Monthly archives: June 2009

TEIA MG

Dia 2 de julho (próxima quinta), estarei das 10 às 12 horas sendo entrevistado pela TEIA MG, uma iniciativa do Governo de Minas para capacitar escolas, associações, sindicatos e comunidades. Aprendendo fazendo tecnologia, empreendedorismo e inovação.

O tema será meu livro Onipresente, a entrevista será transmitida ao vivo pela web com direito a chat. As perguntas serão moderadas e podem ser enviadas por esta ferramenta.

O chat e a transmissão estarão disponíveis na home do site da TEIA, meia hora antes do evento começar.

Podcannes

Fiz uma pequena participação do PodCannes 2009, realizado pelos Estúdios Mellancia, quem quiser pode escutar direto no site deles ou baixar o MP3.

podcannes

Curso livre de especialização em marketing direto da ABEMD

Estão abertas as inscrições para a 16º curso livre de especialização em marketing direto da ABEMD.

O curso, que eu tenho prazer de lecionar algumas das aulas, é único no Brasil e tem atraído alunos de todo o país tendo formado mais de 350 profissionais.

A idéia do Curso Livre é formar gestores em Marketing Direto. Pessoas que dentro de uma operação saibam para que servem todas as ferramentas e como utilizá-las da melhor forma para empresa.

Durante as aulas os alunos aprendem na teoria e na prática temas fundamentais para ações de Marketing Direto, como canais que podem ser utilizados, life time value, fulfillment, estatística, entre outros.

Início: 04 de agosto de 2009
Aulas: 3ªs e 5ªs, das 20hs às 22hs
Local: Centro Brasileiro Britânico – Rua Ferreira de Araújo, 741 – 1º andar Pinheiros

Maiores informações e inscrições : clique aqui

Seu nome ponto alguma coisa

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Com o aviso da liberação do registro .net para pessoas físicas, muita gente reclamou dizendo ser uma tática caça níquel.

A lógica é que, para se proteger, quem tem um dominio .com.br (ex: coxacreme.com.br), seria obrigado a comprar um .net.br (coxacreme.net.br).

É uma visão baseada no conceito antigo de propriedade e proteção de marca. Lembro ter tirado sarro da política da J&J, comprando todos os domínios relacionados com Splenda.

Compraram 38 domínios com as palavras “truth”. Muitos, mas não todos, não conseguiram comprar o básico Truth About Splenda.

E se conseguissem, o que importa é o fato do domínio indesejado estar na primeira página do Google quando procuramos por Splenda. Isso acontece pela relevância, não importaria se o domínio fosse de Tonga (www.truthaboutsplenda.to) ou da Tonga da Mironga do Kabuletê.

Agora, com todas as reclamações que escutei por ai, vejo que muita gente teria feito o mesmo que o pessoal de marketing da Splenda.

Azucrine o CPD da sua agência

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Um amigo meu costuma dizer que é fácil descobrir quando uma agência não se adequou aos “tempus modernus”. Segundo ele, estas agências têm duas características: elas ainda permitem que funcionários fumem ou bebam dentro da agência e ainda não têm uma rede sem fio (ou a mesma não funciona direito).

Como consultor, acabo visitando muitas agências. Além de conhecer a decoração, a recepcionista e o cafezinho (o que já dariam ótimos posts), sempre passo pela via sacra da rede sem fio.

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IBMEC

Dia 17 de junho (próxima quarta) às 8:00 no IBMEC SP, falando sobre Mídias Sociais e sendo moderador do meu amigo Marcelo Tas, no evento Bota Pra Fazer Debates, organizado pelo Instituto Endeavor. Inscrições aqui.

ESPM

Estarei dia 16 de junho (próxima terça) às 21:15 na ESPM para falar sobre comunicação no curso sobre Ações inovadoras em comunicação digital. É trabalho do Centro de Inovação e Criatividade ESPM. Inscrições aqui.

Conversa fiada

clique para ampliarRolou um tempo onde algumas publicações se sustentavam, não pela qualidade do seu conteúdo, mas pela escassez de concorrentes.

A fragmentação aumentou e ficou mais difícil, mesmo assim, o investimento das grandes editoras e jornais era suficiente para garantir o diferencial.

O jornalismo investigativo, a busca pelo furo ou a preocupação com a qualidade foi se perdendo, sendo substituída por alguns nomes importantes como articulistas.

Com a web, até este diferencial acabou, mas ainda assim, escutava muita gente dizer que assinava determinada revista ou jornal porque era importante “ler o que todo mundo estava lendo”, afinal, ninguém pode ficar por fora dos assuntos que rolavam na salinha do café.

Me parece que agora a fragmentação cresceu tanto, que até isso está acabando. A publicação pode continuar com a mesma quantidade de leitores, mas a informação disponível e consumida pelas pessoas é tamanha, que ninguém mais tem a exclusividade da pauta da salinha do café.

Principalmente porque as grandes publicações, que pararam no tempo e sofreram com cortes de custos. O resultado for perder relevância. As mesmas notícias que todo mundo mostra, com a mesma abordagem superficial e ainda atrasadas em relação a web.

Hoje em dia, parece ser mais interessante a notícia que ninguém leu do que a que todo mundo leu. E ainda, melhor ler a opinião de alguém que gostamos na web do que a versão de alguma revista que, sucesso ou não, é entendida por muitos como desacreditada ou até mesmo mal-intencionada.

Com quantos toques se faz uma revista?

clique para ampliarMês passado, uma publicação tradicional pediu um texto do coxa para publicar em sua versão papel.

Nem precisariam ter pedido(meus textos são CC), fizeram por educação. E por educação respondi que seria um prazer. E seria mesmo.

O texto entraria em uma certa coluna, e para isso, deveria ter um número específico de toques.

Quem escreve pra revista conhece bem isso, normal. Normal? Pode ser, mas não deveria ser.

Me foi pedido para aumentar a quantidade de toques. Traduzindo para o velho e bom português, me pediram para encher linguiça. Ou novo portugues, á que agora “linguiça” não tem trema.

Depois tem nego que reclama que essa tal de Internet está matando todo mundo.

O tamanho do texto deveria respeitar apenas uma regra, o leitor.

Se está incompleto, devia desenvolver mais o texto. Se está longo, chato ou se repetindo, devia resumir.

O intuito deveria ser tranformar o conteúdo em algo melhor para quem lê a revista, não buscar uma vida mais fácil para editores, diagramadores e outros profissionais envolvidos na produção.

É complicado pra caramba? Claro que é, mas editor que quiser vida fácil que abra um blog no wordpress. Ademais, quando a revista enche de anúncios, o esforço sempre compensa, certo?