<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comments on: Gestão de receita ou de custos?</title>
	<atom:link href="http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/</link>
	<description></description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 21:59:41 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6</generator>
		<item>
		<title>By: TheSoulSurfer</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6757</link>
		<dc:creator>TheSoulSurfer</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 22:11:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6757</guid>
		<description>Bom, aqui na gringa onde trabalho, sempre tem o querido time sheet para preencher, devem ser colocadas todas as horas gastas no trabalho, de preferencia 8 horas por dia e se voce passou mais de 8 horas naquele dia trabalhando entao voce deve justificar porque ficou a mais... A empresa nao paga hora extra, porem da dias de folga (days in lieu) ou seja de tempos em tempos acabo sempre tendo um fim de semana prolongado. Isso nao eh toda hora claro... e quanto melhor o escopo do projeto menos horas extras acabam acontecendo. Por isso para empresa defender o dela e voce defender o seu, todo mundo acaba preenchando time sheet... 

Agora, mesmo na gringa existem empresas com estruturas e estilos diferentes, algumas estao certinhas na pinta com o time sheet... outras alucinadas afogadas nas horas extras... portanto varia de caso p/ caso... nao da p/ generalizar. O pior caso de todos sao aquelas onde o time sheet existe, voce trabalha horas extras e nao eh pago nem recebe folga equivalente... isso tambem tem na gringa.

Nao da pra se ter tudo na vida... e tudo tem um preço.

###</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, aqui na gringa onde trabalho, sempre tem o querido time sheet para preencher, devem ser colocadas todas as horas gastas no trabalho, de preferencia 8 horas por dia e se voce passou mais de 8 horas naquele dia trabalhando entao voce deve justificar porque ficou a mais&#8230; A empresa nao paga hora extra, porem da dias de folga (days in lieu) ou seja de tempos em tempos acabo sempre tendo um fim de semana prolongado. Isso nao eh toda hora claro&#8230; e quanto melhor o escopo do projeto menos horas extras acabam acontecendo. Por isso para empresa defender o dela e voce defender o seu, todo mundo acaba preenchando time sheet&#8230; </p>
<p>Agora, mesmo na gringa existem empresas com estruturas e estilos diferentes, algumas estao certinhas na pinta com o time sheet&#8230; outras alucinadas afogadas nas horas extras&#8230; portanto varia de caso p/ caso&#8230; nao da p/ generalizar. O pior caso de todos sao aquelas onde o time sheet existe, voce trabalha horas extras e nao eh pago nem recebe folga equivalente&#8230; isso tambem tem na gringa.</p>
<p>Nao da pra se ter tudo na vida&#8230; e tudo tem um preço.</p>
<p>###</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: cava</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6737</link>
		<dc:creator>cava</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 18:20:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6737</guid>
		<description>É que eu acho que essa discussao toda de hora extra ou saber negociar independe do modelo adotado. Pode ser ate cultural, nao sei. A ideia ao escrever este post era explicar um pouco melhor algumas consequencias praticas e estimular a discussao de outras. Por exemplo, como fica a criatividade nisso? Sera viavel no Brasil um dia cobrarmos a inteligencia como acontece ai fora? Fazer com que o anunciante pague, por exemplo, para o criativo criar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É que eu acho que essa discussao toda de hora extra ou saber negociar independe do modelo adotado. Pode ser ate cultural, nao sei. A ideia ao escrever este post era explicar um pouco melhor algumas consequencias praticas e estimular a discussao de outras. Por exemplo, como fica a criatividade nisso? Sera viavel no Brasil um dia cobrarmos a inteligencia como acontece ai fora? Fazer com que o anunciante pague, por exemplo, para o criativo criar?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Andrezza</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6735</link>
		<dc:creator>Andrezza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 18:09:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6735</guid>
		<description>É eu sei que fui muito simplista no meu comentário, mas vou tentar explicar melhor o que eu quis dizer. 

