Esqueça o discurso. Afinal, todo mundo diz entregar alguma coisa atraente como idéias, criatividade, resultados, interatividade, relacionamento, experiência, etc.
A pergunta é um exercício conceitual.
O que sua agência entrega? Detalhe ou Volume?
Esqueça o discurso. Afinal, todo mundo diz entregar alguma coisa atraente como idéias, criatividade, resultados, interatividade, relacionamento, experiência, etc.
A pergunta é um exercício conceitual.
O que sua agência entrega? Detalhe ou Volume?
Acho que em pouco tempo poderemos dizer que esta fase passou. Me refiro a esta falsa esperança de achar que contratar uma única pessoa sem fazer mais nada seria suficiente mudar toda uma cultura empresarial.
Sozinho ninguém resolve nada. Quem quiser acredita, mas na prática é um mero conto de fadas ou quem sabe, uma fábula.
E como o meu Twitter aceita qualquer merda abaixo de 140 caracteres, ontem fiquei de piadinha enquanto quase desmaiava de sono. Por isso dêem um certo desconto na hora de criticar
Que fase a maioria das agências tradicionais estão em relação ao mundo digital?
Total de votos: 141 – Start Date: May 24, 2008
Dia 26 de maio, farei a palestra do meu livro para os alunos de Pós-Graduação da FMU. Será no prédio da pós (av. liberdade) 20:00 21:00 em ponto.
É, vai falta nego. Assim mesmo, escrito errado pra deixar claro que este alerta é uma suspeita baseada apenas na experiência. Estou fazendo como aquele típico caipira que sabe que vai chover porque começou a sentir dor no dedão do pé.
Nos últimos meses, praticamente todas as agências online com alguma importância no mercado tiveram pelo menos uma sondagem de alguém querendo comprá-las. Algumas estão conversando com duas ou três empresas ao mesmo tempo.

Vira e mexe, em palestras para estudantes, acabo escutando um argumento quase irrefutável.
Aprenda Internet. As agências online estão cheias de vagas abertas que não são preenchidas por falta de capacitação. As agências tradicionais não.
Se o intuito é convencer estudante a aprender mídia online, ótimo. Mas eu tenho uma visão um pouco mais crítica sobre o assunto.
Eu morava em Nova York, terminando meu curso de mestrado, mas já trabalhando como frila em uma agência de propaganda no departamento de internet. Com a proximidade do fim do curso, me propuseram contratação. Ponderei os prós e contras de ficar nos Estados Unidos por tempo indeterminado, contratado por uma grande agência, mas pensei na seguinte estratégia: “Isso é o futuro. Todo mundo vai usar internet. Volto para o Brasil agora com um conhecimento que praticamente ninguém tem e quando este mercado estiver forte, estarei muito bem posicionado”. Não posso dizer que a estratégia deu errado, mas a questão foi o quanto tempo ela levou. O ano era 1996 e estava certo de que em um par de anos tudo já teria acontecido. 12 anos depois, temos um mercado totalmente diferente, mas acho que em termos de grana não estamos nem engatinhando ainda. Ou seja, ainda não aconteceu.
Mesmo evitando um ou outro assunto de maneira mais direta, o que eu escrevo por aqui são coisas que acredito. Agora, o fato de acreditar nem sempre quer dizer que eu tenha certeza absoluta do que esteja falando.
O Neil Young quer lançar um projeto interativo de sua obra com atualização via web. Ele recomenda usar o PlayStation 3 pra interagir com o projeto. Ainda não é exatamente o que eu gostaria de ver (trecho do meu livro abaixo), mas já é um começo para brincadeira ficar divertida. Não que precise virar regra, mas deixar de olhar para os meios de maneira engessada é uma oportunidade. Oportunidade para todo mundo, inclusive profissionais de comunicação.
Utilizando consoles ligados à Web, empresas poderão fazer muito mais do que comerciais inseridos em jogos. Algumas ações que utilizam a Internet podem migrar para os consoles, mesmo sem estarem inseridas em um jogo. A Internet tem algumas limitações que impedem fazer ferramentas mais ricas, apesar de o Flash (software usado para fazer animações na Web) ter evoluído bastante, está longe do que pode ser oferecido pelas ferramentas que criam jogos de console. O poder de processamento e padronização dos videogames é um diferencial importante em comparação com a Web.
Saiu o relatório anual do AdvertisingAge sobre o mercado de comunicação.