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	<title>Comments on: Redes Sociais, chegamos ao nosso limite?</title>
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		<title>By: Cesar Senatore</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14781</link>
		<dc:creator>Cesar Senatore</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 17:43:38 +0000</pubDate>
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		<description>A amostra do netratings é casa+trabalho. Antes era só casa, e todo mundo esperneava dizendo que tinha muita gente de fora. O Ibope sempre disse que users no trabalho representariam uns 30 a 35% de acréscimo no universo. Foi o q aconteceu.
Penso que o buraco é mais embaixo. muita gente nova entrando [leia-se classe C e D] e que ainda esta descobrindo o meio. Lembra de qdo todos aqui acessaram o chat via linha discada a primeira vez. pois é.
nós não somos referência de consumo de internet, e somos mmuito, mas muito fora da curva.
o limite ainda não começou, o universo da web aqui pode dobrar. e num país onde quase metade das buscas no google é por ww.algumacoisa.com.br podemos assumir que trata-se de ignorância digital.
As pessoas ainda vão descobrir o twitter e depois vão descobrir como funciona e pra que serve........ 
Enfim, não sei desses numeros mas se foi mudança brusca é metodologia. mesmo pq durante um tempo vc não podia comparar os paises por conta das diferentes metodologias. vai ver que alinhou tudo [casa+trabalho em todos os paises e agora podemos comparar].
google buzz [se entrou nessa categoria] já começa com 200 milhões de users, o que desvia qquer base.

E a resposta para sua pergunta é: Não. Aliás estamos muito longe dele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A amostra do netratings é casa+trabalho. Antes era só casa, e todo mundo esperneava dizendo que tinha muita gente de fora. O Ibope sempre disse que users no trabalho representariam uns 30 a 35% de acréscimo no universo. Foi o q aconteceu.<br />
Penso que o buraco é mais embaixo. muita gente nova entrando [leia-se classe C e D] e que ainda esta descobrindo o meio. Lembra de qdo todos aqui acessaram o chat via linha discada a primeira vez. pois é.<br />
nós não somos referência de consumo de internet, e somos mmuito, mas muito fora da curva.<br />
o limite ainda não começou, o universo da web aqui pode dobrar. e num país onde quase metade das buscas no google é por ww.algumacoisa.com.br podemos assumir que trata-se de ignorância digital.<br />
As pessoas ainda vão descobrir o twitter e depois vão descobrir como funciona e pra que serve&#8230;&#8230;..<br />
Enfim, não sei desses numeros mas se foi mudança brusca é metodologia. mesmo pq durante um tempo vc não podia comparar os paises por conta das diferentes metodologias. vai ver que alinhou tudo [casa+trabalho em todos os paises e agora podemos comparar].<br />
google buzz [se entrou nessa categoria] já começa com 200 milhões de users, o que desvia qquer base.</p>
<p>E a resposta para sua pergunta é: Não. Aliás estamos muito longe dele.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Rodrigo Leme</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14780</link>
		<dc:creator>Rodrigo Leme</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 17:55:11 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href=&#039;#14751&#039; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Bruno Gonçalves&lt;/a&gt;, acho que teu raciocínio está no caminho certo. A participação em blogs tem dimnuído, e não senti um aumento de engajamento nas alternativas (microblogging). Claro, isso tudo é a minha visão, limita da à minha atuação.

Porém, indo além do palpite, será não faltam forças engajadoras no Brasil? Empresas, pessoas, pensadores que estimulem a interação? Veja a quantidade de celebridades de TV que dominam o topo do Twitter: é legal, atrai pessoas, mas não cria comprometimento, tesão, não estimula a discussão. No corporativo então nem se fala, rede social é palavrão para a maioria das empresas. 