Como eu falei anteriormente e como você também ressaltou, trabalhar horas extras é um investimento e muitas vezes valioso num determinado momento da carreira. Mudar de país, de cultura é complicado e querendo ou não, leva um tempo para a gente se adaptar, conquistar o nosso espaço e o status que tínhamos no mercado brasileiro. 
Tenho vários amigos fora, também, sendo muitos deles amigos em comuns seus. Alguns deles sim, não ganham hora extra e tem que viajar o tempo todo, mas de novo como dissemos é um investimento e não simplesmente um fato a ser aceito. 
Nós brasileiros quando chegamos aqui somos bombardeados com milhões de informações novas, novos modelos e ofertas de trabalho, e nos é exigido logo de cara uma postura muito mais profissional e ativa. Já de início temos a amarga constatação de que não sabemos negociar, não sabemos nos posicionar e não sabemos cobrar, seja financeiramente ou seja em reconhecimento. Vejo muita gente chegando e levando um choque ao descobrir que está ganhando mal ou que não negociou direito. A primeira reação é culpar o empregador, como sempre fazemos no Brasil, ao invés de entender que ele negociou direito. Tenho um caso para ilustrar isso. 

Dois amigos meus, um vindo do Brasil e outro de Londres, foram trabalhar na mesma produtora. O brasileiro, não falando bem inglês, movido pelo febre de sair do Brasil, negociou um salário super baixo, não negociou ajuda de custo na mudança e não negociou horas extras. O amigo vindo de Londres foi contratado pela mesma empresa para ocupar o mesmo cargo recebendo o dobro do brasileiro, recebendo hora extra e com passagem e acomodação paga pelos primeiros meses até que ele ache uma casa.

Depois de um tempo e vários tombos a gente aprende a cobrar melhor, a se colocar e a planejar os investimentos a serem feitos. Com o tempo também ficamos a par das leis trabalhistas e de que tudo aqui é na base da negociação. Por lei é proibido não pagar ou não ter alguma tipo de compensação pelas horas extras. Se os funcionários não recebem em dinheiro, eles tem banco de horas ou algum outro tipo de bonificação. Provavelmente, os nossos amigos que não estão sendo pagos em dinheiro, devem ter algum outro tipo de acordo e com certeza eles aceitaram essa negociação porque estão fazendo um investimento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É eu sei que fui muito simplista no meu comentário, mas vou tentar explicar melhor o que eu quis dizer. </p>
<p>Como eu falei anteriormente e como você também ressaltou, trabalhar horas extras é um investimento e muitas vezes valioso num determinado momento da carreira. Mudar de país, de cultura é complicado e querendo ou não, leva um tempo para a gente se adaptar, conquistar o nosso espaço e o status que tínhamos no mercado brasileiro.<br />
Tenho vários amigos fora, também, sendo muitos deles amigos em comuns seus. Alguns deles sim, não ganham hora extra e tem que viajar o tempo todo, mas de novo como dissemos é um investimento e não simplesmente um fato a ser aceito.<br />
Nós brasileiros quando chegamos aqui somos bombardeados com milhões de informações novas, novos modelos e ofertas de trabalho, e nos é exigido logo de cara uma postura muito mais profissional e ativa. Já de início temos a amarga constatação de que não sabemos negociar, não sabemos nos posicionar e não sabemos cobrar, seja financeiramente ou seja em reconhecimento. Vejo muita gente chegando e levando um choque ao descobrir que está ganhando mal ou que não negociou direito. A primeira reação é culpar o empregador, como sempre fazemos no Brasil, ao invés de entender que ele negociou direito. Tenho um caso para ilustrar isso. </p>
<p>Dois amigos meus, um vindo do Brasil e outro de Londres, foram trabalhar na mesma produtora. O brasileiro, não falando bem inglês, movido pelo febre de sair do Brasil, negociou um salário super baixo, não negociou ajuda de custo na mudança e não negociou horas extras. O amigo vindo de Londres foi contratado pela mesma empresa para ocupar o mesmo cargo recebendo o dobro do brasileiro, recebendo hora extra e com passagem e acomodação paga pelos primeiros meses até que ele ache uma casa.</p>
<p>Depois de um tempo e vários tombos a gente aprende a cobrar melhor, a se colocar e a planejar os investimentos a serem feitos. Com o tempo também ficamos a par das leis trabalhistas e de que tudo aqui é na base da negociação. Por lei é proibido não pagar ou não ter alguma tipo de compensação pelas horas extras. Se os funcionários não recebem em dinheiro, eles tem banco de horas ou algum outro tipo de bonificação. Provavelmente, os nossos amigos que não estão sendo pagos em dinheiro, devem ter algum outro tipo de acordo e com certeza eles aceitaram essa negociação porque estão fazendo um investimento.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: cava</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6726</link>
		<dc:creator>cava</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 04:31:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6726</guid>
		<description>Andrezza, eu entendo o que vc quer dizer, só acho a questao de hora extra muito discutivel. 

