A The Economist do final de abril saiu com a matéria de capa “The coming wireless revolution: When everything connects” (aqui, só para assinantes), falando sobre um futuro onde “wireless” terá um significado mais amplo do que conhecemos hoje.
A matéria com mais de uma dezena de páginas fala sobre comunicação entre equipamentos, RFID, mesh, computação ubíqua, motes, códigos de duas dimensões e outras tecnologias que comento no livro que escrevi em 2005 (e foi lançado em 2006).
Futurologia é diferente de gurulogia, por isso não me faço de rogado ao comentar isso por aqui. Minha previsão foi feita em cima de pesquisa e acompanhamento de mercado, a matéria na The Economist não me faz guru, apenas dá mais credibilidade ao meu trabalho. Mais importante ainda, o fato de sair em uma revista de grande circulação mostra que o assunto começa a se transformar em mainstream.

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Ontem eu tentei convencer a Formula a fazer uma carteirinha com RFID para monitorar o comportamento dos alunos na academia. Ela curtiu, mas perguntou se era caro demais. Eu nnao soube responder, mas barato ee que nnao deve ser, né?
Abs,
RR
As tags são caras ainda (e serão sempre) se comparadas ao codigo de barras tradicional, mas tem um custo unitário baixo para ações onde a tag não é descartável.
O que sai caro é o leitor, e o preço varia das caracteristicas do mesmo (tamanho, distancia de leitura, etc.)
Outra coisa que pode sair caro seria montar o programa que vai tratar todas as informações recebidas.
Existem os Tags passivos (passar o carrinho de supermercado numa bobina leitora), os semi-ativos ( tipo o “sem parar”) e os ativos (do tipo onde se encontram os gargalos da minha linha de produção ou será que aquela mercadoria já chegou ao meu cliente!?).
Tags passivos custam hoje U$0,05 e armazenam toda uma história.
Faz duas semanas houve uma Feira do segmento em Miami… todos engatinham ainda…
http://vaghelasv.com/Documents/The_Economist_2007_04_28.pdf
Bjs,
Paula