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	<title>Comments on: a saga da arquitetura de informação no Brasil</title>
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		<title>By: bandaidx</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-15275</link>
		<dc:creator>bandaidx</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 04:28:26 +0000</pubDate>
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		<description>Po... falando das duas coisas que mais gosto de fazer... agora me empolguei :D 
 
Olha mais um bom exemplo...  &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=5oirFKi6Sfo&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=5oirFKi6Sfo&lt;/a&gt; 
 
Pra chegar num n&#237;vel desse, transformando algo relativamente complexo em algo simples e de f&#225;cil compreens&#227;o, tem que ter muito &quot;User Experience&quot; correndo na veia. Tem de entender de RIA, usabilidade, design de intera&#231;&#227;o, ergonomia,  infografia, semi&#243;tica e logicamente, ter jogado muito game ;) 
 
N&#227;o esque&#231;amos tamb&#233;m de testes, testes e mais testes... o que aqui no Brasil, quando se fala, simplesmente riem da sua cara. 
 
OFF ++:  Algu&#233;m conhece o Fred Van Amstel do Usabilidoido.com.br? Ele estaria, como diria um amigo meu, aos &quot;jatos&quot; discutindo isso heheh </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Po&#8230; falando das duas coisas que mais gosto de fazer&#8230; agora me empolguei <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Olha mais um bom exemplo&#8230;  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5oirFKi6Sfo" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=5oirFKi6Sfo</a> </p>
<p>Pra chegar num n&iacute;vel desse, transformando algo relativamente complexo em algo simples e de f&aacute;cil compreens&atilde;o, tem que ter muito &quot;User Experience&quot; correndo na veia. Tem de entender de RIA, usabilidade, design de intera&ccedil;&atilde;o, ergonomia,  infografia, semi&oacute;tica e logicamente, ter jogado muito game <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>N&atilde;o esque&ccedil;amos tamb&eacute;m de testes, testes e mais testes&#8230; o que aqui no Brasil, quando se fala, simplesmente riem da sua cara. </p>
<p>OFF ++:  Algu&eacute;m conhece o Fred Van Amstel do Usabilidoido.com.br? Ele estaria, como diria um amigo meu, aos &quot;jatos&quot; discutindo isso heheh</p>
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		<title>By: bandaidx</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-15271</link>
		<dc:creator>bandaidx</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 22:01:00 +0000</pubDate>
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		<description>Bem lembrado cara... e graças à grande visão desses contratantes é que isso acontece...    
   
E o motivo é simples: IA que não interage, não compreende interação. E consegue imaginar interação mais elaborada e analítica do que games?   
   
E o público é que impulsiona a qualidade interativa, a inovação... pois ele, o gamer, por ter uma gama de opções muito grande, tem uma base vasta de comparação e uma percepção praticamente imediata do que é bom ou ruim. Por isso, no fim das contas, a jogabilidade é que fala mais alto do que qualquer outra característica que possa assegurar a boa experiência.   
   
+- OFF :D   
Lembro de uma interface de um game que me impressionou... ao ponto de me fazer sorrir pela genialidade. Alguem conhece o game Dead Space? É um jogo lançado em 2008 pela EA, baseado em uma história de terror e sci-fi. Fizeram também anime e comics pra ele.   
   
Pra quem tiver interesse... dá uma olhada e me diz se não tem dedo de um IA nisso...   
  
(percebam que não tem nenhuma informação na tela. O medidor de energia do personagem é essa faixa iluminada em suas costas).   
  
