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	<title>Comments on: Gestão por decreto</title>
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		<title>By: Pedro</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14028</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 19:49:33 +0000</pubDate>
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		<description>Se o cara é pilantra aos 20, não é a faculdade que vai torná-lo ético.

Os caras do Goldman Sachs daqui a pouco receberão polpudos bônus, como se nada tivesse acontecido no último ano. Se nem a maior das crises até aqui foi capaz de dar alguma lição, é tolice acreditar que isso virá dos professores. 

A verdade é que Harvard e outras faculdades não têm muito o que fazer no campo ético. Acho mais válida &lt;a href=&quot;http://www.businessweek.com/managing/content/jul2009/ca2009072_489734.htm?chan=careers_managing+index+page_top+stories&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;o mea culpa da professora Shoshana Zubbov&lt;/a&gt;, também de harvard, ao questionar o foco excessivo no valor para o acionista, quando sabemos que esta está longe de ser a melhor métrica para avaliar uma empresa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se o cara é pilantra aos 20, não é a faculdade que vai torná-lo ético.</p>
<p>Os caras do Goldman Sachs daqui a pouco receberão polpudos bônus, como se nada tivesse acontecido no último ano. Se nem a maior das crises até aqui foi capaz de dar alguma lição, é tolice acreditar que isso virá dos professores. </p>
<p>A verdade é que Harvard e outras faculdades não têm muito o que fazer no campo ético. Acho mais válida <a href="http://www.businessweek.com/managing/content/jul2009/ca2009072_489734.htm?chan=careers_managing+index+page_top+stories" rel="nofollow">o mea culpa da professora Shoshana Zubbov</a>, também de harvard, ao questionar o foco excessivo no valor para o acionista, quando sabemos que esta está longe de ser a melhor métrica para avaliar uma empresa.</p>
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		<title>By: Ricardo Cavallini</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14027</link>
		<dc:creator>Ricardo Cavallini</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 15:34:30 +0000</pubDate>
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		<description>Apesar de concordar com voces, ainda acho que a faculdade tem seu papel sim, pode e deveria fazer algo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de concordar com voces, ainda acho que a faculdade tem seu papel sim, pode e deveria fazer algo.</p>
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		<title>By: Michel</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14026</link>
		<dc:creator>Michel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 14:13:28 +0000</pubDate>
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		<description>A ética está na formação do caráter da pessoa, não vai ser uma faculdade que vai ensinar um cidadão a como se portar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ética está na formação do caráter da pessoa, não vai ser uma faculdade que vai ensinar um cidadão a como se portar.</p>
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		<title>By: Fábio Adiron</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14025</link>
		<dc:creator>Fábio Adiron</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 23:59:57 +0000</pubDate>
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		<description>Mais do que se ensinar na escola, ética é uma coisa socialmente construída. Ela se forma, ou deforma, no dia-a-dia. 

E é no dia-a-dia que os comportamentos vão construindo valores nas mentes e nos corações. 

Faz todo sentido (lógico, não ético) que a gestão se construa sobre prêmios por desempenho de curto prazo. Afinal, temos sidos bombardeamos pela cultura que nos faz crer que valemos pelo que temos e não pelo que somos, portanto precisamos ter cada vez mais, e mais rápido, caso contrário o vizinho vai ter aquele novo gadget antes da gente, e viramos seres sub-humanos.

Outro &quot;valor&quot; bastante difundido é de que os fins justificam os meios. Vivemos na sociedade do vale tudo.