Acho que trabalhar ate muito tarde (e finais de semana) acaba sendo um ponto bem negativo (apesar de existirem pontos positivos tb) do nosso mercado para muita gente (especialmente no momento de vida de algumas pessoas).

Mas apesar disso (eu sei, vcs vao me matar com essa minha opiniao), eu nao vejo esta diferenca brutal que vc comenta nao.

Voce mora fora e eu nao, mas assim como vc, tenho um monte de amigos espalhados pelo mundo (alguns deles, amigos em comum). Eu nao vejo eles ganhando hora extra. Vejo alguns deles trampando after hours e finais de semana pra cacete. E tambem vejo muitos deles viajando sem parar a trabalho (o que chega uma hora, enche o saco). Aqui sao poucas as pessoas que vivem na ponte-aerea (1 hora só de viagem), mas ai (nos EUA que é a terra da oportunidade) nego fica viajando sem parar (e tem viagem de 4 ou 6 horas) pq a grana (anunciantes) é muito melhor distribuida que aqui.

Ah, e só pra ser polemico de vez, eu nao vejo eles ganhando salario no minimo duas vezes melhor nao. Tem que lembrar que ganha em Euro, mas gasta em Euro. E tem que lembrar que muitos dos profissionais que estao ai sao pessoas bastante seniores e bem reconhecidas. Estas pessoas teriam condicao de ganhar mais aqui no Brasil.

Eu entendo que na média, ai na gringa é muito melhor.

Os peoes ganham mais, vivem mais. Diferente daqui (que sao todas), ai apenas algumas agencias fazem o funcionario trampar after hours. O respeito ao profissional é muito maior, os prazos muito melhores e a grama é mais verde.

Sobre salario, é inegavel que a qualidade de vida (mesmo nao ganhando muito mais) é mil vezes melhor.

Mas ainda assim acho que precisamos tomar cuidado com essa comparacao preto no branco que vc pintou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Andrezza, eu entendo o que vc quer dizer, só acho a questao de hora extra muito discutivel. </p>
<p>Acho que trabalhar ate muito tarde (e finais de semana) acaba sendo um ponto bem negativo (apesar de existirem pontos positivos tb) do nosso mercado para muita gente (especialmente no momento de vida de algumas pessoas).</p>
<p>Mas apesar disso (eu sei, vcs vao me matar com essa minha opiniao), eu nao vejo esta diferenca brutal que vc comenta nao.</p>
<p>Voce mora fora e eu nao, mas assim como vc, tenho um monte de amigos espalhados pelo mundo (alguns deles, amigos em comum). Eu nao vejo eles ganhando hora extra. Vejo alguns deles trampando after hours e finais de semana pra cacete. E tambem vejo muitos deles viajando sem parar a trabalho (o que chega uma hora, enche o saco). Aqui sao poucas as pessoas que vivem na ponte-aerea (1 hora só de viagem), mas ai (nos EUA que é a terra da oportunidade) nego fica viajando sem parar (e tem viagem de 4 ou 6 horas) pq a grana (anunciantes) é muito melhor distribuida que aqui.</p>
<p>Ah, e só pra ser polemico de vez, eu nao vejo eles ganhando salario no minimo duas vezes melhor nao. Tem que lembrar que ganha em Euro, mas gasta em Euro. E tem que lembrar que muitos dos profissionais que estao ai sao pessoas bastante seniores e bem reconhecidas. Estas pessoas teriam condicao de ganhar mais aqui no Brasil.</p>
<p>Eu entendo que na média, ai na gringa é muito melhor.</p>
<p>Os peoes ganham mais, vivem mais. Diferente daqui (que sao todas), ai apenas algumas agencias fazem o funcionario trampar after hours. O respeito ao profissional é muito maior, os prazos muito melhores e a grama é mais verde.</p>
<p>Sobre salario, é inegavel que a qualidade de vida (mesmo nao ganhando muito mais) é mil vezes melhor.</p>
<p>Mas ainda assim acho que precisamos tomar cuidado com essa comparacao preto no branco que vc pintou.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Andrezza</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6725</link>
		<dc:creator>Andrezza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 04:08:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/2008/03/13/gestao-de-receita-ou-de-custos/#comment-6725</guid>
		<description>No período de êxodo profissional que o Brasil vem passando, o tipo de gestão de custos adotado pelas agências tem um peso muito grande na decisão de um profissional permanecer no exterior ou voltar para o Brasil e vice-versa.