  </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem lembrado cara&#8230; e graças à grande visão desses contratantes é que isso acontece&#8230;    </p>
<p>E o motivo é simples: IA que não interage, não compreende interação. E consegue imaginar interação mais elaborada e analítica do que games?   </p>
<p>E o público é que impulsiona a qualidade interativa, a inovação&#8230; pois ele, o gamer, por ter uma gama de opções muito grande, tem uma base vasta de comparação e uma percepção praticamente imediata do que é bom ou ruim. Por isso, no fim das contas, a jogabilidade é que fala mais alto do que qualquer outra característica que possa assegurar a boa experiência.   </p>
<p>+- OFF <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
Lembro de uma interface de um game que me impressionou&#8230; ao ponto de me fazer sorrir pela genialidade. Alguem conhece o game Dead Space? É um jogo lançado em 2008 pela EA, baseado em uma história de terror e sci-fi. Fizeram também anime e comics pra ele.   </p>
<p>Pra quem tiver interesse&#8230; dá uma olhada e me diz se não tem dedo de um IA nisso&#8230;   </p>
<p>(percebam que não tem nenhuma informação na tela. O medidor de energia do personagem é essa faixa iluminada em suas costas).</p>
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		<title>By: bandaidx</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-15270</link>
		<dc:creator>bandaidx</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 21:33:19 +0000</pubDate>
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		<description>&#201; isso mesmo cara. Tamb&#233;m trabalho com AI h&#225; anos. O que aconteceu naturalmente pois tenho forma&#231;&#227;o baseada em sistemas mas experi&#234;ncia profissional em design. E acho que entrei nessa justamente por abolir o bonitinho mas ordin&#225;rio.  
  
Trabalho em uma desenvolvedora de sistemas, e n&#227;o em ag&#234;ncia. E hoje, como nem sempre a AI &#233; incorporada em todos os projetos (o que acho uma pena, pois por mais simples que seja, informa&#231;&#227;o &#233; informa&#231;&#227;o e precisa ser bem tratada por quem entenda), alternamos meu cronograma entre tarefas relacionadas ao controle de qualidade (QA) e AI.  
  
Ou seja, pra quem faz AI, &#233; muito gratificante saber que est&#225; participando, pelo menos, do in&#237;cio e do final do projeto, com o intuito de agregar conhecimento e intelig&#234;ncia ao produto.  
  
Pra mim funciona legal, ent&#227;o fica ai a dica pra quem quer se manter no mercado, de forma &#250;til, sustent&#225;vel (no sentido financeiro, para o contratante) e fazendo o que gosta ;)  
  
E cara... AI t&#225; rachando, e muito... s&#225;bias as empresas que sabem aproveitar esta m&#227;o de obra. Na era dos gadgets, touchs e sistemas em nuvem, uma boa AI &#233; essencial pro sucesso. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; isso mesmo cara. Tamb&eacute;m trabalho com AI h&aacute; anos. O que aconteceu naturalmente pois tenho forma&ccedil;&atilde;o baseada em sistemas mas experi&ecirc;ncia profissional em design. E acho que entrei nessa justamente por abolir o bonitinho mas ordin&aacute;rio.  </p>
<p>Trabalho em uma desenvolvedora de sistemas, e n&atilde;o em ag&ecirc;ncia. E hoje, como nem sempre a AI &eacute; incorporada em todos os projetos (o que acho uma pena, pois por mais simples que seja, informa&ccedil;&atilde;o &eacute; informa&ccedil;&atilde;o e precisa ser bem tratada por quem entenda), alternamos meu cronograma entre tarefas relacionadas ao controle de qualidade (QA) e AI.  </p>
<p>Ou seja, pra quem faz AI, &eacute; muito gratificante saber que est&aacute; participando, pelo menos, do in&iacute;cio e do final do projeto, com o intuito de agregar conhecimento e intelig&ecirc;ncia ao produto.  </p>
<p>Pra mim funciona legal, ent&atilde;o fica ai a dica pra quem quer se manter no mercado, de forma &uacute;til, sustent&aacute;vel (no sentido financeiro, para o contratante) e fazendo o que gosta <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />   </p>
<p>E cara&#8230; AI t&aacute; rachando, e muito&#8230; s&aacute;bias as empresas que sabem aproveitar esta m&atilde;o de obra. Na era dos gadgets, touchs e sistemas em nuvem, uma boa AI &eacute; essencial pro sucesso.</p>
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		<title>By: TheSoulSurfer</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-319</link>
		<dc:creator>TheSoulSurfer</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 06:03:23 +0000</pubDate>
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		<description>Arquiteto de informacao tambem eh muito importante na industria de video games... cada jogo contem uma documentacao assustadora... paginas e paginas com wireframes e cada tela eh debulhada em detalhes...por exemplo, a funcionalidade de cada botao num momento especifico do jogo...  arquivos enormes sao atualizados direto no servidor assim se voce abre o ducumento que esta no servidor sempre abrira a versao mais recente... e nao fica trabalhando em cima de um documento de 500 paginas obsoleto... 
 
