Monthly archives: July 2011

Estudo Consumidor Móvel 2011

Estudo realizado pela WMcCann e Grupo.Mobi com pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos MediaCT.

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Curso de marketing direto da ABEMD

Estão abertas as inscrições para a 20º curso livre de especialização em marketing direto da ABEMD, ano em que o curso completa 10 anos.

O curso, que eu tenho prazer de lecionar algumas das aulas, tem como objetivo formar gestores em Marketing Direto. Pessoas que dentro de uma operação saibam para que servem todas as ferramentas e como utilizá-las da melhor forma para empresa.

Durante as aulas os alunos aprendem temas fundamentais para ações de Marketing Direto, como canais que podem ser utilizados, life time value, fulfillment, estatística, entre outros.

Início: 09 de agosto de 2011
Carga Horária: 80hs/aula
Aulas: 3ªs e 5ªs, das 20hs às 22hs30
Local: Centro Brasileiro Britânico
Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 741 – 1º andar – Pinheiros – SP

Para maiores informações e inscrições, clique aqui.

Diburros at Comic-Con

O megabogafoda ilustrador Marcelo Braga (o mesmo que torna esse blog menos ordinário), estará na San Diego Comic-Con lançando seu 1º caderno de esboços, o Diburros Sketchbook 2011.

Ele estará no stand 1320, com seus consagrados amigos, Fábio Moon, Gabriel Bá, Rafael Albuquerque, Gustavo Duarte, Jill Thompson e Becky Cloonan.

Nesses eventos é muito comum que os artistas imprimam e vendam seus sketchbooks independentemente das editoras.

O Diburros Sketchbook 2011 tem um monte de desenhos, rabiscos e idéias feitas durante o almoço, esperando o dentista ou entre um trabalho e outro. São 52 páginas, 35 inéditas pelo menos.

Estudo Consumidor Móvel 2011

Saiu matéria na Revista Proxxima sobre o Estudo Consumidor Movel 2011, da WMcCann e Pontomobi com pesquisa do Instituto Ipsos.

Você pode ver na edição impressa ou aqui, na versão digital (a partir da página 29)

Vídeo Seminário Internacional de Comunicação

Para quem não teve oportunidade de ir no evento, segue abaixo o vídeo do Seminário Internacional de Comunicação.

10º Mobile Marketing Breakfast São Paulo.

Convidado pelo Leo Xavier da Pontomobi, estarei no 10º Mobile Marketing Breakfast São Paulo apresentando o estudo sobre o consumidor móvel, realizado pela WMcCann e Pontomobi, com pesquisa do Instituto Ipsos.

Não fiquem bravos, mas atropelado pela correria, esqueci de avisar vocês e o encontro será amanhã cedo.

Ainda assim, vale o post para dizer que o Twitter da WMcCann divulgará alguns dados em primeira mão fazendo a cobertura do evento.

E quem perder, poderá ver o estudo publicado na edição de Julho da Revista PROXXIMA

Aliás, aproveito para parabenizar o Pyr Marcondes pelo excelente trabalho que tem feito na revista.

Desenvolvedor virou gente

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Depois de décadas sendo tratado como cachorro, finalmente parece que chegou a vez do desenvolvedor.

Antes, com poucas opções, e todas controladas com uma mentalidade de mercado baseado em blockbusters, a relação entre donos de plataformas e desenvolvedores sempre foi difícil.

No mundo dos jogos, gigantes como a Sony, Nintendo e Microsoft tratavam (e ainda tratam) com mão de ferro um grupo restrito de empresas, cujos jogos precisavam vender milhões de unidades para obter algum lucro. Como eu disse uma vez, “os jogos são digitais mas seu modelo de negócio é analógico“.

Operadoras de celular também nunca valorizaram este mercado. Publicar em suas plataformas era um exercício de paciência e aceitação de um modelo pouco transparente.

É difícil de programar? Muitas regras e tudo mais? Problema seu, se quiser vender tem poucas opções de plataforma onde é possível obter algum lucro.

Na verdade tinha, o cenário mudou bastante.

Graças a Apple que abriu as porteiras, hoje todo fabricante de celular tem uma plataforma de aplicativos e uma loja para vendê-los. Tablets? Só na última CES vi quase 100 marcas diferentes. Mesmo que só uma parte seja lançada, já é muita coisa.

Media centers então, tem um monte e todo fabricante de TV vai precisar de desenvolvedores para produzir aplicativos para suas TVs conectadas. Já precisam. Sony, LG, Samsung e outros já estão nesta corrida, inclusive no Brasil.

Do outro lado, o desenvolvedor não tem tempo para investir no conhecimento de uma nova plataforma quando apenas uma ou duas delas já consomem sua capacidade de produção.

Principalmente se levarmos em conta que a grande maioria destes desenvolvedores são semi profissionais ou pequenas empresas (eu diria minúsculas).

Para piorar o cenário (para quem precisa deles), agora os desenvolvedores não precisam de ninguém. Com regras iguais para todos e um modelo onde se pode ganhar no long tail, ganharam poder para escolher e lançar o que quiser, quando quiser e onde quiser.

Ainda existem regras? Claro que sim, mas desenvolvedores que reclamam da Apple não têm ideia de como era se relacionar com Nintendo ou Sony.

Agora é assim, todo mundo perguntando para desenvolvedor o que faria ele desenvolver para sua plataforma. Tem treinamento de graça, developer kit de graça, festas e outros mimos para convencer alguém a olhar pra sua plataforma.

E alguma dúvida que teremos cada vez mais lugares para aplicações? Rádios, GPS’s, sistemas para a indústria automotiva e toda miríade de aparelhos que irão continuar surgindo nos próximos anos.

Como diria Silvio Meira, “tudo é software”. E nesse mundo novo, ser desenvolvedor tem sua graça.