Monthly archives: May 2007

The Economist

The EconomistA The Economist do final de abril saiu com a matéria de capa “The coming wireless revolution: When everything connects” (aqui, só para assinantes), falando sobre um futuro onde “wireless” terá um significado mais amplo do que conhecemos hoje.

A matéria com mais de uma dezena de páginas fala sobre comunicação entre equipamentos, RFID, mesh, computação ubíqua, motes, códigos de duas dimensões e outras tecnologias que comento no livro que escrevi em 2005 (e foi lançado em 2006).

Futurologia é diferente de gurulogia, por isso não me faço de rogado ao comentar isso por aqui. Minha previsão foi feita em cima de pesquisa e acompanhamento de mercado, a matéria na The Economist não me faz guru, apenas dá mais credibilidade ao meu trabalho. Mais importante ainda, o fato de sair em uma revista de grande circulação mostra que o assunto começa a se transformar em mainstream.

Fundraising é sinônimo de pedir esmola?

Porque no Brasil não se perde esta mania de pedinte e entende que fundraising é algo que deveria ser tratado de maneira profissional?

Porque não podemos aprender com os gringos? Aqui campanha de doação começa com o pedido de esmola para a agência?

Continuar lendo

Second Life

Relutei pra escrever sobre o Second Life. Nada contra ele, mas estava muito na moda e achei meio sem graça escrever sobre o assunto. Agora que a poeira baixou, vou dizer o que acho.

Bono SL

Continuar lendo

Você é onívoro?

Lendo uma pesquisa de uma associação que estuda os impactos da Internet nas famílias americanas, resolvi pegar sua divisão de perfis para duas pequenas enquetes.

Continuar lendo

Porque propaganda na Internet é tão ruim?

A propaganda sempre vai ser propaganda, qualquer que seja o suporte, qualquer que seja a tecnologia, mídia, formato: uma mensagem comercial. E uma boa propaganda sempre vai ser uma boa propaganda, qualquer que seja o produto, a marca, ou o consumidor: uma mensagem comercial com impacto, brand linkage (tentei traduzir mas ficou horrível) e que agrada.

O que mudou, portanto, não é nem o propósito nem a forma de fazer nem a mídia.

Continuar lendo

Eu tenho uma A Branca de Neve pirata

Acho que qualquer pai sabe disso. Eu mesmo, descobri somente o ano passado. A Disney tem uma política de tirar vários dos seus clássicos do mercado durante vários anos. Os títulos não ficam disponíveis nem mesmo para locadoras.

Segundo minha pesquisa, os clássicos que estão no purgatório atualmente são A Bela e a Fera, 101 Dalmatas, Branca de Neve, Pinóquio, Mogli, O Rei Leão e Fantasia. A Pequena Sereia e Peter Pan acabaram de ser relançados, então imagino que outros dois clássicos estejam entrando em seu período de penitência. Não sei dizer ao certo o tempo deste purgatório, mas corre a boca pequena que são 7 anos para cada título.

Continuar lendo

rrêidi?

É piada de nerd, mas vale o post mesmo assim. Se algum dia te pediram pra explicar o que é RAID, esta imagem pode ajudar na explicação.

RAID

clique na imagem para ampliar

dica do Mosconi

Evil Knievel

No Brasil, testar significa perder tempo e dinheiro. É cultural e vai além do nosso mercado. Percebi isso quando comprei um sofá e depois de 3 meses discutindo com a loja, um técnico veio em casa e disse: “ahh, é esse modelo? já sei qual é o problema. Ele é protótipo e a fábrica já descobriu como arrumar. O que está vendendo na loja hoje já está com o problema corrigido.”

Somos todos cobaias. O pior é que fazemos o mesmo com nossos clientes.

Continuar lendo