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	<title>Comments on: A guerra dos mundos</title>
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		<title>By: anamyself</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-15365</link>
		<dc:creator>anamyself</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 13:20:14 +0000</pubDate>
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		<description>Good to know ;) </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Good to know <img src='http://www.coxacreme.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>By: Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências at Coxa Creme</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-5461</link>
		<dc:creator>Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências at Coxa Creme</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 02:47:53 +0000</pubDate>
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		<description>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</p>
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		<title>By: Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências &#187; Webinsider</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-758</link>
		<dc:creator>Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências &#187; Webinsider</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2007 20:10:51 +0000</pubDate>
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		<description>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Tales de Angelo</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-201</link>
		<dc:creator>Tales de Angelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 12:35:02 +0000</pubDate>
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		<description>Bela divis&#227;o Cava! &#201; exatamente o que vivemos no nosso mercado. Eu que vim do offline para o online conheci muito bem a diferen&#231;a dos dois mundos e fui at&#233; chamado de herege quando resolvi migrar do off pro online e mais herege ainda quando, depois que j&#225; tinha percebido que estava com um certo n&#237;vel de conhecimento de online, resolvi fazer o curso da Miami Ad School (completamente voltado pra m&#237;dias offline). 
 
Heresias &#224; parte, hoje em dia os criativos &quot;mente aberta&quot; que conseguirem transitar entre os dois mundos (online e offline) mantendo a mesma qualidade criativa, independente do meio que criam, conseguir&#227;o se adaptar de forma mais r&#225;pida ao futuro e ao que as ag&#234;ncias norte-americanas e europ&#233;ias j&#225; est&#227;o implantando. Por sinal, a Ogilvy daqui do Brasil (n&#227;o sei se &#233; a pioneira) j&#225; trabalha neste esquema com o n&#250;cleo de IBM e DHL. 
 
Ali&#225;s, por enquanto as ag&#234;ncias ainda t&#234;m medo de contratar um profissional com o conhecimento dos dois mundos pois existe aquela coisa do ego em que talvez o contratado conhe&#231;a mais alternativas criativas do que o diretor de cria&#231;&#227;o, talvez os outros criativos se sintam intimidados porque estes criativos &quot;multitarefas&quot; costumam ser mais jovens (tanto que &#233; uma grande diferen&#231;a quando voc&#234; entra numa ag&#234;ncia ATL e numa ag&#234;ncia Digital e tira a m&#233;dia de idade dos dois lugares) e outras N coisas que ainda precisamos aprender a lidar para que estes mundos possam finalmente convergir, fazendo com que os clientes e o mercado saiam ganhando. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela divis&atilde;o Cava! &Eacute; exatamente o que vivemos no nosso mercado. Eu que vim do offline para o online conheci muito bem a diferen&ccedil;a dos dois mundos e fui at&eacute; chamado de herege quando resolvi migrar do off pro online e mais herege ainda quando, depois que j&aacute; tinha percebido que estava com um certo n&iacute;vel de conhecimento de online, resolvi fazer o curso da Miami Ad School (completamente voltado pra m&iacute;dias offline).</p>
<p>Heresias &agrave; parte, hoje em dia os criativos &quot;mente aberta&quot; que conseguirem transitar entre os dois mundos (online e offline) mantendo a mesma qualidade criativa, independente do meio que criam, conseguir&atilde;o se adaptar de forma mais r&aacute;pida ao futuro e ao que as ag&ecirc;ncias norte-americanas e europ&eacute;ias j&aacute; est&atilde;o implantando. Por sinal, a Ogilvy daqui do Brasil (n&atilde;o sei se &eacute; a pioneira) j&aacute; trabalha neste esquema com o n&uacute;cleo de IBM e DHL.</p>
<p>Ali&aacute;s, por enquanto as ag&ecirc;ncias ainda t&ecirc;m medo de contratar um profissional com o conhecimento dos dois mundos pois existe aquela coisa do ego em que talvez o contratado conhe&ccedil;a mais alternativas criativas do que o diretor de cria&ccedil;&atilde;o, talvez os outros criativos se sintam intimidados porque estes criativos &quot;multitarefas&quot; costumam ser mais jovens (tanto que &eacute; uma grande diferen&ccedil;a quando voc&ecirc; entra numa ag&ecirc;ncia ATL e numa ag&ecirc;ncia Digital e tira a m&eacute;dia de idade dos dois lugares) e outras N coisas que ainda precisamos aprender a lidar para que estes mundos possam finalmente convergir, fazendo com que os clientes e o mercado saiam ganhando.</p>
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	<item>
		<title>By: Rei Parreiras</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-199</link>
		<dc:creator>Rei Parreiras</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 11:31:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-199</guid>
		<description>Ainda sobre criatividade, força do online e adaptação de conceitos offline para online, podemos partir do princípio que &quot;dinheiro = poder&quot; (na minha ou na sua família é a mesma coisa, não é?). Nesse caso, em um cenário onde não há uma agência multidisciplinar atendendo determinado cliente, o poder está onde está sendo investido a maior parte da verba de comunicação. Ou seja, na maioria das vezes, nas agências ATL, com maior atenção às mídias ditas tradicionais (por exemplo, éinquestionável a importância da TV, para alguns produtos/serviços mais do que para outros, mas ainda assim um papel bastante relevante). E é esta agência que mandará no processo. Agora, esse cenário pode ser bastante diferente de acordo com o negócio do cliente, objeticos e tendências do mercado/consumidor (ex.: analisemos o peso da web para a Microsoft - recentermente um dos seus principais executivos anunciou que em breve mais de 50% de sua verba será alocada em canais digitais, e que atualmente não acredito que seja menos do que 10-15% - e para as Casas Bahia, maior anunciante nacional, que até um passado recente não tinha um site sequer). 

