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	<title>Comments on: Media neutral</title>
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	<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 00:15:51 +0000</pubDate>
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		<title>By: cava</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/12/10/media-neutral/#comment-6410</link>
		<dc:creator>cava</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 12:28:22 +0000</pubDate>
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		<description>Manuel, parece meio escroto dizer isso, mas o google é o melhor lugar pra procurar referencia sobre este assunto. Sugiro comecar a pesquisa com o "Henry Jenkins".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel, parece meio escroto dizer isso, mas o google é o melhor lugar pra procurar referencia sobre este assunto. Sugiro comecar a pesquisa com o &#8220;Henry Jenkins&#8221;.</p>
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		<title>By: José Manuel Baltazar</title>
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		<dc:creator>José Manuel Baltazar</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 09:28:07 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, estou fazendo um trabalho para a faculdade em transmedia planning, será que poderiam me indicar alguns estudos, trabalhos, etc sobre essa matéria?.

Obrigada,

José manuel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, estou fazendo um trabalho para a faculdade em transmedia planning, será que poderiam me indicar alguns estudos, trabalhos, etc sobre essa matéria?.</p>
<p>Obrigada,</p>
<p>José manuel</p>
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		<title>By: Mauricio Mota</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/12/10/media-neutral/#comment-5521</link>
		<dc:creator>Mauricio Mota</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 04:00:53 +0000</pubDate>
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		<description>Cara, eu já sacaneei o Faris com isso, mas foi com a Whitney Houston. "I believe the children are our future" é o título de um hit da década de 80 que ela cantava... :) Então eu acho que de repente ela copiou o Pelé, o Faris colou dela e eu colei dele... Mas eu pedi permissão :P
Link para a letra:
http://www.whitney-houston.com/musician/lyrics/wh85/09.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, eu já sacaneei o Faris com isso, mas foi com a Whitney Houston. &#8220;I believe the children are our future&#8221; é o título de um hit da década de 80 que ela cantava&#8230; <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> Então eu acho que de repente ela copiou o Pelé, o Faris colou dela e eu colei dele&#8230; Mas eu pedi permissão <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
Link para a letra:<br />
<a href="http://www.whitney-houston.com/musician/lyrics/wh85/09.htm" rel="nofollow">http://www.whitney-houston.com/musician/lyrics/wh85/09.htm</a></p>
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		<title>By: cava</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/12/10/media-neutral/#comment-5520</link>
		<dc:creator>cava</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 22:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>Entendi, voce copiou ele e ele copiou o Pelé.   :-D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entendi, voce copiou ele e ele copiou o Pelé.   <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /></p>
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		<title>By: Mauricio Mota</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/12/10/media-neutral/#comment-5517</link>
		<dc:creator>Mauricio Mota</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 22:04:33 +0000</pubDate>
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		<description>Cava, parece não... É totalmente a posição dele, risos. Pedi permissão dele para colocar as figuras do comment e ele falou muito sobre isso na entrevista do Meio &#38; Mensagem que deve sair agora em janeiro. E realmente é muito consistente.
Quem tiver paciência, pode baixar o pdf que ele me mandou e que estou traduzindo, chamado "I believe the children is our future". Ele aprofunda isso tudo e dá o exemplo do case de Sony Bravia que ele ajudou a desenvolver a partir de uma estratégia de Transmedia Planning. O link dele é esse aqui ó: http://www.box.net/shared/qus47kip7x</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cava, parece não&#8230; É totalmente a posição dele, risos. Pedi permissão dele para colocar as figuras do comment e ele falou muito sobre isso na entrevista do Meio &amp; Mensagem que deve sair agora em janeiro. E realmente é muito consistente.<br />
Quem tiver paciência, pode baixar o pdf que ele me mandou e que estou traduzindo, chamado &#8220;I believe the children is our future&#8221;. Ele aprofunda isso tudo e dá o exemplo do case de Sony Bravia que ele ajudou a desenvolver a partir de uma estratégia de Transmedia Planning. O link dele é esse aqui ó: <a href="http://www.box.net/shared/qus47kip7x" rel="nofollow">http://www.box.net/shared/qus47kip7x</a></p>
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		<title>By: cava</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/12/10/media-neutral/#comment-5515</link>
		<dc:creator>cava</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 21:05:47 +0000</pubDate>
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		<description>Boa colocação Mauricio, parece ser exatamente a mesma posicao do Faris Yakob, da Naked. Veja &lt;a href="http://blog.mikekarnj.com/?p=161" rel="nofollow"&gt;esta entrevista&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa colocação Mauricio, parece ser exatamente a mesma posicao do Faris Yakob, da Naked. Veja <a href="http://blog.mikekarnj.com/?p=161" rel="nofollow">esta entrevista</a>.</p>
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	<item>
		<title>By: Maurício Mota</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/12/10/media-neutral/#comment-5108</link>
		<dc:creator>Maurício Mota</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 13:26:57 +0000</pubDate>
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		<description>Cava, antes da colocação básica que vai ao encontro do modelo de negócios e do BV, eu acho que neutralidade não combina com o envolvimento. E essa é uma grande discussão hoje em dia. Tendo o planejamento como uma das etapas da comunicação, eu gostaria de destrinchar a questão da neutralidade e sua efetividade no cenário inevitável de convergência. O &lt;a href="http://www.coxacreme.com.br/2007/12/04/transmedia-storytelling/" rel="nofollow"&gt;evento do MIT&lt;/a&gt; falou disso em duas palestras, a sobre publicidade e a sobre métricas.