Tristes tempos, mas não vai ser a formação acadêmica que vai mudar isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que se ensinar na escola, ética é uma coisa socialmente construída. Ela se forma, ou deforma, no dia-a-dia. </p>
<p>E é no dia-a-dia que os comportamentos vão construindo valores nas mentes e nos corações. </p>
<p>Faz todo sentido (lógico, não ético) que a gestão se construa sobre prêmios por desempenho de curto prazo. Afinal, temos sidos bombardeamos pela cultura que nos faz crer que valemos pelo que temos e não pelo que somos, portanto precisamos ter cada vez mais, e mais rápido, caso contrário o vizinho vai ter aquele novo gadget antes da gente, e viramos seres sub-humanos.</p>
<p>Outro &#8220;valor&#8221; bastante difundido é de que os fins justificam os meios. Vivemos na sociedade do vale tudo.</p>
<p>Tristes tempos, mas não vai ser a formação acadêmica que vai mudar isso.</p>
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	<item>
		<title>By: Gustavo</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14020</link>
		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 22:25:21 +0000</pubDate>
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		<description>Interessantes os aspectos comentados pelo Marcelo. Obviamente, nenhum modelo de negócio encontra base de sustentação em fraudes e más práticas em geral. Não no longo prazo. Cedo ou tarde entram em colapso, e tem de devolver todo o valor artificialmente criado até então. Apesar de concordar com o conceito de que valores éticos devem ser incorporados muito antes de chegarmos à Faculdade, creio que há um &quot;caminho do meio&quot; em que as questões éticas podem sim, ocupar espaço em Universidades, MBAs e afins: mostrar da maneira mais realista possível, o estrago gerado na vida de um executivo (e sua família) que se deixou seduzir pelo bônus, ou amedrontar pela ameaça de desemprego ao não atingir suas metas, e acabou por adotar uma moral &quot;flexível&quot;. Curiosamente, no nosso dia a dia, lemos a respeito das consequencias nos jornais, mas as tratamos como se habitassem um mundo distante do nosso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessantes os aspectos comentados pelo Marcelo. Obviamente, nenhum modelo de negócio encontra base de sustentação em fraudes e más práticas em geral. Não no longo prazo. Cedo ou tarde entram em colapso, e tem de devolver todo o valor artificialmente criado até então. Apesar de concordar com o conceito de que valores éticos devem ser incorporados muito antes de chegarmos à Faculdade, creio que há um &#8220;caminho do meio&#8221; em que as questões éticas podem sim, ocupar espaço em Universidades, MBAs e afins: mostrar da maneira mais realista possível, o estrago gerado na vida de um executivo (e sua família) que se deixou seduzir pelo bônus, ou amedrontar pela ameaça de desemprego ao não atingir suas metas, e acabou por adotar uma moral &#8220;flexível&#8221;. Curiosamente, no nosso dia a dia, lemos a respeito das consequencias nos jornais, mas as tratamos como se habitassem um mundo distante do nosso.</p>
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		<title>By: José Lucas</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14019</link>
		<dc:creator>José Lucas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 19:02:44 +0000</pubDate>
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		<description>Cava, dizer que é possivel encerrar a discussão sobre o que é ética (ou qual a ética certa), e aferir se qualquer conduta empresarial está &quot;fora&quot;, ou &quot;dentro&quot; é cometer o mesmo erro de achar que é possível criar um Código de Ètica que resolva esse problema. Esse caso é o da clássica falácia de se confundir ética com regramento, normas, um código. A ética, de fato, é uma discussão, como comentárias a um post, sempre em aberto. Pauta em parlamento que nunca para de tergiversar. 

Falar que precisamos &quot;revisar os métodos empresariais&quot; para tutelar &quot;transparência, integridade, colaboração e sustentabilidade&quot; como valores é a mesma demagogia de criar o ECA e achar que vai no dia seguinte vai pipocar escola e que nenuma criança vai passar fome. Uma nova regra não reprograma a realidade só por ser escrita em algum lugar. 

&quot;Criar sistemas de mensuração do desempenho mais holísticos&quot; como disse o autor, ou &quot;criar fórmulas, modelos e índices que permitissem aos boards, criarem métricas de performance de longo prazo&quot; como disse você, é exatamente a mesma coisa. É o mesmo jeito, método, modus operandi, que vem se tomando hoje, só que apontando em outra direção. 

