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	<title>Comments on: O cliente do futuro</title>
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	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 21:22:29 +0000</pubDate>
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		<title>By: Ricardo Cavallini</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8783</link>
		<dc:creator>Ricardo Cavallini</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 15:03:30 +0000</pubDate>
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		<description>"There are risks and costs to action. But they are far less than the long range risks of comfortable inaction."
John F. Kennedy</description>
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John F. Kennedy</p>
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		<title>By: Fernand</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8782</link>
		<dc:creator>Fernand</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 12:48:14 +0000</pubDate>
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		<description>Perrone, eu estava fazendo uma provocação. Qtas vezes não somos obrigados a disfarçar a mesmice com discursos? Essa é a nossa vida de todo dia. Em princípio, não há nada de errado com isso. A questão não é essa. Acho q as pessoas têm mais critérios para escolher, mais advisors. Me arrisco a dizer q é provável existir mais poder de influência do lado nos reviews, nos posts de consumidores, nos blogs especializados ou de gaiatos cheios de opiniao(na web principalmente) do q na propaganda qualquer q seja ela (em todas as mídias, novas e antigas). E isso deveria nos levar à reflexão de qto nosso discurso "publicitário" namora perigosamente com a mentira ou a alienação. Isso deveria levar à reflexão por parte dos nossos clientes sobre o qto é necessário melhorar ao invés de disfarçar a falta de inovação com blablabla. 
Mas esse papo é enorme. Porq a saída talvez seja também redefinir ou se esforçar para fazer a propaganda ser mais divertida e menos informativa, mais descompromissada e menos cheia de insights babacas, mais louca e menos medrosa, mais rompedora e menos chupadora, mais engajada e menos preconceituosa.
Qto ao papo correlato de remuneração, bvs, formatos de atendimento, estruturas, metodologias, é um detalhe operacional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perrone, eu estava fazendo uma provocação. Qtas vezes não somos obrigados a disfarçar a mesmice com discursos? Essa é a nossa vida de todo dia. Em princípio, não há nada de errado com isso. A questão não é essa. Acho q as pessoas têm mais critérios para escolher, mais advisors. Me arrisco a dizer q é provável existir mais poder de influência do lado nos reviews, nos posts de consumidores, nos blogs especializados ou de gaiatos cheios de opiniao(na web principalmente) do q na propaganda qualquer q seja ela (em todas as mídias, novas e antigas). E isso deveria nos levar à reflexão de qto nosso discurso &#8220;publicitário&#8221; namora perigosamente com a mentira ou a alienação. Isso deveria levar à reflexão por parte dos nossos clientes sobre o qto é necessário melhorar ao invés de disfarçar a falta de inovação com blablabla.<br />
Mas esse papo é enorme. Porq a saída talvez seja também redefinir ou se esforçar para fazer a propaganda ser mais divertida e menos informativa, mais descompromissada e menos cheia de insights babacas, mais louca e menos medrosa, mais rompedora e menos chupadora, mais engajada e menos preconceituosa.<br />
Qto ao papo correlato de remuneração, bvs, formatos de atendimento, estruturas, metodologias, é um detalhe operacional.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: msb</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8772</link>
		<dc:creator>msb</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 03:08:43 +0000</pubDate>
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		<description>Barack says:

Perrone eu me senti envaidecido estar entre o Jobs e a Dercy, com o Cava então, vai ser lindo.
Voltando a realidade, o que mudou no core  das agências nos últimos 20 anos? De 1988 até hoje? Renomearam cargos, Criaram BU's, inventaram "metodologias" que no fim eram metodos e processos já instituídos. O que realmente mudou além da negociação verba e veículo  e agência? O triângulo não se monta diferente. E na verdade volto a questionar quem quer mudar? meia dúzia de sonhadores, ou a massa e o volume de dinheiro investidos todos anos? É como uma jangada em um tsunami, nao sobra nem pedaço. Acho muito bom quando se pensa em futuro, mas um futuro palpável, e não o que imaginamos ser o "ideal"do cliente ou da "agência". Infelizmente este é um mundo de gigantes ou anões, ninguém tem estatura média. Quem ousa ou é achatado ou é comprado, e no lado cliente idem, vide as fusões e aquisicoes do Brasil dos ultimos anos, seja em infra, em alimenticio, aço etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Barack says:</p>
<p>Perrone eu me senti envaidecido estar entre o Jobs e a Dercy, com o Cava então, vai ser lindo.<br />
Voltando a realidade, o que mudou no core  das agências nos últimos 20 anos? De 1988 até hoje? Renomearam cargos, Criaram BU&#8217;s, inventaram &#8220;metodologias&#8221; que no fim eram metodos e processos já instituídos. O que realmente mudou além da negociação verba e veículo  e agência? O triângulo não se monta diferente. E na verdade volto a questionar quem quer mudar? meia dúzia de sonhadores, ou a massa e o volume de dinheiro investidos todos anos? É como uma jangada em um tsunami, nao sobra nem pedaço. Acho muito bom quando se pensa em futuro, mas um futuro palpável, e não o que imaginamos ser o &#8220;ideal&#8221;do cliente ou da &#8220;agência&#8221;. Infelizmente este é um mundo de gigantes ou anões, ninguém tem estatura média. Quem ousa ou é achatado ou é comprado, e no lado cliente idem, vide as fusões e aquisicoes do Brasil dos ultimos anos, seja em infra, em alimenticio, aço etc.</p>
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	<item>
		<title>By: Perrone</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8771</link>
		<dc:creator>Perrone</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 01:25:35 +0000</pubDate>
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		<description>Fernand, se entedi corretamente, é ótimo ponto sobre as curvas de inovação: conceber e implementar produtos inovadores com frequência leva muito mais tempo do que evoluir o enredo da história que criamos para falar dele na propaganda. É isso? Se for, amém. 

Com o risco de enxergar apenas uma verdade, entendo que este ponto reforça a tese de que inovação é lindo; mas aumentar margem (e/ou volume) consiste num exercício de natureza diferente. Até um negócio diferente para muitas agências (agências?).

E aí, misturando o seu post com o comentário do Ballona, não concordo que há apenas os dois jeitos que você propos de levar um cliente e não concordo com o ponto do Ballona de que a tendência é o comodismo, a acomodação. 

Todo tipo de sistema tende a morte (a acomodação) se não houver interferência. Chama entropia, mas o Ballona vai preferir chamar de vagabundagem. 

Só que sempre haverá alguém, um Cava, um Ballona, um Steve Jobs, uma Derci Gonçalvez, um MST para perturbar a ordem (com ou sem credencial para fazê-lo). E da mesma forma que pessoas se acomodam com vistas para o Rio Pinheiros, tem agencinha e anunciante com menos a perder se coçando o tempo todo.

O problema é que a gente trabalha em agências com 300 funcionários e clientes com 10 casas de faturamento, e o discurso de “joga essa merda toda fora“ não cola. 