Eu acho que a diferença de crescimento daqui para outros países pode passar por metodologia sim, mas acho que ainda não achamos a fórmula para criar laços fortes, que por sua vez criam engajamento. Adoramos uma novidade, mas falta o instrumental e as referências para o comprometimento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href='#14751' rel="nofollow">Bruno Gonçalves</a>, acho que teu raciocínio está no caminho certo. A participação em blogs tem dimnuído, e não senti um aumento de engajamento nas alternativas (microblogging). Claro, isso tudo é a minha visão, limita da à minha atuação.</p>
<p>Porém, indo além do palpite, será não faltam forças engajadoras no Brasil? Empresas, pessoas, pensadores que estimulem a interação? Veja a quantidade de celebridades de TV que dominam o topo do Twitter: é legal, atrai pessoas, mas não cria comprometimento, tesão, não estimula a discussão. No corporativo então nem se fala, rede social é palavrão para a maioria das empresas. </p>
<p>Eu acho que a diferença de crescimento daqui para outros países pode passar por metodologia sim, mas acho que ainda não achamos a fórmula para criar laços fortes, que por sua vez criam engajamento. Adoramos uma novidade, mas falta o instrumental e as referências para o comprometimento.</p>
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		<title>By: vinicius romano</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14779</link>
		<dc:creator>vinicius romano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 00:59:07 +0000</pubDate>
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		<description>uma coisa que eu acho que aconteceu foi o aumento de redes sociais pela internet! com esse aumento houve o mesmo que acontece quando você acende uma luz em um quarto cheio de baratas: elas correm pra todos os lados; você não vê mais todas juntas, mas elas estão no mesmo número dentro daquele quarto! (onde as baratas são as pessoas e o quarto é a internet)
com essas milhões formas de se expressar pela internet, muitas pessoas acharam o &quot;seu lugar&quot; e pararam de usar o lugar onde antes frequentavam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>uma coisa que eu acho que aconteceu foi o aumento de redes sociais pela internet! com esse aumento houve o mesmo que acontece quando você acende uma luz em um quarto cheio de baratas: elas correm pra todos os lados; você não vê mais todas juntas, mas elas estão no mesmo número dentro daquele quarto! (onde as baratas são as pessoas e o quarto é a internet)<br />
com essas milhões formas de se expressar pela internet, muitas pessoas acharam o &#8220;seu lugar&#8221; e pararam de usar o lugar onde antes frequentavam.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: M. Capucci</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14778</link>
		<dc:creator>M. Capucci</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 06:39:22 +0000</pubDate>
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		<description>Se o estudo realmente ignora LanHouse, CyberCafé, faculdades, etc. pode estar exatamente aí o problema da falta de crescimento.

Como comentaram o fato de estarmos &quot;na frente&quot; no que diz respeito ao uso das redes sociais e já estarmos numa tendência de abandono, que será seguida pelos outros países, isso se reflete numa faixa de usuários que já está &quot;desgastada&quot; pois já eram hard users de redes sociais e onde poderíamos ter atingido um crescimento como dos outros países, que foi o crescimento de acesso através de LanHouses e afins ficou de fora.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se o estudo realmente ignora LanHouse, CyberCafé, faculdades, etc. pode estar exatamente aí o problema da falta de crescimento.</p>
<p>Como comentaram o fato de estarmos &#8220;na frente&#8221; no que diz respeito ao uso das redes sociais e já estarmos numa tendência de abandono, que será seguida pelos outros países, isso se reflete numa faixa de usuários que já está &#8220;desgastada&#8221; pois já eram hard users de redes sociais e onde poderíamos ter atingido um crescimento como dos outros países, que foi o crescimento de acesso através de LanHouses e afins ficou de fora.</p>
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	<item>
		<title>By: ElcioFernando</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14777</link>
		<dc:creator>ElcioFernando</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 05:00:25 +0000</pubDate>
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		<description>Cava, acredito que uma influência seja o comportamento de mobilidade/mudança que o jovem brasileiro possui. Há mtos modismo e a quantidade enorme de informações dificulta a fixação em um local. Sobre os limites, tal qual mercados, as redes sociais tbém possuem seus limites, mas ainda pendo que tenha mto mais lenha p/ queimar.
Abs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cava, acredito que uma influência seja o comportamento de mobilidade/mudança que o jovem brasileiro possui. Há mtos modismo e a quantidade enorme de informações dificulta a fixação em um local. Sobre os limites, tal qual mercados, as redes sociais tbém possuem seus limites, mas ainda pendo que tenha mto mais lenha p/ queimar.<br />
Abs.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo Cavallini</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14776</link>
		<dc:creator>Ricardo Cavallini</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 21:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href=&#039;#14775&#039; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Neto&lt;/a&gt;, é por ai. De qualquer forma, a mudança é importante. Seja por um erro de metodologia, seja por termos chego a um limite.