Outra coisa, especialmente no Canada... empresas de web competem com empresas de video game na contratacao de AIs... eh muito comum o fluxo de profissionais em ambos os sentidos... </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arquiteto de informacao tambem eh muito importante na industria de video games&#8230; cada jogo contem uma documentacao assustadora&#8230; paginas e paginas com wireframes e cada tela eh debulhada em detalhes&#8230;por exemplo, a funcionalidade de cada botao num momento especifico do jogo&#8230;  arquivos enormes sao atualizados direto no servidor assim se voce abre o ducumento que esta no servidor sempre abrira a versao mais recente&#8230; e nao fica trabalhando em cima de um documento de 500 paginas obsoleto&#8230;</p>
<p>Outra coisa, especialmente no Canada&#8230; empresas de web competem com empresas de video game na contratacao de AIs&#8230; eh muito comum o fluxo de profissionais em ambos os sentidos&#8230;</p>
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	<item>
		<title>By: cava</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-272</link>
		<dc:creator>cava</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 16:41:47 +0000</pubDate>
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		<description>Interessante este exemplos dos pregos, o que mais poderia ser categorizado pelo formato de cabe&#231;a e comprimento? </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante este exemplos dos pregos, o que mais poderia ser categorizado pelo formato de cabe&ccedil;a e comprimento?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Marcelo De Polli</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-271</link>
		<dc:creator>Marcelo De Polli</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 16:35:15 +0000</pubDate>
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		<description>Calma a&#237;. Estamos falando de coisas diferentes. O fato de um conte&#250;do ser de dif&#237;cil absor&#231;&#227;o por determinado p&#250;blico (por uma quest&#227;o de paradigma ou sintagma, como voc&#234; disse) &#233; uma coisa, e &#233; preocupa&#231;&#227;o de arquitetura de informa&#231;&#227;o sim. Mas a complexidade de uma estrutura de informa&#231;&#227;o &#233; outra coisa. &#201; poss&#237;vel falar de uma medida de complexidade que seja independente do p&#250;blico. E n&#227;o, isso n&#227;o depende de &quot;volume&quot;. Complexidade &#233; um pouco dif&#237;cil de definir, mas certamente &#233; algo que n&#227;o depende s&#243; de fatores quantitativos. A complexidade &#233; uma medida da possibilidade de organizar ou ordenar um conjunto de informa&#231;&#245;es. 
 
Pode existir uma estrutura pequena que seja muito complexa, assim como pode existir uma estrutura grande e simples. Basta pensar que &#233; poss&#237;vel ter 40 mil tipos de pregos organizados por comprimento e formato da cabe&#231;a -- mas essa estrutura n&#227;o &#233; complexa, porque pode ser completamente ordenada por esses dois crit&#233;rios. Ali&#225;s, esse &#233; um exemplo real de um cliente atual que &#233; um retailer da &#225;rea de constru&#231;&#227;o. 
 
