Monthly archives: December 2009

Camisetas Diburros

Uma das coisas que eu mais curto em escrever para o blog é esperar pelas ilustrações. Digo isso porque, assim como vocês, a ilustração é uma surpresa para mim também.

O Braga não recebe briefing, apenas o texto. E a graça é que eu não aprovo nem reprovo as ilustrações. Do jeito que chegam, sobem pro blog.

Reprovações aconteceram, mas sempre por ele mesmo, que mandava na sequência uma ilustração ainda mais legal que a primeira.

O engraçado é que, desta forma, o Braga vira co-autor do blog, pois muitas ilustrações acabam dando um peso diferente ao texto, deixando mais agressivo ou mais ameno.

Mas enfim, a Granma está fazendo algumas camisetas com os desenhos do Braga, entre elas, a dos posts Atendimento por que estás tão triste? e Faltou humildade no IV Congresso?

Para reservar a sua é só clicar nas imagens.

Não perca seu tempo, ou melhor, não perca o meu.

Acabo de receber um email pedindo ajuda para recolocação profissional. O autor é taxativo:

…fui contratado na época por causa do meu grande know-how…
…você não conhece ninguém no meu nível (Aposto !)

clique para ampliarEu conheço muito pouco a pessoa em questão para opinar. Conheço tão pouco que nem soube dizer ser ele estava sendo irônico. Enfim, apesar de grande cético em relação a competência das pessoas, não estou aqui fazer uma aposta pública da qualidade profissional do mesmo.

O que me incomoda no email nem é seu tom, mas a falta de capacidade em trazer resultados.

Se a pessoa que recebeu o email concorda com seu autor, a afirmação é desnecessária. Se conhece e não concorda, duvido (ou melhor, eu aposto), que o email não o faria mudar de opinião. E, em último caso, se quem recebeu não conhece o autor, dizer isso não seria suficiente para convencer ninguém. Tudo isso sem contar o risco de parecer arrogante.

Podemos criticar o autor do email, mas este tipo de postura é padrão em muitas empresas, afinal, em quantos comerciais você não escuta afirmações deste tipo?

Este email também me fez lembrar de uma situação muito comum em alguns eventos.

Aquela que alguém se aproveita do microfone em mãos para fazer um jabá de sua empresa.

Estou aqui para introduzir o palestrante a seguir, mas antes gostaria de dizer que minha empresa esta crescendo e que nosso produto é um sucesso.

Descabido, fora de hora e, pior de tudo, inútil como o email que abriu este texto.