Chegando a um limite ou nao, os brasileiros adotoram as redes sociais na frente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href='#14775' rel="nofollow">Neto</a>, é por ai. De qualquer forma, a mudança é importante. Seja por um erro de metodologia, seja por termos chego a um limite.</p>
<p>Chegando a um limite ou nao, os brasileiros adotoram as redes sociais na frente.</p>
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	<item>
		<title>By: Neto</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14775</link>
		<dc:creator>Neto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 21:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>Cava,

curioso. 

o livro the drunkward&#039;s walk - how randomness rules our lives, conta uma história bonitinha:
diz que os exames para saber paternidade, esses de DNA, são aceitos judicialmente, porque ocorre, em média, um erro em cada 2 milhões de amostras. por ser perto do insignificante, aceita-se como verdade. 

acontece que nestes mesmos laboratórios, existe um caso de troca de amostra em cada 200 mil exames. ou seja, o erro que era &quot;insignificante&quot; ganha uma enorme importância e, inclusive, faz pensar se realmente os exames de DNA devem ser tão &quot;incontestáveis&quot; ou ao menos se não deveria ser sempre exigida uma contra-prova (o que não é o caso em muitos estados americanos).

lembrei disso porque além da metodologia de fora não incluir o crescimento das redes no celular (como disse o azeredo) e a daqui não incluir lan houses e cyber (como você disse), ainda deve existir uma infinidade de outras sutilezas que poderiam ter contaminado os resultados, que por serem tão estranhos, devem ser vistos com cuidado.

e mais: suspeito de tudo que tenha o IBOPE no meio.

mas não quero falar sobre metodologia e pesquisa. 

prefiro falar sobre o post e o seu insight.

se o &quot;chegamos&quot; do título se refere a nós, brasileiros e se - esquecendo tudo que falei acima - levarmos a sério todos esses dados e acreditarmos que realmente atingimos a saturação, tudo isso tem um lado bom: em função de nossa alta aderência, pode ser que a gente esteja apenas na frente da curva novamente, sinalizando ao mundo que a pulverização das redes sociais está criando um gradual desinteresse. nesse caso, já teríamos atingido o pico e começado nossa curva descendente, para sermos seguidos por australia, eua e uk em breve.

