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Onipresente.

Em “A Estrada do Futuro” Bill Gates afirma como é importante saber exatamente a hora em que você tomou uma decisão errada e que, dia após dia, em sua carreira, ele pensou “será que foi agora que errei?”.

Já em “A Noite Americana”, numa cena hoje célebre, François Truffaut usa um diretor para ilustrar que o processo de decisão depende de um certo “gut feeling” (seja no mundo dos negócios, seja na arte).

Onipresente, o terceiro
li­vro de Ricardo Cavallini, fala das mudanças que estão ocorrendo com o consumidor, nas agências, na comunicação. Não apresenta fórmulas mágicas, mas colabora com conhecimento, tão importante nesses tempos empíricos.

Se você ainda não entendeu essa tênue relação entre o “gut felling” e o conhecimen­to, vale lembrar a frase antológica de Lee Trevino, um dos golfistas de maior sucesso no mundo. Após uma tacada longa e precisa, uma voz feminina gritou da arquibancada: “Que sorte!”. E Trevino respondeu em voz baixa, mas perto dos microfones: “É minha senhora…quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho.”

www.onipresentelivro.com.br

 

O Marketing Depois de Amanhã.

O Marketing depois de amanhã fala sobre o aparecimento de novas tecnologias e a influência que elas poderão exercer no marketing nos próximos anos.

A obra traz prefácio de Washington Olivetto, presidente da W/Brasil.

“O Marketing Depois de Amanhã é um objeto que fisicamente parece um livro, mas na verdade é uma espécie de tradutor simultâneo de tudo que está acontecendo e mudando no marketing e na comunicação de hoje e de um futuro próximo: amanhã cedo, por exemplo.”

O autor discorre sobre a fragmentação da audiência frente às novas mídias, como celulares e videogames, sem utilizar uma linguagem técnica ou termos complicados. Ainda para facilitar o entendimento, as tecnologias foram separadas por capítulos, nos quais o autor se aprofunda apresentando vários cases.

O livro também pode ser lido no Google Book.

www.depoisdeamanha.com.br

 

A Arte de Desperdiçar Energia

A Arte de Desperdiçar Energia conta a história do Boa Bronha, um site amador campeão de audiência da Internet brasileira.

Segundo o Ibope, em apenas três meses, o despretensioso site passou a ser um dos mais visitados do Brasil. Só como comparativo, o Google tinha, na mesma época, uma média mensal de 35 milhões de páginas vistas por brasileiros. O Boa Bronha alcançou 1,8 milhão, em um único dia.

Em 2002, a pedido da empresa em que trabalhava na época, a Globo.com, o autor montou um site pornô amador para alavancar a audiência do portal.

A obra traz prefácio de Marcelo Tas, jornalista e comunicador de TV.

www.boabronha.com.br

 


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