em poucos anos.

Os 17% deste ano com 5% de crescimento anual dariam no final de 2013 — antes da Copa do Mundo — aproximadamente 9 milhões de aparelhos.

Esta é previsão pessimista.

E em uma previsão otimista, considerando um aumento anual de 10% nas venda de aparelhos com 20% deles sendo conectadas, teríamos cerca de 13 milhões deles antes da Copa.

E para uma previsão otimista, considerei um aumento anual de 20% nas venda de aparelhos com 30% deles sendo conectados.

Em resumo, corremos o risco de ter já na época da Copa, cerca de 18 milhões de TVs conectadas.

O número assusta pelo rápido crescimento, principalmente porque pode aumentar o impacto da internet na audiência da TV.

De qualquer forma, será rápido, mas apenas uma amostra do que deve acontecer daqui pra frente com vários outras tecnologias.

Fragmentação é um problema?

É e não é.

É porque atrapalha, tem um custo adicional para conseguir a cobertura necessária.

Não é porque isso sempre foi padrão no universo digital. Sempre existiu uma fragmentação na forma de exposição.

Há 20 anos, dava um trabalho imenso fazer multímidia para várias sistemas operacionais e várias configurações de computador (com ou sem placa de som, por exemplo). Há 10 ou 15 anos, era um saco produzir site para vários tipos e versões de sistemas operacionais e browsers (de certa forma, ainda é). Agora, com mobile, para ter cobertura é preciso fazer aplicativos para várias lojas, sistemas, vários tamanhos de tela, resolução, etc.

Então como costumam dizer: não é bug, é feature :D

Acostume-se e pare de reclamar.

O carro do futuro


Nos meus segundo e terceiro livro, fiz diversas previsões sobre o que deveríamos ver nos próximos anos baseado no que vimos até hoje. Cito abaixo uma delas:

Objetos vão interferir ativamente na manutenção de um ambiente sem formatos. Assim como hoje podemos realizar o download de um podcast para escutar na academia, poderemos aceitar uma nova programação para nossas casas, carros ou objetos a nossa volta. Talvez comprar um produto, não por suas características básicas, mas por sua inteligência.
Por exemplo, uma lâmpada poderia vir com um código para a época de Natal. Como um tema de computador, que em vez de mudar fundo de tela e ícones, interferisse em vários objetos pela casa.

Hoje, vi no blog do Tiago Dória este serviço conceito da Ford. Acho que exemplifica melhor o que eu falei no livro. Talvez no futuro, você escolha seu carro, não pelo modelo em si, mas por todos os serviços computacionais que sua marca oferece.

Cásper Líbero


Convidado pelo Prof. Rodney de Souza Nascimento, vou participar da Semana da Propaganda da Cásper Líbero na próxima segunda, dia 29 às 21 horas.

O tema da minha palestra será “Como as agencias estão mudando e o que isso significa para você.”

Para se inscrever, envie seu nome completo, RG, instituição que representa, telefone e qual palestra quer participar para o e-mail eventos@casperlibero.edu.br.

Alunos da Faculdade Cásper Líbero não precisam se inscrever para o evento.

Apple school of business


Sim, este é mais um texto sobre o Steve Jobs. Mas não vou falar do quanto ele mudou o mundo e todas as outras coisas que estão falando por ai. Também não vou falar o que ele representa pra mim.

Para mim, a frase que resume tudo é esta aqui:

Jobs’ resignation may not hurt the future of Apple. But it will certainly hurt the future. (@chaas)

Este é um texto sobre outro legado que o Jobs deixou que não vi ninguém comentar, pelo menos nas matérias e textos que eu li até agora.

Nos dias atuais, vivemos uma realidade onde o mundo corporativo investe na mediocridade. Um universo onde os grandes gurus vendem o corte de custos como solução de todos os problemas.

A cultura do curto prazo, dos produtos e serviços medíocres, do foco no próprio umbigo, e não o consumidor, de profissionais adestrados para não pensar, não ousar e não sair da curva.

E mais importante, uma cultura que menospreza o investimento em pesquisa e desenvolvimento e evita o risco a todo custo. Que não consegue rever o modelo de negócio e se reinventar, algo tão necessário atualmente.

Como é sabido, 80% da receita da Apple vem de iniciativas novas, com produtos e serviços que nem mesmo eram considerados da mesma indústria há 10 anos. A Apple se tornou uma empresa valiosa (a mais), lucrativa (e muito). Steve Jobs mostrou ao mundo que investir na inovação, no risco e no consumidor valem a pena, financeiramente falando.

É inegável que o Jobs mudou o mundo várias vezes para melhor e deixou um legado, a Apple que conhecemos hoje.

Mas se outras empresas compreenderem e aprenderem com o seu exemplo, o impacto no futuro não seria de uma empresa, mas de várias delas.

Entrevista HSM


Dei uma entrevista para a Patricia Buneker da HSM sobre a pesquisa #mobilize. Adorei o bate papo, abaixo tem o resumo do que conversamos, espero que vocês gostem também.

Quem é o consumidor móvel 2011


Dei uma entrevista para o blog do Silvio Meira sobre o estudo Mobilize Consumidor móvel. Vale a visita.

Estudo Consumidor Móvel 2011


Estudo realizado pela WMcCann e Grupo.Mobi com pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos MediaCT.

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Curso de marketing direto da ABEMD


Estão abertas as inscrições para a 20º curso livre de especialização em marketing direto da ABEMD, ano em que o curso completa 10 anos.

O curso, que eu tenho prazer de lecionar algumas das aulas, tem como objetivo formar gestores em Marketing Direto. Pessoas que dentro de uma operação saibam para que servem todas as ferramentas e como utilizá-las da melhor forma para empresa.

Durante as aulas os alunos aprendem temas fundamentais para ações de Marketing Direto, como canais que podem ser utilizados, life time value, fulfillment, estatística, entre outros.

Início: 09 de agosto de 2011
Carga Horária: 80hs/aula
Aulas: 3ªs e 5ªs, das 20hs às 22hs30
Local: Centro Brasileiro Britânico
Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 741 – 1º andar – Pinheiros – SP

Para maiores informações e inscrições, clique aqui.

Diburros at Comic-Con


O megabogafoda ilustrador Marcelo Braga (o mesmo que torna esse blog menos ordinário), estará na San Diego Comic-Con lançando seu 1º caderno de esboços, o Diburros Sketchbook 2011.

Ele estará no stand 1320, com seus consagrados amigos, Fábio Moon, Gabriel Bá, Rafael Albuquerque, Gustavo Duarte, Jill Thompson e Becky Cloonan.

Nesses eventos é muito comum que os artistas imprimam e vendam seus sketchbooks independentemente das editoras.

O Diburros Sketchbook 2011 tem um monte de desenhos, rabiscos e idéias feitas durante o almoço, esperando o dentista ou entre um trabalho e outro. São 52 páginas, 35 inéditas pelo menos.

Estudo Consumidor Móvel 2011


Saiu matéria na Revista Proxxima sobre o Estudo Consumidor Movel 2011, da WMcCann e Pontomobi com pesquisa do Instituto Ipsos.

Você pode ver na edição impressa ou aqui, na versão digital (a partir da página 29)