Monthly archives: November 2007

Creative generator beta

Alguém produziu um gerador de campanha online e está ficando rico, porque toda agência comprou uma versão (ou piratearam). O código funciona mais ou menos assim:

<!–start–>
<loop>
<preguiça>
<falta de criatividade>
<!–inserir logo do cliente–>
Promoção <!–inserir nome da promoção–>

Envie
<option value=1> sua foto </option>
<option value=2> seu video </option>

A <!–fazer um link com a campanha offline>
<option value=1>mais engraçada</option>
<option value=1>mais divertida</option>
<option value=1>com mais produtos nossos nela</option>
<option value=1>com o melhor uso do nosso produto</option>

Ganha <!– inserir premio–>

CGC virou a fórmula mágica de 9 entre 10 campanhas online. O problema nao é com o CGC, é com a fórmula mágica de fazer sempre a mesma coisa.

O maior problema do Gerador é que ainda esta em versão beta, e por isso tem uns bugs. Repare que o código não fecha a Tag de falta de preguiça e falta de criatividade. E pior, não fecha o loop, fazendo as agências repetir sem parar a mesma mecânica pra toda ação que acontece. Talvez seja corrigido na versão final.

Dá pra fazer coisa boa com esta mesma mecânica? Dá sim, mas tá raro de ver acontecer.

E todo mundo tem telhado de vidro nesta, eu inclusive. Então vou podar todo e qualquer comment que faça referência a nome de agências ou anunciantes.

Kung-Fu-Tze

confucioEscutei ontem uma frase interessante.

“I hear and I forget. I see and I remember.
I do and I understand.”

Traduzindo isso na linguagem do marketing guruzístico, seria algo como:

“Diga-me e eu esquecerei. Mostre-me e eu lembrarei. Envolva-me e eu entenderei.”

A frase é de Kung-Fu-Tze, mais conhecido como Confúcio.

O Poder da Segmentação

Al RiesFui assistir Al Ries no evento “O Poder da Segmentação – Atingindo Quem Importa” hoje cedo.

Ries é um tiozinho simpático, carismático e com voz agradável. Três qualidades que eu não terei nunca. Apesar disso, não consigo simpatizar com ele por um único motivo, ele é um destes gurus que pregam o guruzismo.

Com guruzismo quero dizer lançar livros que pregam a morte de algo ou receitas práticas para ter sucesso como “A Queda da Propaganda” e “As 22 consagradas Leis do Marketing”.

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Periferia Conectada

Poucos anos atrás, comentei com um amigo que eu havia acabado de comprar um DVD por meio de um site de comércio eletrônico. Alarmado, ele me contou que havia visto nos jornais notícias sobre quadrilhas que roubam números de cartões de crédito pela internet. Expliquei que o site em questão tinha protocolos de segurança que permitiam que eu fizesse minhas compras sem dores de cabeça, e que meu computador contava com software antivírus que prevenia que algum hacker pegasse meus dados enquanto eu digitava. Hoje em dia, esse amigo é um freqüente webshopper, tendo, inclusive, evitado as multidões nos shoppings para comprar o presente de Dia das Crianças de suas filhas.

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A vingança dos nerds

Novas tecnologias costumam ter um pico de atenção e carregar um entusiasmo exagerado. Internet foi assim (vide bolha) e TV digital mostra não ser exceção. Não que o tema não seja importante ou não tenha potencial para mudar o mercado, mas muito do que se alardeia pode acontecer somente daqui uns anos.

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