A bola está do lado do cliente, tendo em vista que a decisão sobre onde investir (a meu ver as vezes acertada, as vezes não) ainda é dele e não proveniente da recomendação de uma agência multidisciplicar, full service, 360 ou qualquer outro termo que possa orientá-lo nesse sentido (e aqui, nesse momento, prefiro não discutir mídia neutra, lucratividade, etc - mas ainda hoje não acredito que uma agência dita multidisciplicar dê a mesma atenção e carinho para ações de marketing direto quanto uma agência focada nesse segmento daria). 

Tendo dito isso, o peso estaria do lado daquela disciplina com o &quot;papel principal&quot; dentro do mix, atualmente dentro das ATL, mas podendo inclusive acontecer o caminho inverso, onde alguém de BTL ou digital poderia conduzir o processo (desenvolvidos aí branding, estratégia e criatividade), não? Utopia? Estou sendo muito Pollyana? Será que isso ainda existirá, do ponto de vista de liderança no processo comunicacional? Ou antes que o mercado tenha essa cultura o modelo multidisciplinar vingará, visto a maior pulverização da verba e outras deficiências não resolvidas dos últimos grupos de agências do seu post? Enfim... a linha será cortada de que lado do balcão? O cliente se sentirá confortável e seguro nesse ambiente? E mais, até quando o cliente terá a opção de cortar a linha ou não? E nós enquanto agências trabalharemos como &quot;médicos generalistas&quot;, direcionando então nossos pacientes para &quot;especialistas&quot; XYZ (alguém vai no médico nefrologista e diz &quot;Dr. estou com pedra nos rins. Por favor, me opere até amanhã, pois tenho uma viagem marcada na semana que vem e não posso deixar de ir&quot;?). Como você, aposto aqui!

