
Pedi comida chinesa outro dia e no biscoito da sorte apareceu o tema deste post. Foi sorte mesmo, estava sem idéia do que escrever.
Participei da época que a publicidade tinha status de Hollywood no Brasil. Foi quando explodiu o interesse da molecada em vir pra área. Entrar na ECA passou a ser mais díficil que entrar para medicina porque na cabeça dos mais jovens, publicidade era um mundo de glamour e purpurina. Fumar maconha no meio do trabalho, participar de festas maravilhosas, usar a roupa que quiser, comer as meninas do atendimento e nunca se preocupar com dinheiro. Ah, e quem quiser sair do armário seria muito bem recebido, afinal, agência não tem preconceito.
Quando esta visão infantil e distorcida começou a ser compartilhada por clientes, o mercado reagiu (de forma consciente ou não, não importa), muitas agências passaram a divulgar a palavra “trabalho” como parte do mantra. Alguns até a usavam em seus slogans.

A maior propaganda que se faz a respeito da TV digital é o tal incremento na qualidade visual, com HDTV poderemos ver as rugas e as acnes de estrelas como Cameron Diaz. Ter mais resolução não chega a ser um salto tão grande como da preto e branco pra colorida, mas não deixa de ser uma tremenda mudança.
Brasileiro é mesmo um povo criativo. Sempre que escuto isso lembro da irmã de um amigo. Ela fazia plantão em um hospital público. Viu todo tipo de coisa lá dentro, mas adorava mesmo era me contar a história de um rapaz esfaqueado que jurava ter sido vítima de faca perdida.
Jornais e revistas vivem do resultado da audiência. São sustentados por leitores leais que geram assinaturas e atraem publicidade. Mas por diversos motivos, como aumento de concorrência, fragmentação da audiência e Internet, começou a ficar difícil sustentar este modelo.
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