Podemos dividir as iniciativas de IPTV em dois tipos. As que usam infra própria e as que usam infra de terceiros.

Com infra própria eu quis dizer as operadoras de telecomunicações (Telefonica, Telemar, etc.) que passam um cabo até a casa do consumidor assinante. Com infra de terceiros quero dizer o serviço que está na Internet acessível a todos que têm banda larga em casa.

O segundo tipo tem um mercado maior, por outro lado, tem dois grandes problemas. O primeiro é não prover um set-top box para os consumidores assistirem o conteúdo no aparelho de TV com um controle remoto. No ponto de vista de hábito e usabilidade isso é um grande ponto contra.

O segundo problema é ainda maior, a grande maioria dos internautas brasileiros possuem banda larga (Ibope), o problema é que no Brasil, 250 Kbps é considerado banda larga. Mas para receber um sinal de resolução normal (SDTV) precisaria de um link 10 vezes melhor. A maioria absoluta dos consumidores tem banda larga apenas para pegar email, e isso torna o cenário para o segundo tipo de IPTV bastante pessimista.

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Um comentário

  1. 1 cava

    Chupinhei a idéia deste post do blog do Zé da Mídia que disse que na Futurecom foi divulgado que apenas 2% dos usuários têm acesso a banda larga acima de 1 Mbps.

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