Depois de conversar com um amigo sobre o post de digitalização das agências, percebi que não falei sobre um caminho possível. Disse que algumas agências gostam de usar a política do medo e algumas a política do agrado. Além de não comentar que algumas não usam política nenhuma
, faltou dizer que seria possível ter uma mistura das duas políticas.
Na prática, é bonificar quem traz resultado e punir quem não traz. Quando é levada ao pé da letra, pode instalar um clima muito parecido com a do medo, mas é bem diferente. Encarada como um eficaz método de gestão, ela é seguida por muitas empresas brasileiras.
Ela tem um apelido, um nome e um pai. O apelido é Cultura Banco Garantia. O nome, meritocracia. E seu pai é Jorge Paulo Lemann. Quem quiser saber mais a respeito sugiro ler a gigantesca matéria que saiu na Época Negócios de abril (fechado para assinantes).

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