Monthly archives: March 2007

enquetes

Instalei um plugin de enquetes. A primeira já está na barra lateral. Quem tiver sugestões para as próximas, envie um email.

Eu, Barney e o filho do cliente

Eu sempre odiei o Barney. Não me pergunte porque, ódio gratuito mesmo. Parece até coisa de quem não tem Jesus no coração.

Mas aí surge a Camila na minha vida e, se você passar em casa, é capaz de me ver abraçado ao boneco roxo, dançando que nem um idiota e cantando aquela maldita musiquinha só pra ver um pequeno ser humano de 8 quilos sorrir.

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sears

SearsNo livro Long tail tem um case que me chamou atenção. A Sears escreveu para seus melhores clientes em Iowa pedindo para cada um deles distribuir 24 catálogos.
Estes clientes forneciam a Sears os nomes dos amigos e vizinhos que ganharam os catálogos e quando eles comprassem, eles recebiam prêmios por isso.

O que tem de interessante? A ação ocorreu em 1905 e talvez seja a primeira ação member get member da história.

os 10 principais mitos sobre o marketing viral

megaphoneApesar do buzz em cima do viral (trocadalho ridículo), me sinto confortável em falar do tema. Acompanho o tema faz tempo e meu primeiro livro (2001) já falava sobre isso, mostrando cases muito antes do assunto se tornar febre.

O texto abaixo é um copy/paste de um box que preparei para o Meio & Mensagem em dezembro do ano passado. Na verdade ele é estrutura de uma palestra que fiz na ESPM a pedido dos professores de planejamento da escola.

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CGC

Consumer Generated Content é a bola da vez, até o Super Bowl entrou na roda.

Mas como esta “moda” veio para ficar, ao invés de discursar sobre o assunto, vou numerar o que acredito serem os 3 principais erros que marketeiros e publicitários cometem ao produzir uma ação deste tipo na web.

  1. Criar um projeto com CGC só porque está na moda, sem entender limitações, possibilidades e, principalmente, conseqüências.
  2. Brigar com a própria web, ou seja, criar um serviço/promoção/ferramenta que já existe (e normalmente muito melhor) na web.
  3. Achar que pode resolver a questão “tostines”, ou seja, criar um serviço/promoção/ferramenta que será absolutamente du caralho na hora que tiver volume (vários usuários ou bastante conteúdo), mas isso só vai acontecer a hora que for absolutamente du caralho.

e-paper for dummies

O papel eletrônico, também conhecido como tinta eletrônica, poderá ser usado por agências e anunciantes das mais diversas formas e nos mais diversos lugares.

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Cannes

clique para ampliarUm investimento que consome quase toda a verba de propaganda da agência de propaganda, assim é Cannes. Polêmico, é também muito criticado por alguns. Os motivos mais comuns da crítica são feitos pelo abuso dos fantasmas (que não é tema deste post), por ser um festival que ignora resultados (e sim criatividade) e por envolver um glamour exagerado (como todo prêmio importante).

Mas da mesma maneira que todos os anunciantes utilizam uma % de seu faturamento para propaganda e marketing, Cannes é a solução comum entre as agências para aparecer e se diferenciar. Ganhar um leão é tão significativo para a agência quanto para um Hotel ganhar mais uma estrela. Quem tem bons resultados em Cannes é olhado de outra maneira por seu grupo, concorrentes, clientes e prospects.

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Como explicar o que vivemos hoje no mercado de comunicação.

Joseph Schumpeter não era publicitário, era economista. Morreu em janeiro de 1950 e foi considerado um dos mais brilhantes do século. Algumas décadas se passaram, mas em uma de suas teorias (Business Cycles, de 1939), ele falou sobre algo que poderia descrever o cenário atual da propaganda e marketing. Segundo Schumpeter, a inovação e as mudanças tecnológicas rompem o equilíbrio entre mercados e obriga a evolução do desenvolvimento econômico.

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