Essa conversa vai longe... ;P

Abraços.
Reinaldo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sobre criatividade, força do online e adaptação de conceitos offline para online, podemos partir do princípio que &#8220;dinheiro = poder&#8221; (na minha ou na sua família é a mesma coisa, não é?). Nesse caso, em um cenário onde não há uma agência multidisciplinar atendendo determinado cliente, o poder está onde está sendo investido a maior parte da verba de comunicação. Ou seja, na maioria das vezes, nas agências ATL, com maior atenção às mídias ditas tradicionais (por exemplo, éinquestionável a importância da TV, para alguns produtos/serviços mais do que para outros, mas ainda assim um papel bastante relevante). E é esta agência que mandará no processo. Agora, esse cenário pode ser bastante diferente de acordo com o negócio do cliente, objeticos e tendências do mercado/consumidor (ex.: analisemos o peso da web para a Microsoft &#8211; recentermente um dos seus principais executivos anunciou que em breve mais de 50% de sua verba será alocada em canais digitais, e que atualmente não acredito que seja menos do que 10-15% &#8211; e para as Casas Bahia, maior anunciante nacional, que até um passado recente não tinha um site sequer). </p>
<p>A bola está do lado do cliente, tendo em vista que a decisão sobre onde investir (a meu ver as vezes acertada, as vezes não) ainda é dele e não proveniente da recomendação de uma agência multidisciplicar, full service, 360 ou qualquer outro termo que possa orientá-lo nesse sentido (e aqui, nesse momento, prefiro não discutir mídia neutra, lucratividade, etc &#8211; mas ainda hoje não acredito que uma agência dita multidisciplicar dê a mesma atenção e carinho para ações de marketing direto quanto uma agência focada nesse segmento daria). </p>
<p>Tendo dito isso, o peso estaria do lado daquela disciplina com o &#8220;papel principal&#8221; dentro do mix, atualmente dentro das ATL, mas podendo inclusive acontecer o caminho inverso, onde alguém de BTL ou digital poderia conduzir o processo (desenvolvidos aí branding, estratégia e criatividade), não? Utopia? Estou sendo muito Pollyana? Será que isso ainda existirá, do ponto de vista de liderança no processo comunicacional? Ou antes que o mercado tenha essa cultura o modelo multidisciplinar vingará, visto a maior pulverização da verba e outras deficiências não resolvidas dos últimos grupos de agências do seu post? Enfim&#8230; a linha será cortada de que lado do balcão? O cliente se sentirá confortável e seguro nesse ambiente? E mais, até quando o cliente terá a opção de cortar a linha ou não? E nós enquanto agências trabalharemos como &#8220;médicos generalistas&#8221;, direcionando então nossos pacientes para &#8220;especialistas&#8221; XYZ (alguém vai no médico nefrologista e diz &#8220;Dr. estou com pedra nos rins. Por favor, me opere até amanhã, pois tenho uma viagem marcada na semana que vem e não posso deixar de ir&#8221;?). Como você, aposto aqui!</p>
<p>Essa conversa vai longe&#8230; ;P</p>
<p>Abraços.<br />
Reinaldo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Bessa</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-198</link>
		<dc:creator>Bessa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 02:49:37 +0000</pubDate>
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		<description>H&#225; quatro anos atr&#225;s ouvi uma frase que me ajudou a entender uma divis&#227;o de trabalho entre os tr&#234;s mundos: &#8220;uma ag&#234;ncia de publicidade agencia.&#8221; 
 
Uma ATL investe no planejamento estrat&#233;gico e na cria&#231;&#227;o. Realmente possui os melhores profissionais e tenta oferecer a melhor remunera&#231;&#227;o em fun&#231;&#227;o disso. &#201; nela que nascem as id&#233;ias e as campanhas s&#227;o testadas exaustivamente antes de entrarem em produ&#231;&#227;o.  &#201; onde nasce o conceito da campanha, onde a mensagem &#233; delineada e como o consumidor ir&#225; ser impactado. Seja em que m&#237;dia for, o conceito &#233; um s&#243;, o jeito de se comunicar &#233; comum.  
 
O pr&#243;ximo passo &#233; produzir tudo isso. Por isso &#233; preciso ter produtoras de v&#237;deo, produtoras de som, est&#250;dios de fotografia, produtras web, ilustradores, produtoras de eventos, malas diretas... N&#227;o necessariamente coordenadas pela ATL, mas seguindo o tom criativo e estrat&#233;gico que foi aprovado com o cliente.  
 
