Uma das grandes dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o crescimento de uma porção produtora dentro da agência.
Monthly archives: June 2007
macaco aranha
27Jun07Quando entrei no 2Life o fiz por curiosidade, achei muito chato mas era importante conhecer o ambiente. Sempre defendi que usuário não é burro, é leigo. Mas depois de algum tempo sem entrar no 2Life, hoje fui obrigado a me conectar para mudar minhas preferências de email e repensar minha visão sobre usuário.
o médico e a puta
26Jun07Tem uma tirada ótima que escutei ontem, do Oscar Sacoman. Tem cliente que contrata agência como puta, quando o certo seria contratar como médico.
Futurista
25Jun07Podem reclamar, mas não posso deixar de usar o blog para me auto promover às vezes. Na edição de hoje, o M&M entrevistou o futurista residente da The New York Times Company. O gostoso foi ver que a opinião do futurista bate com a minha (ou vice-versa, já que ele é bem mais famoso e importante que eu).
Muito do que ele citou na entrevista eu escrevi no meu livro e escrevo neste blog, cito um pedaço em particular.
Dilbert
25Jun07
Dando consultoria a gente acaba conhecendo todo tipo de empresa e profissional. O engraçado é que, em grandes anunciantes, é comum escutar o próprio cliente explicando como funciona a empresa que ele trabalha. A idéia é preparar você, mas muitas vezes se parece mais com desabafo.
Algumas das explicações são hilárias, parecem até criadas pelo Scott Adams (Dilbert).
Três exemplos abaixo:
O Mercado virtual?
21Jun07Acabei de ver alguns comentários sobre a premiação em Cannes e queria discutir alguns pontos. O primeiro deles que esse texto é um comentário que não diz respeito à agência na qual eu trabalho, mas sim de uma visão mais generalizada de até onde queremos chegar com a internet no Brasil.
Curso livre de especialização em marketing direto
20Jun07Estão abertas as inscrições para a 11º curso livre de especialização em marketing direto da ABEMD.
Tenho prazer de lecionar algumas aulas do curso e recomendo fortemente para quem busca evolução profissional em um mercado com poucos cursos de qualidade.
As inscrições costumam se esgotar rapidamente, quem estiver interessado é bom correr.
Para saber mais, veja informações sobre programa e inscrições e perfil do professores.
CNN
20Jun07
Semana passada saiu na Ad Age uma interessante matéria sobre a CNN. A frase de efeito do texto – “I worry about CNN more than I do about CNN.com.” – foi proferida por Richard Parsons, CEO da Time Warner.
A preocupação vem da queda da audiência (veja o gráfico) e conseqüentemente seu faturamento. Enquanto o faturamento da CNN no cabo caiu de U$ 424 para US$ 378 milhões, a CNN.com subiu de U$ 34,8 para U$ 71.4 milhões. Uma queda de 12% contra uma alta de 48%.
A diferença bruta ainda é grande, a TV abocanha mais de 5 vezes o faturamento da web. Mas ficar comparando quem tem futuro e quem não tem já cansou minha beleza (que aliás tenho pouca). O interessante é notar que o faturamento de sua divisão digital (incluindo aí a CNN Mobile), fez com que o faturamento total cresça, ao invés de diminuir, mesmo com a queda da nave mãe.
Se a CNN não tivesse investido forte na web, mesmo com catastrófica morte da TV não acontecendo, a empresa estaria com problemas sérios de faturamento. É neste ponto que vale dizer que previsões que assassinam as mídias mais antigas pode ser estúpida, mas a previsão que dá como morta a empresa que não investir direito na web faz cada vez mais sentido.
Politicamente correto
17Jun07
No livro do Jon Steel (Truth, Lies and Advertising : The Art of Account Planning) ele comenta que alguns focus groups podem ser influenciados pela mania do politicamente correto dos nossos tempos. Ou seja, as pessoas acabam falando o que não pensam apenas porque acreditam ser o politicamente correto.
Mais barato
14Jun07É muito comum eu escutar alguém defendendo a Internet bradando que fazer ações na web é muito mais barato que na TV. Mas até onde esta afirmação é verdadeira, ou melhor, até onde esta informação presta para alguma coisa?
RSS