Enfim. Tudo isso para dizer que existe, sim, uma coisa chamada complexidade de informa&#231;&#227;o e que &#233; independente do p&#250;blico. Nesse ponto a Camila tem raz&#227;o: as estruturas de maior complexidade s&#227;o justamente onde o arquiteto de informa&#231;&#227;o &#233; mais necess&#225;rio. Mas, ao mesmo tempo, existe o que voc&#234; est&#225; dizendo -- a dificuldade de absor&#231;&#227;o dos conceitos por determinado p&#250;blico. S&#243; que eu n&#227;o chamaria isso de complexidade. Pode chamar do que quiser, eu n&#227;o me importo. Mas, s&#243; aqui no meu coment&#225;rio, vou chamar de absor&#231;&#227;o. :-) 
 
Como as duas coisas s&#227;o independentes, elas podem aparecer ao mesmo tempo no mesmo projeto. E, entre um hotsite com problemas de absor&#231;&#227;o e uma intranet corporativa de uma empresa de 50 mil funcion&#225;rios que TAMB&#201;M tenha problemas de absor&#231;&#227;o, o arquiteto de informa&#231;&#227;o ser&#225; mais necess&#225;rio no segundo caso.] 
 
Os projetos de ag&#234;ncia, de modo geral, n&#227;o apresentam nenhum desafio do ponto de vista da arquitetura de informa&#231;&#227;o. &#201; coisa que voc&#234; mata em um dia de trabalho. Se voc&#234; fala em projetos que t&#234;m um m&#234;s s&#243; de arquitetura de informa&#231;&#227;o, as pessoas na ag&#234;ncia acham que voc&#234; ficou co&#231;ando esse tempo todo, porque elas n&#227;o conseguem imaginar o que &#233; um projeto assim. 
 
