Instalei um plugin de enquetes. A primeira já está na barra lateral. Quem tiver sugestões para as próximas, envie um email.
Monthly archives: March 2007
Eu, Barney e o filho do cliente
11Mar07Eu sempre odiei o Barney. Não me pergunte porque, ódio gratuito mesmo. Parece até coisa de quem não tem Jesus no coração.
Mas aí surge a Camila na minha vida e, se você passar em casa, é capaz de me ver abraçado ao boneco roxo, dançando que nem um idiota e cantando aquela maldita musiquinha só pra ver um pequeno ser humano de 8 quilos sorrir.
sears
09Mar07
No livro Long tail tem um case que me chamou atenção. A Sears escreveu para seus melhores clientes em Iowa pedindo para cada um deles distribuir 24 catálogos.
Estes clientes forneciam a Sears os nomes dos amigos e vizinhos que ganharam os catálogos e quando eles comprassem, eles recebiam prêmios por isso.
O que tem de interessante? A ação ocorreu em 1905 e talvez seja a primeira ação member get member da história.
os 10 principais mitos sobre o marketing viral
08Mar07
Apesar do buzz em cima do viral (trocadalho ridículo), me sinto confortável em falar do tema. Acompanho o tema faz tempo e meu primeiro livro (2001) já falava sobre isso, mostrando cases muito antes do assunto se tornar febre.
O texto abaixo é um copy/paste de um box que preparei para o Meio & Mensagem em dezembro do ano passado. Na verdade ele é estrutura de uma palestra que fiz na ESPM a pedido dos professores de planejamento da escola.
CGC
07Mar07Consumer Generated Content é a bola da vez, até o Super Bowl entrou na roda.
Mas como esta “moda” veio para ficar, ao invés de discursar sobre o assunto, vou numerar o que acredito serem os 3 principais erros que marketeiros e publicitários cometem ao produzir uma ação deste tipo na web.
- Criar um projeto com CGC só porque está na moda, sem entender limitações, possibilidades e, principalmente, conseqüências.
- Brigar com a própria web, ou seja, criar um serviço/promoção/ferramenta que já existe (e normalmente muito melhor) na web.
- Achar que pode resolver a questão “tostines”, ou seja, criar um serviço/promoção/ferramenta que será absolutamente du caralho na hora que tiver volume (vários usuários ou bastante conteúdo), mas isso só vai acontecer a hora que for absolutamente du caralho.
e-paper for dummies
06Mar07O papel eletrônico, também conhecido como tinta eletrônica, poderá ser usado por agências e anunciantes das mais diversas formas e nos mais diversos lugares.
Cannes
04Mar07
Um investimento que consome quase toda a verba de propaganda da agência de propaganda, assim é Cannes. Polêmico, é também muito criticado por alguns. Os motivos mais comuns da crítica são feitos pelo abuso dos fantasmas (que não é tema deste post), por ser um festival que ignora resultados (e sim criatividade) e por envolver um glamour exagerado (como todo prêmio importante).
Mas da mesma maneira que todos os anunciantes utilizam uma % de seu faturamento para propaganda e marketing, Cannes é a solução comum entre as agências para aparecer e se diferenciar. Ganhar um leão é tão significativo para a agência quanto para um Hotel ganhar mais uma estrela. Quem tem bons resultados em Cannes é olhado de outra maneira por seu grupo, concorrentes, clientes e prospects.
Como explicar o que vivemos hoje no mercado de comunicação.
01Mar07Joseph Schumpeter não era publicitário, era economista. Morreu em janeiro de 1950 e foi considerado um dos mais brilhantes do século. Algumas décadas se passaram, mas em uma de suas teorias (Business Cycles, de 1939), ele falou sobre algo que poderia descrever o cenário atual da propaganda e marketing. Segundo Schumpeter, a inovação e as mudanças tecnológicas rompem o equilíbrio entre mercados e obriga a evolução do desenvolvimento econômico.