A gente tem é que discutir um jeito de trocar a lâmpada com a luz acesa: na agência e no cliente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernand, se entedi corretamente, é ótimo ponto sobre as curvas de inovação: conceber e implementar produtos inovadores com frequência leva muito mais tempo do que evoluir o enredo da história que criamos para falar dele na propaganda. É isso? Se for, amém. </p>
<p>Com o risco de enxergar apenas uma verdade, entendo que este ponto reforça a tese de que inovação é lindo; mas aumentar margem (e/ou volume) consiste num exercício de natureza diferente. Até um negócio diferente para muitas agências (agências?).</p>
<p>E aí, misturando o seu post com o comentário do Ballona, não concordo que há apenas os dois jeitos que você propos de levar um cliente e não concordo com o ponto do Ballona de que a tendência é o comodismo, a acomodação. </p>
<p>Todo tipo de sistema tende a morte (a acomodação) se não houver interferência. Chama entropia, mas o Ballona vai preferir chamar de vagabundagem. </p>
<p>Só que sempre haverá alguém, um Cava, um Ballona, um Steve Jobs, uma Derci Gonçalvez, um MST para perturbar a ordem (com ou sem credencial para fazê-lo). E da mesma forma que pessoas se acomodam com vistas para o Rio Pinheiros, tem agencinha e anunciante com menos a perder se coçando o tempo todo.</p>
<p>O problema é que a gente trabalha em agências com 300 funcionários e clientes com 10 casas de faturamento, e o discurso de “joga essa merda toda fora“ não cola. </p>
<p>A gente tem é que discutir um jeito de trocar a lâmpada com a luz acesa: na agência e no cliente.</p>
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	<item>
		<title>By: msb</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8704</link>
		<dc:creator>msb</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 03:46:02 +0000</pubDate>
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		<description>Não Fernand, nada de remuneração, isso quem regula é o mercado, falo do comodismo de certas áreas de prestação de servicos que tendem a crescer, Outsourcing de TI, de programação ( vide Índia), Telemarketing, sem desmerecer a publicidade que se encontra neste rol de prestação de serviços. Temo que com a consolidação dos grupos de comunicação o comodismo cada vez mais contamine clientes e agência, faltando alternativas, e mais pessoas com a atitude suficientemente madura e profissional de assumir o desafio de uma comunicação por exemplo com uma agência de vanguarda.
Tudo tende para o lugar comum, "Stay hungry, Stay foolish é para poucos".
A C+P com toda sua inovação e espírito de vanguarda e revolução, deu um pé na bunda da MiniCooper pelo caminhão de dinheiro da Volkswagen, aceitou a Microsoft e disse na capa da Wired que faz "tudo por dinheiro". Enfim de uma forma bem franca e clara já vi muitas agências novas abrirem com um discurso lindo, assim que entra o faturamento virar mainstrean. Novamente não é dinheiro, é comodismo e aglutinação do mercado, a tendência é essa infelizmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não Fernand, nada de remuneração, isso quem regula é o mercado, falo do comodismo de certas áreas de prestação de servicos que tendem a crescer, Outsourcing de TI, de programação ( vide Índia), Telemarketing, sem desmerecer a publicidade que se encontra neste rol de prestação de serviços. Temo que com a consolidação dos grupos de comunicação o comodismo cada vez mais contamine clientes e agência, faltando alternativas, e mais pessoas com a atitude suficientemente madura e profissional de assumir o desafio de uma comunicação por exemplo com uma agência de vanguarda.<br />
Tudo tende para o lugar comum, &#8220;Stay hungry, Stay foolish é para poucos&#8221;.<br />
A C+P com toda sua inovação e espírito de vanguarda e revolução, deu um pé na bunda da MiniCooper pelo caminhão de dinheiro da Volkswagen, aceitou a Microsoft e disse na capa da Wired que faz &#8220;tudo por dinheiro&#8221;. Enfim de uma forma bem franca e clara já vi muitas agências novas abrirem com um discurso lindo, assim que entra o faturamento virar mainstrean. Novamente não é dinheiro, é comodismo e aglutinação do mercado, a tendência é essa infelizmente.</p>
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		<title>By: Fernand</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8702</link>
		<dc:creator>Fernand</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 00:59:07 +0000</pubDate>
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		<description>Nao entendi direito seu argumento Ballona. Mas parece q vc quer abrir a discussão a respeito da remuneração das agências, é isso? Se for, diz aí e vamos lá!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nao entendi direito seu argumento Ballona. Mas parece q vc quer abrir a discussão a respeito da remuneração das agências, é isso? Se for, diz aí e vamos lá!</p>
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		<title>By: TheSoulSurfer</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8692</link>
		<dc:creator>TheSoulSurfer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 06:16:35 +0000</pubDate>
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		<description>"behaviorismo"... bonito isso...</description>
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		<title>By: msb</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8671</link>
		<dc:creator>msb</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 21:51:29 +0000</pubDate>
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		<description>Caros, 