O Zé Lucas do passado, que não mais habita esse corpo, te diria que a única forma de atenuar essa dormência seria os tais &quot;colaboradores&quot; começarem a dizer &quot;não&quot; toda vez que são demandados a fazer algo que julgam, segunda sua própria moral, de natureza questionável. Mas o Zé de hoje tem certeza que nenhuma empresa está disposta a estimular insubordinação nos seus subalternos. Noutra banda, todo mundo está anestesiado demais, esperando a  hora do chuveiro da Mulher Samambaia no &quot;A Fazenda&quot;, ou com medo demais de abrir a boca ao patrão. O anestesiado tem a paz a perder, e o medroso preferiu trocar a paz pelo salário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cava, dizer que é possivel encerrar a discussão sobre o que é ética (ou qual a ética certa), e aferir se qualquer conduta empresarial está &#8220;fora&#8221;, ou &#8220;dentro&#8221; é cometer o mesmo erro de achar que é possível criar um Código de Ètica que resolva esse problema. Esse caso é o da clássica falácia de se confundir ética com regramento, normas, um código. A ética, de fato, é uma discussão, como comentárias a um post, sempre em aberto. Pauta em parlamento que nunca para de tergiversar. </p>
<p>Falar que precisamos &#8220;revisar os métodos empresariais&#8221; para tutelar &#8220;transparência, integridade, colaboração e sustentabilidade&#8221; como valores é a mesma demagogia de criar o ECA e achar que vai no dia seguinte vai pipocar escola e que nenuma criança vai passar fome. Uma nova regra não reprograma a realidade só por ser escrita em algum lugar. </p>
<p>&#8220;Criar sistemas de mensuração do desempenho mais holísticos&#8221; como disse o autor, ou &#8220;criar fórmulas, modelos e índices que permitissem aos boards, criarem métricas de performance de longo prazo&#8221; como disse você, é exatamente a mesma coisa. É o mesmo jeito, método, modus operandi, que vem se tomando hoje, só que apontando em outra direção. </p>
<p>O Zé Lucas do passado, que não mais habita esse corpo, te diria que a única forma de atenuar essa dormência seria os tais &#8220;colaboradores&#8221; começarem a dizer &#8220;não&#8221; toda vez que são demandados a fazer algo que julgam, segunda sua própria moral, de natureza questionável. Mas o Zé de hoje tem certeza que nenhuma empresa está disposta a estimular insubordinação nos seus subalternos. Noutra banda, todo mundo está anestesiado demais, esperando a  hora do chuveiro da Mulher Samambaia no &#8220;A Fazenda&#8221;, ou com medo demais de abrir a boca ao patrão. O anestesiado tem a paz a perder, e o medroso preferiu trocar a paz pelo salário.</p>
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		<title>By: Cesar Senatore</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14018</link>
		<dc:creator>Cesar Senatore</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 18:24:44 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Marcelo, de qualquer maneira sabemos que para efetuar qualquer mudança temos que estar dentro do trem do capitalismo, nas empresas, atuantes nesse sentido, de melhorar os padrões / condições para o desenvolvimento efetivo do negócio, efetivo no sentido de sustentável, viável e mais igualitário.
mas penso tbm que isso é reflexo de muito tempo educando as pessoas na cultura do 2º colocado ser o primeiro dos últimos. E tbm na cultura do [hiper] consumo.
E mudar isso leva tempo, muito mais do que nós poderemos aproveitar. E isso de maneira alguma deve se tornar um impeditivo para a mudança, pois ela é mais que necessária.
E assim a revisão não tem que ser apenas na gestão empresarial, mas na sociedade como um todo. Pois é muito fácil reclamar do senador que rouba, mas é muito difícil assumir que fazemos exatamente o mesmo ao &quot;molhar a mão de um guarda&quot;, ou colar numa prova.
Sim, tem uma distância abissal entre os atos, mas na essência é a mesma coisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Marcelo, de qualquer maneira sabemos que para efetuar qualquer mudança temos que estar dentro do trem do capitalismo, nas empresas, atuantes nesse sentido, de melhorar os padrões / condições para o desenvolvimento efetivo do negócio, efetivo no sentido de sustentável, viável e mais igualitário.<br />
mas penso tbm que isso é reflexo de muito tempo educando as pessoas na cultura do 2º colocado ser o primeiro dos últimos. E tbm na cultura do [hiper] consumo.<br />
E mudar isso leva tempo, muito mais do que nós poderemos aproveitar. E isso de maneira alguma deve se tornar um impeditivo para a mudança, pois ela é mais que necessária.<br />
E assim a revisão não tem que ser apenas na gestão empresarial, mas na sociedade como um todo. Pois é muito fácil reclamar do senador que rouba, mas é muito difícil assumir que fazemos exatamente o mesmo ao &#8220;molhar a mão de um guarda&#8221;, ou colar numa prova.<br />
Sim, tem uma distância abissal entre os atos, mas na essência é a mesma coisa.</p>
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	<item>
		<title>By: Ricardo Cavallini</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14017</link>
		<dc:creator>Ricardo Cavallini</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 16:16:28 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acho o conceito bom, mas concordo com as criticas, acho que é apenas jogar perfume no cocô.

O que adianta tentar ensinar ética para um marmanjo que esta se formando? E mais, é muita pretensão achar que a academia tem a admiracao dos alunos a ponto de convencer alguem sobre este assunto.