afinal, na prática, quanto mais gente fala, menos gente ouve e, eventualmente, podemos ter sacado isso antes dos outros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cava,</p>
<p>curioso. </p>
<p>o livro the drunkward&#8217;s walk &#8211; how randomness rules our lives, conta uma história bonitinha:<br />
diz que os exames para saber paternidade, esses de DNA, são aceitos judicialmente, porque ocorre, em média, um erro em cada 2 milhões de amostras. por ser perto do insignificante, aceita-se como verdade. </p>
<p>acontece que nestes mesmos laboratórios, existe um caso de troca de amostra em cada 200 mil exames. ou seja, o erro que era &#8220;insignificante&#8221; ganha uma enorme importância e, inclusive, faz pensar se realmente os exames de DNA devem ser tão &#8220;incontestáveis&#8221; ou ao menos se não deveria ser sempre exigida uma contra-prova (o que não é o caso em muitos estados americanos).</p>
<p>lembrei disso porque além da metodologia de fora não incluir o crescimento das redes no celular (como disse o azeredo) e a daqui não incluir lan houses e cyber (como você disse), ainda deve existir uma infinidade de outras sutilezas que poderiam ter contaminado os resultados, que por serem tão estranhos, devem ser vistos com cuidado.</p>
<p>e mais: suspeito de tudo que tenha o IBOPE no meio.</p>
<p>mas não quero falar sobre metodologia e pesquisa. </p>
<p>prefiro falar sobre o post e o seu insight.</p>
<p>se o &#8220;chegamos&#8221; do título se refere a nós, brasileiros e se &#8211; esquecendo tudo que falei acima &#8211; levarmos a sério todos esses dados e acreditarmos que realmente atingimos a saturação, tudo isso tem um lado bom: em função de nossa alta aderência, pode ser que a gente esteja apenas na frente da curva novamente, sinalizando ao mundo que a pulverização das redes sociais está criando um gradual desinteresse. nesse caso, já teríamos atingido o pico e começado nossa curva descendente, para sermos seguidos por australia, eua e uk em breve.</p>
<p>afinal, na prática, quanto mais gente fala, menos gente ouve e, eventualmente, podemos ter sacado isso antes dos outros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: enio</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14773</link>
		<dc:creator>enio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 19:36:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/?p=1685#comment-14773</guid>
		<description>Azeredo escreveu &#039;Quando tivermos aparelhos a preços (realmente) acessíveis e planos de Internet sem limite que custem menos de 25% do salário mínimo acho que “retomaremos nosso posto”.&#039;

Isso (e &#039;adjacencias&#039;) provavelmente explica e é realmente o que fica de fora da conta de institutos de pesquisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Azeredo escreveu &#8216;Quando tivermos aparelhos a preços (realmente) acessíveis e planos de Internet sem limite que custem menos de 25% do salário mínimo acho que “retomaremos nosso posto”.&#8217;</p>
<p>Isso (e &#8216;adjacencias&#8217;) provavelmente explica e é realmente o que fica de fora da conta de institutos de pesquisa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo Cavallini</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14772</link>
		<dc:creator>Ricardo Cavallini</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 19:19:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/?p=1685#comment-14772</guid>
		<description>&lt;a href=&#039;#14771&#039; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Azeredo&lt;/a&gt;, seria uma boa explicacao. Estamos migrando para o celular e assim, esses dados nao estariam no relatorio. Ainda assim, acho a explosao la fora e a mudança de apenas 2 minutos no nosso tempo muito estranha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href='#14771' rel="nofollow">Azeredo</a>, seria uma boa explicacao. Estamos migrando para o celular e assim, esses dados nao estariam no relatorio. Ainda assim, acho a explosao la fora e a mudança de apenas 2 minutos no nosso tempo muito estranha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Azeredo</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2010/03/10/redes-sociais-chegamos-ao-nosso-limite/comment-page-1/#comment-14771</link>
		<dc:creator>Azeredo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 19:17:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/?p=1685#comment-14771</guid>
		<description>Meu singelo e curto comentário: explosão da web no celular. O celular (e as redes sociais) são o novo &quot;intervalo para o café&quot; ou &quot;pausa  para o cigarrinho&quot; nas empresas lá fora.

Quando tivermos aparelhos a preços (realmente) acessíveis e planos de Internet sem limite que custem menos de 25% do salário mínimo acho que &quot;retomaremos nosso posto&quot;.

Abs,
A.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu singelo e curto comentário: explosão da web no celular. O celular (e as redes sociais) são o novo &#8220;intervalo para o café&#8221; ou &#8220;pausa  para o cigarrinho&#8221; nas empresas lá fora.</p>
<p>Quando tivermos aparelhos a preços (realmente) acessíveis e planos de Internet sem limite que custem menos de 25% do salário mínimo acho que &#8220;retomaremos nosso posto&#8221;.</p>
<p>Abs,<br />
A.</p>
]]></content:encoded>
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