A bem da verdade, em ag&#234;ncia os arquitetos n&#227;o t&#234;m a possibilidade de ter contato com projetos realmente complexos. Eu j&#225; fiz alguns, mas sempre fora de ag&#234;ncias. &#201; coisa do pr&#243;prio modelo de trabalho e da forma como esse modelo &#233; percebido pelos clientes. Se o cliente tem um site com 200 mil produtos ou uma intranet com 20 anos de documentos acumulados, dificilmente ele vai pensar que uma ag&#234;ncia &#233; o tipo de empresa mais adequado para esse trabalho. E o fato &#233; que n&#227;o &#233; mesmo. :-) </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Calma a&iacute;. Estamos falando de coisas diferentes. O fato de um conte&uacute;do ser de dif&iacute;cil absor&ccedil;&atilde;o por determinado p&uacute;blico (por uma quest&atilde;o de paradigma ou sintagma, como voc&ecirc; disse) &eacute; uma coisa, e &eacute; preocupa&ccedil;&atilde;o de arquitetura de informa&ccedil;&atilde;o sim. Mas a complexidade de uma estrutura de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; outra coisa. &Eacute; poss&iacute;vel falar de uma medida de complexidade que seja independente do p&uacute;blico. E n&atilde;o, isso n&atilde;o depende de &quot;volume&quot;. Complexidade &eacute; um pouco dif&iacute;cil de definir, mas certamente &eacute; algo que n&atilde;o depende s&oacute; de fatores quantitativos. A complexidade &eacute; uma medida da possibilidade de organizar ou ordenar um conjunto de informa&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Pode existir uma estrutura pequena que seja muito complexa, assim como pode existir uma estrutura grande e simples. Basta pensar que &eacute; poss&iacute;vel ter 40 mil tipos de pregos organizados por comprimento e formato da cabe&ccedil;a &#8212; mas essa estrutura n&atilde;o &eacute; complexa, porque pode ser completamente ordenada por esses dois crit&eacute;rios. Ali&aacute;s, esse &eacute; um exemplo real de um cliente atual que &eacute; um retailer da &aacute;rea de constru&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Enfim. Tudo isso para dizer que existe, sim, uma coisa chamada complexidade de informa&ccedil;&atilde;o e que &eacute; independente do p&uacute;blico. Nesse ponto a Camila tem raz&atilde;o: as estruturas de maior complexidade s&atilde;o justamente onde o arquiteto de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; mais necess&aacute;rio. Mas, ao mesmo tempo, existe o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo &#8212; a dificuldade de absor&ccedil;&atilde;o dos conceitos por determinado p&uacute;blico. S&oacute; que eu n&atilde;o chamaria isso de complexidade. Pode chamar do que quiser, eu n&atilde;o me importo. Mas, s&oacute; aqui no meu coment&aacute;rio, vou chamar de absor&ccedil;&atilde;o. <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como as duas coisas s&atilde;o independentes, elas podem aparecer ao mesmo tempo no mesmo projeto. E, entre um hotsite com problemas de absor&ccedil;&atilde;o e uma intranet corporativa de uma empresa de 50 mil funcion&aacute;rios que TAMB&Eacute;M tenha problemas de absor&ccedil;&atilde;o, o arquiteto de informa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; mais necess&aacute;rio no segundo caso.]</p>
<p>Os projetos de ag&ecirc;ncia, de modo geral, n&atilde;o apresentam nenhum desafio do ponto de vista da arquitetura de informa&ccedil;&atilde;o. &Eacute; coisa que voc&ecirc; mata em um dia de trabalho. Se voc&ecirc; fala em projetos que t&ecirc;m um m&ecirc;s s&oacute; de arquitetura de informa&ccedil;&atilde;o, as pessoas na ag&ecirc;ncia acham que voc&ecirc; ficou co&ccedil;ando esse tempo todo, porque elas n&atilde;o conseguem imaginar o que &eacute; um projeto assim.</p>
<p>A bem da verdade, em ag&ecirc;ncia os arquitetos n&atilde;o t&ecirc;m a possibilidade de ter contato com projetos realmente complexos. Eu j&aacute; fiz alguns, mas sempre fora de ag&ecirc;ncias. &Eacute; coisa do pr&oacute;prio modelo de trabalho e da forma como esse modelo &eacute; percebido pelos clientes. Se o cliente tem um site com 200 mil produtos ou uma intranet com 20 anos de documentos acumulados, dificilmente ele vai pensar que uma ag&ecirc;ncia &eacute; o tipo de empresa mais adequado para esse trabalho. E o fato &eacute; que n&atilde;o &eacute; mesmo. <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Perrone</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-270</link>
		<dc:creator>Perrone</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 14:19:03 +0000</pubDate>
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		<description>Camila, tenho muita seguran&#231;a do que afirmei e tamb&#233;m de que voc&#234; enteder&#225; o que eu quis dizer: o que determina a dificuldade e a complexidade do projeto de arquitetura da informa&#231;&#227;o &#233; a complexidade da informa&#231;&#227;o para o publico que vai consumi-la (para falar culto: por um problema de paradigma ou de sintagma, tanto faz), volume &#233; apenas uma vari&#225;vel e, na minha opini&#227;o, a menos importante delas. 
 