Acho a sugestao de caçar diplomas utópica e pouco efetiva. As leis americanas mudaram, agora tem até cadeia pra quem faz merda. E ainda assim, o problema nao se resolve.

Acho que seria mais pratico se a faculdade ajudasse a criar fórmulas, modelos e índices que permitissem aos boards, criarem métricas de performance de longo prazo.

Ainda assim, acho que este é o assunto mais importante atualmente e por isso acho louvável e fico feliz com a iniciativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho o conceito bom, mas concordo com as criticas, acho que é apenas jogar perfume no cocô.</p>
<p>O que adianta tentar ensinar ética para um marmanjo que esta se formando? E mais, é muita pretensão achar que a academia tem a admiracao dos alunos a ponto de convencer alguem sobre este assunto.</p>
<p>Acho a sugestao de caçar diplomas utópica e pouco efetiva. As leis americanas mudaram, agora tem até cadeia pra quem faz merda. E ainda assim, o problema nao se resolve.</p>
<p>Acho que seria mais pratico se a faculdade ajudasse a criar fórmulas, modelos e índices que permitissem aos boards, criarem métricas de performance de longo prazo.</p>
<p>Ainda assim, acho que este é o assunto mais importante atualmente e por isso acho louvável e fico feliz com a iniciativa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Fernand Alphen</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14016</link>
		<dc:creator>Fernand Alphen</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 16:01:34 +0000</pubDate>
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		<description>Confesso que fiquei perplexo com o post. Como assim &quot;ensinar valores e ética&quot;? 

Não tenho a pretensão de entrar numa discussão tão sábia, mas eu acho q &quot;ensinar&quot; essas coisas na faculdade, é uma batalha perdida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que fiquei perplexo com o post. Como assim &#8220;ensinar valores e ética&#8221;? </p>
<p>Não tenho a pretensão de entrar numa discussão tão sábia, mas eu acho q &#8220;ensinar&#8221; essas coisas na faculdade, é uma batalha perdida.</p>
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	<item>
		<title>By: Fernando Cruz</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2009/07/16/gestao-por-decreto/comment-page-1/#comment-14015</link>
		<dc:creator>Fernando Cruz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 15:05:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/?p=1450#comment-14015</guid>
		<description>Essa postura de resultados a qualquer preço vem sendo praticada há muito por várias grandes empresas. A questão da postura anti-ética em busca de resultados cada vez mais irreais não é decorrente da crise, mas sim foi fator deteminante para a crise. Recentemente, Samuelson tratou desse ponto em um artigo na Businness Week (se não me engano).  Além das questões éticas, estamos enfrentando um sem-fim de problemas de relacionamento profissional, questões psicológicas e de stress, tudo em decorrência do modelo que estamos praticando hoje. A solução não é trivial, pois passa por uma mudança global em relação ao ritmo dos negócios e estabelecimento de metas reais. De fato, é um círculo vicioso: eu, quando cliente, pratico quase uma extorsão quando negocio com meus fornecedores. Quando sou fornecedor, sou extorquido pelos meus clientes. Tudo isso gera um nível de tensão que desperta toda sorte de coisas ruins, dentro do negócio via atitudes anti-éticas com citou o Marcelo, até o fomento de todos os maiores males pessoais desse século (ansiedade, depressão, isolamento, desmotivação, etc,).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa postura de resultados a qualquer preço vem sendo praticada há muito por várias grandes empresas. A questão da postura anti-ética em busca de resultados cada vez mais irreais não é decorrente da crise, mas sim foi fator deteminante para a crise. Recentemente, Samuelson tratou desse ponto em um artigo na Businness Week (se não me engano).  Além das questões éticas, estamos enfrentando um sem-fim de problemas de relacionamento profissional, questões psicológicas e de stress, tudo em decorrência do modelo que estamos praticando hoje. A solução não é trivial, pois passa por uma mudança global em relação ao ritmo dos negócios e estabelecimento de metas reais. De fato, é um círculo vicioso: eu, quando cliente, pratico quase uma extorsão quando negocio com meus fornecedores. Quando sou fornecedor, sou extorquido pelos meus clientes. Tudo isso gera um nível de tensão que desperta toda sorte de coisas ruins, dentro do negócio via atitudes anti-éticas com citou o Marcelo, até o fomento de todos os maiores males pessoais desse século (ansiedade, depressão, isolamento, desmotivação, etc,).</p>
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