Como você descreveu acima, o timesheet de 8 horas ou simplesmente a não existência dele é um dos maiores downsides do mercado. As agências costumam justificar as horas extras como um investimento que será recompensando na forma de prêmios e destaques em festivais. Esse investimento sim é válido e todos nós já o fizemos, mas depois alguns anos, alguns prêmios e publicações qual é a justificativa para ele?

Se permanecemos no Brasil nenhuma. Digo isso, pois se trocamos de agência a próxima também não pagará hora extra e após atingir um piso de salário também não se tem muitos acréscimos. No fim com certeza a opção é sair do Brasil.

No exterior, além do mercado ser muito maior, com mais desafios e opções de trabalho, a remuneração é mil vezes melhor. Para começar, só o salário ou hora/homem normal já é no mínimo 2 vezes maior e se falarmos em hora extra aí a conversa fica mais séria. Aqui salvo raríssimas exceções, todas as agências e produtoras pagam hora extra e fins de semana, sendo que a hora de fim de semana sofre um acréscimo de 30% a 50% do valor normal.

Na minha opinião, a utilização do modelo de gestão por hora/homem e sua prática exercida de forma correta faria com que o mercado amadurecesse e se tornasse novamente atrativo no ponto de vista profissional. O micro mercado brasileiro precisa se tornar um mercado sério e profissional. Reclamar que os gringos estão roubando os brasileiros não vai adiantar, existe uma demanda absurda por profissional no mundo todo e eles descobriram que com pouco eles já estão oferecendo muito mais do que temos no Brasil.

Lógico que a evasão de profissionais não é só pelo lado financeiro, mas deixo isso para um próximo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No período de êxodo profissional que o Brasil vem passando, o tipo de gestão de custos adotado pelas agências tem um peso muito grande na decisão de um profissional permanecer no exterior ou voltar para o Brasil e vice-versa.</p>
<p>Como você descreveu acima, o timesheet de 8 horas ou simplesmente a não existência dele é um dos maiores downsides do mercado. As agências costumam justificar as horas extras como um investimento que será recompensando na forma de prêmios e destaques em festivais. Esse investimento sim é válido e todos nós já o fizemos, mas depois alguns anos, alguns prêmios e publicações qual é a justificativa para ele?</p>
<p>Se permanecemos no Brasil nenhuma. Digo isso, pois se trocamos de agência a próxima também não pagará hora extra e após atingir um piso de salário também não se tem muitos acréscimos. No fim com certeza a opção é sair do Brasil.</p>
<p>No exterior, além do mercado ser muito maior, com mais desafios e opções de trabalho, a remuneração é mil vezes melhor. Para começar, só o salário ou hora/homem normal já é no mínimo 2 vezes maior e se falarmos em hora extra aí a conversa fica mais séria. Aqui salvo raríssimas exceções, todas as agências e produtoras pagam hora extra e fins de semana, sendo que a hora de fim de semana sofre um acréscimo de 30% a 50% do valor normal.</p>
<p>Na minha opinião, a utilização do modelo de gestão por hora/homem e sua prática exercida de forma correta faria com que o mercado amadurecesse e se tornasse novamente atrativo no ponto de vista profissional. O micro mercado brasileiro precisa se tornar um mercado sério e profissional. Reclamar que os gringos estão roubando os brasileiros não vai adiantar, existe uma demanda absurda por profissional no mundo todo e eles descobriram que com pouco eles já estão oferecendo muito mais do que temos no Brasil.</p>
<p>Lógico que a evasão de profissionais não é só pelo lado financeiro, mas deixo isso para um próximo comentário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