Sobre inclus&#227;o: fazer um site que valorize padr&#245;es de Acessibilidade &#233; dific&#237;limo. Fazer o b&#225;sico (nomear bot&#245;es, etc) &#233; facil, mas &#233; muito dificil pra quem n&#227;o sabe como uma pessoa com dificuldades de acessibilidade consome informa&#231;&#227;o pensar como ela deve ser organizada. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Camila, tenho muita seguran&ccedil;a do que afirmei e tamb&eacute;m de que voc&ecirc; enteder&aacute; o que eu quis dizer: o que determina a dificuldade e a complexidade do projeto de arquitetura da informa&ccedil;&atilde;o &eacute; a complexidade da informa&ccedil;&atilde;o para o publico que vai consumi-la (para falar culto: por um problema de paradigma ou de sintagma, tanto faz), volume &eacute; apenas uma vari&aacute;vel e, na minha opini&atilde;o, a menos importante delas.</p>
<p>Sobre inclus&atilde;o: fazer um site que valorize padr&otilde;es de Acessibilidade &eacute; dific&iacute;limo. Fazer o b&aacute;sico (nomear bot&otilde;es, etc) &eacute; facil, mas &eacute; muito dificil pra quem n&atilde;o sabe como uma pessoa com dificuldades de acessibilidade consome informa&ccedil;&atilde;o pensar como ela deve ser organizada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: jean boechat</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-268</link>
		<dc:creator>jean boechat</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 12:00:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-268</guid>
		<description>eu to meio em falta com coxacreme, querendo ler um monte de posts atrasados, comments de gente interessante e comentar, mas o tempo t&#225; curto. sendo assim: to precisando de estagi&#225;rio de arquitetura de informa&#231;&#227;o. se algu&#233;m souber de algu&#233;m... =^) </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu to meio em falta com coxacreme, querendo ler um monte de posts atrasados, comments de gente interessante e comentar, mas o tempo t&aacute; curto. sendo assim: to precisando de estagi&aacute;rio de arquitetura de informa&ccedil;&atilde;o. se algu&eacute;m souber de algu&eacute;m&#8230; =^)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Camila Uchoa</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-248</link>
		<dc:creator>Camila Uchoa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 14:21:54 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Perrone. 
Vc ta enganado: site pequenos sao infinitamente mais faceis do que mega projetos. Eh muito mais simples lidar com poucas paginas e nao ter que pensar em estrutura, organizacao e navegacao. 
 
Fora do Brasil, as agencias valorizam muito os IAs - nao so a Organic ou a Razorfish. A Blast, Critical Mass, RGA sao otimos exemplos tambem. Pelo o que eu escutei, me parece que falta suporte pra que os profissionais possam colocar em pratica tudo que eles sabem. Acredito muito que os AI dai merecem ser muito mais respeitados e ouvidos do que sao. Afinal tem muitos IAs super talentosos no Brasil, levando a profissao super a serio, estudando e fazendo acontecer.  
 
Ps: nao entendi o que vc quis dizer com a arte da inclusao... </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Perrone.</p>
<p>Vc ta enganado: site pequenos sao infinitamente mais faceis do que mega projetos. Eh muito mais simples lidar com poucas paginas e nao ter que pensar em estrutura, organizacao e navegacao.</p>
<p>Fora do Brasil, as agencias valorizam muito os IAs &#8211; nao so a Organic ou a Razorfish. A Blast, Critical Mass, RGA sao otimos exemplos tambem. Pelo o que eu escutei, me parece que falta suporte pra que os profissionais possam colocar em pratica tudo que eles sabem. Acredito muito que os AI dai merecem ser muito mais respeitados e ouvidos do que sao. Afinal tem muitos IAs super talentosos no Brasil, levando a profissao super a serio, estudando e fazendo acontecer. </p>
<p>Ps: nao entendi o que vc quis dizer com a arte da inclusao&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Marcelo De Polli</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/27/a-saga-da-arquitetura-de-informacao-no-brasil/#comment-245</link>
		<dc:creator>Marcelo De Polli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 12:24:11 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje em dia, a minha refer&#234;ncia para metodologia de experi&#234;ncia do usu&#225;rio &#233; a Adaptive Path. Aten&#231;&#227;o para o livro que a Indi Young est&#225; escrevendo sobre an&#225;lise de tarefas e que vai sair pela Rosenfeld Media. Vai ser animal. 
  &lt;a href=&quot;http://www.rosenfeldmedia.com/books/alignment/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.rosenfeldmedia.com/books/alignment/&lt;/a&gt; </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia, a minha refer&ecirc;ncia para metodologia de experi&ecirc;ncia do usu&aacute;rio &eacute; a Adaptive Path. Aten&ccedil;&atilde;o para o livro que a Indi Young est&aacute; escrevendo sobre an&aacute;lise de tarefas e que vai sair pela Rosenfeld Media. Vai ser animal.</p>
<p>  <a href="http://www.rosenfeldmedia.com/books/alignment/" rel="nofollow">http://www.rosenfeldmedia.com/books/alignment/</a></p>
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