Quando contei minha proposta para ser sabatinado do EBP 2010, alguns conhecidos tiraram sarro da minha cara. Disseram que eu virei celebridade.
Mas a verdade é que minha sugestão de fazer assim era por acreditar que seria o melhor formato. Melhor que escutar alguém falando sem parar com um script fixo e melhor que mesas redondas cheias de gente onde não sobra tempo para ninguém falar nada direito.
O formato não é novo, eu mesmo ja participei do outro lado, “sabatinando” o Marcelo Tas.
No final, eu gostei bastante do resultado, aproveito para agradecer o Gabriel Jacob pelo convite e ao Prof. Eric Messa por coordenar e elaborar as perguntas. Espero que vocês gostem também.
Algumas perguntas que foram abordadas no vídeo:
Qual o buraco que as agências ainda não ocuparam?
Existe alguma demanda latente no mercado publicitário?
O mercado é moderno e ágil ou conservador?
O mercado está evoluindo?
O que faz um vp de convergência?
Uma agência precisa de um vp de convergência?
As faculdades estão prontas para ensinar esse novo modelo?
O que é preciso para evoluir?
É preciso conhecer o sistema a fundo para poder subvertê-lo?
Eu preciso ter uma conta no twitter, no facebook, etc.?
Qual o conselho para alguém que está procurando um estágio hoje?
Você precisa ser seu próprio professor para aprender?
Como idenficar tendências?
Facebook é moda ou vale a pena usar?
Branded Content é o caminho natural, e Transmidia?
QR-Code, realidade aumentada e outros formatos tecnológicos morrem ou tem futuro?
Ah, adorei na edição, quando falo da minha mãe, mostram uma senhora na platéia, dando a impressão de ser minha mãe.
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11 comentários
Obrigado pela aula meu velho!
Cava,vc sabe se alguem pediu demissao depois da sua palesta?
Me contaram de 1 caso, mas eu nao atribuo ao meu texto nao. A empresa que a pessoa trabalhava é uma sweatshop daquelas que o funcionario precisa brigar pra poder ir pra casa tomar banho.
Ah, não era sua mãe?
)
Adorei o formato! Para mim, foi o melhor evento dos últimos tempos e, o mais incrível, por apenas R$ 150,00. Achei legal demais ver um mix de estudantes e profissionais na platéia, todo mundo prestando atenção nos painéis, num pleno sábado.
Nao era minha mãe nao
A brincadeira mostra a falta de profissionalismo de quem editou o video, mas eu achei graça
Fantástico!
Muito bom, fico muito agradecido por ter postado o video.
Gostaria de esclarecer uma dúvida se for possível… Qual é a real diferença entre Comunicação 360 e Transmídia?
Além disso, também gostaria da sua opinião… Você acha acredita que as agências digitais devem ser mais generalistas (variedade de meios de entrega, etc..) ou mais específicias? (Ex. só trabalhamos com publicidade em Apps, ou Realidade Aumentada)..
Muito obrigado e valeu mesmo, sou fã hehehe
Obrigado Estevao. Sobre 360 e transmidia, falo sobre esses e outros termos no livro Onipresente, baixa lá. É gratis
Sobre agencias digitais, quem é muito generalista (só apps, só RA) é produtora. Acho que tem espaço para produtoras especialistas, mas precisa tomar cuidado para nao focar em algo cuja procura pode diminuir de uma hora pra outra (como RA).
Muito obrigado mestre
Baixando o livro já e muito obrigado pela resposta…
Vou aproveitar da sua bondade, além do mobile e a integração da comunicação de uma forma geral, qual tendência você vê chegando forte a nível mundial? (tirando location etc)
Abraço!
hehe rs… got it
Abraço e parabéns mais uma vez
Grande Cava,
Sempre com uma visão de mercado e de futuro para acrescentar.
Achei ótima a apresentação. Agora o público com notebook aberto é um porre. Acho que essa atitude é mais pose do que necessidade real de ter um computador aberto em uma palestra. Só pq o tema é internet as pessoas tem que se mostrar com computadores? Então se eu for numa palestra sobre padaria as pessoas tem que ficar comento pãozinho na mão para mostrar que estão antenadas com o assunto? O povo metido a besta. Que diferença fez a mais na vida de alguém que ficou na palestra olhando para o notebook. Era muito melhor não ter ido ao vivo na palestra e depois ver tudo pelo notebook em ksa. Vai viver a realidade.