já estive dos dois lados, o mercado não quer mudar nós abaixo das estruturas podemos ser os rebeldes (Boguski) mas os donos das agências, veículos e clientes estão num status quo absolutamente confortável. Falo isso remetendo a frase do "dono"do Festival de Cannes que diz "os publicitários brasileiros são os mais ricos do mundo, temos que criarmais categorias para eles". Ou seja enquanto tiver conforto e BV nada muda, pq o topo que decide no cliente e na agência quer o mais seguro e o mais cômodo. O gerente de TI menos competente pode escolher a IBM por uma série de atributos que a empresa tem, ou pela segurança de manter o emprego, o mesmo se aplica as grandes agências, o Gerente de marketing, quer inovar numa peça que vai o nome dele pra Cannes, não com os 100 milhões de verba, dá um tiro na web, no mobile marketing e ponto. No mais vai de IBM mesmo porque mantém o calor e o conforto da cadeira e a vista para o Rio Pinheiros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros, </p>
<p>já estive dos dois lados, o mercado não quer mudar nós abaixo das estruturas podemos ser os rebeldes (Boguski) mas os donos das agências, veículos e clientes estão num status quo absolutamente confortável. Falo isso remetendo a frase do &#8220;dono&#8221;do Festival de Cannes que diz &#8220;os publicitários brasileiros são os mais ricos do mundo, temos que criarmais categorias para eles&#8221;. Ou seja enquanto tiver conforto e BV nada muda, pq o topo que decide no cliente e na agência quer o mais seguro e o mais cômodo. O gerente de TI menos competente pode escolher a IBM por uma série de atributos que a empresa tem, ou pela segurança de manter o emprego, o mesmo se aplica as grandes agências, o Gerente de marketing, quer inovar numa peça que vai o nome dele pra Cannes, não com os 100 milhões de verba, dá um tiro na web, no mobile marketing e ponto. No mais vai de IBM mesmo porque mantém o calor e o conforto da cadeira e a vista para o Rio Pinheiros.</p>
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	<item>
		<title>By: Ricardo Cavallini</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8666</link>
		<dc:creator>Ricardo Cavallini</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 20:01:57 +0000</pubDate>
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		<description>Menos ingreme? Sera? Ou sera que pensamos isso pq estamos passando pela transicao, e o que doi no nosso rabo é sempre um problema maior do que o que doi no rabo dos outros?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Menos ingreme? Sera? Ou sera que pensamos isso pq estamos passando pela transicao, e o que doi no nosso rabo é sempre um problema maior do que o que doi no rabo dos outros?</p>
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		<title>By: Fernand</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/07/28/o-cliente-do-futuro/#comment-8665</link>
		<dc:creator>Fernand</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 19:56:25 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpem o atraso.

Perrone, concordo com vc qdo vc fala em tornar as marcas menos abstratas.

Eu não disse q não acreditava nas marcas. É mais ou menos uma coisa assim: a curva de inovação de produto, em qualquer empresa (quase porq tem sempre a funcking apple para atrapalhar todas as teorias)é muito menos íngreme q a curva de inovação de conteúdo publicitário, atributos de marca, etc.

Ficou mais claro o exemplo? Ou atrapalhei mais ainda o raciocínio?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem o atraso.</p>
<p>Perrone, concordo com vc qdo vc fala em tornar as marcas menos abstratas.</p>
<p>Eu não disse q não acreditava nas marcas. É mais ou menos uma coisa assim: a curva de inovação de produto, em qualquer empresa (quase porq tem sempre a funcking apple para atrapalhar todas as teorias)é muito menos íngreme q a curva de inovação de conteúdo publicitário, atributos de marca, etc.</p>
<p>Ficou mais claro o exemplo? Ou atrapalhei mais ainda o raciocínio?</p>
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