Num &lt;strong&gt;planejamento neutro de comunicação&lt;/strong&gt; temos o seguinte pressuposto: que nós devemos organizar um pensamento único que age através de qualquer ponto de contato. E na verdade o raciocínio de neutralidade nasceu como uma reação aos modelos prévios de "integração" que antes eram simplesmente a aplicação diluída da idéia da TV em outros meios. Dessa forma temos a figura:

&lt;center&gt;&lt;img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-content/uploads/2007/12/media-neutral.jpg' /&gt;&lt;/center&gt;

A justificativa dessa estratégia é que ao se expressar em diversos canais, a idéia terá mais força junto ao consumidor.

Se pegarmos o conceito de Transmedia Planning que surgiu a partir do estudo do Henry Jenkins, o cenário é outro. Nesse modelo teríamos uma &lt;strong&gt;narrativa de marca&lt;/strong&gt; não linear focada no envolvimento com o consumidor. E canais diferentes poderiam ser usados para comunicar pedaços diferentes dessa narrativa da marca, para criar um universo maior e mais consistente da mesma. Assim - e aí que vem o desafio - os &lt;strong&gt;consumidores&lt;/strong&gt; puxam diferentes partes da história e as juntam eles mesmos.

E não estamos aqui, ainda, dizendo se é fácil fazer isso. Mas que é potencialmente poderoso, é. É um planejamento desenvolvido para gerar comunidades de marca, da mesma maneira que o Heroes gera comunidades de conhecimnto onde os consumidores/espectadores/leitores se reúnem para trocar elementos da marca. E isso independe da mídia. E isso envolve. Muito. O desenho do TP seria:

&lt;center&gt;&lt;img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-content/uploads/2007/12/transmedia_planning_1.jpg' /&gt;&lt;/center&gt;

Acredito que esse conceito seja mais coeso do que o chamado &lt;strong&gt;multidisciplinar&lt;/strong&gt;, que acho muito solto. Ser multidisplinar é obrigação e renasceu na globalização. É um conceito primo do holístico. Muito aberto e pouco preciso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cava, antes da colocação básica que vai ao encontro do modelo de negócios e do BV, eu acho que neutralidade não combina com o envolvimento. E essa é uma grande discussão hoje em dia. Tendo o planejamento como uma das etapas da comunicação, eu gostaria de destrinchar a questão da neutralidade e sua efetividade no cenário inevitável de convergência. O <a href="http://www.coxacreme.com.br/2007/12/04/transmedia-storytelling/" rel="nofollow">evento do MIT</a> falou disso em duas palestras, a sobre publicidade e a sobre métricas.</p>
<p>Num <strong>planejamento neutro de comunicação</strong> temos o seguinte pressuposto: que nós devemos organizar um pensamento único que age através de qualquer ponto de contato. E na verdade o raciocínio de neutralidade nasceu como uma reação aos modelos prévios de &#8220;integração&#8221; que antes eram simplesmente a aplicação diluída da idéia da TV em outros meios. Dessa forma temos a figura:</p>
<p><center><img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-content/uploads/2007/12/media-neutral.jpg' /></center></p>
<p>A justificativa dessa estratégia é que ao se expressar em diversos canais, a idéia terá mais força junto ao consumidor.</p>
<p>Se pegarmos o conceito de Transmedia Planning que surgiu a partir do estudo do Henry Jenkins, o cenário é outro. Nesse modelo teríamos uma <strong>narrativa de marca</strong> não linear focada no envolvimento com o consumidor. E canais diferentes poderiam ser usados para comunicar pedaços diferentes dessa narrativa da marca, para criar um universo maior e mais consistente da mesma. Assim - e aí que vem o desafio - os <strong>consumidores</strong> puxam diferentes partes da história e as juntam eles mesmos.</p>
<p>E não estamos aqui, ainda, dizendo se é fácil fazer isso. Mas que é potencialmente poderoso, é. É um planejamento desenvolvido para gerar comunidades de marca, da mesma maneira que o Heroes gera comunidades de conhecimnto onde os consumidores/espectadores/leitores se reúnem para trocar elementos da marca. E isso independe da mídia. E isso envolve. Muito. O desenho do TP seria:</p>
<p><center><img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-content/uploads/2007/12/transmedia_planning_1.jpg' /></center></p>
<p>Acredito que esse conceito seja mais coeso do que o chamado <strong>multidisciplinar</strong>, que acho muito solto. Ser multidisplinar é obrigação e renasceu na globalização. É um conceito primo do holístico. Muito aberto e pouco preciso.</p>
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