Eu acompanhei o lan&#231;amento de uma marca em que ATL, BTLs e Digital tinham que se reportar uma a outra devido ao cronograma apertado e as metas agressivas do cliente. Havia uma certa animosidade no in&#237;cio,  mas ao mesmo tempo havia uma divis&#227;o de trabalho muito n&#237;tida, orquestrada pelo cliente. Com uma gerente de projetos no cliente respons&#225;vel por essa divis&#227;o de tarefas. Ela era uma fera, excepcionalmente correta em prazos, fluxos de informa&#231;&#245;es e cobran&#231;as dos envolvidos. Resultado: sucesso em prazo recorde (com muitas horas extras, mas funcionou e esse aprendizado eu levo comigo at&#233; hoje). 
 
&#201; claro que se todos trabalharem colaborando vai haver uma grande troca de informa&#231;&#245;es ben&#233;ficas. N&#227;o adianta tentar conquistar o mundo, t&#234;m que se criar parceiros que complementam o seu trabalho. Ao declarar guerra ningu&#233;m ganha nada. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>H&aacute; quatro anos atr&aacute;s ouvi uma frase que me ajudou a entender uma divis&atilde;o de trabalho entre os tr&ecirc;s mundos: &ldquo;uma ag&ecirc;ncia de publicidade agencia.&rdquo;</p>
<p>Uma ATL investe no planejamento estrat&eacute;gico e na cria&ccedil;&atilde;o. Realmente possui os melhores profissionais e tenta oferecer a melhor remunera&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o disso. &Eacute; nela que nascem as id&eacute;ias e as campanhas s&atilde;o testadas exaustivamente antes de entrarem em produ&ccedil;&atilde;o.  &Eacute; onde nasce o conceito da campanha, onde a mensagem &eacute; delineada e como o consumidor ir&aacute; ser impactado. Seja em que m&iacute;dia for, o conceito &eacute; um s&oacute;, o jeito de se comunicar &eacute; comum. </p>
<p>O pr&oacute;ximo passo &eacute; produzir tudo isso. Por isso &eacute; preciso ter produtoras de v&iacute;deo, produtoras de som, est&uacute;dios de fotografia, produtras web, ilustradores, produtoras de eventos, malas diretas&#8230; N&atilde;o necessariamente coordenadas pela ATL, mas seguindo o tom criativo e estrat&eacute;gico que foi aprovado com o cliente. </p>
<p>Eu acompanhei o lan&ccedil;amento de uma marca em que ATL, BTLs e Digital tinham que se reportar uma a outra devido ao cronograma apertado e as metas agressivas do cliente. Havia uma certa animosidade no in&iacute;cio,  mas ao mesmo tempo havia uma divis&atilde;o de trabalho muito n&iacute;tida, orquestrada pelo cliente. Com uma gerente de projetos no cliente respons&aacute;vel por essa divis&atilde;o de tarefas. Ela era uma fera, excepcionalmente correta em prazos, fluxos de informa&ccedil;&otilde;es e cobran&ccedil;as dos envolvidos. Resultado: sucesso em prazo recorde (com muitas horas extras, mas funcionou e esse aprendizado eu levo comigo at&eacute; hoje).</p>
<p>&Eacute; claro que se todos trabalharem colaborando vai haver uma grande troca de informa&ccedil;&otilde;es ben&eacute;ficas. N&atilde;o adianta tentar conquistar o mundo, t&ecirc;m que se criar parceiros que complementam o seu trabalho. Ao declarar guerra ningu&eacute;m ganha nada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Bonzinho</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-197</link>
		<dc:creator>Bonzinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 19:51:17 +0000</pubDate>
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		<description>Eu concordo com sobre Criatividade... O perfil de um criativo ATL &#233; muito diferente de um Digital, trabalhe com as duas coisas e descobrir&#225;. At&#233; melhor, passe o mesmo briefing para ambos... j&#225; fiz isso, &#233; assustador. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu concordo com sobre Criatividade&#8230; O perfil de um criativo ATL &eacute; muito diferente de um Digital, trabalhe com as duas coisas e descobrir&aacute;. At&eacute; melhor, passe o mesmo briefing para ambos&#8230; j&aacute; fiz isso, &eacute; assustador.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo Amaral</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-196</link>
		<dc:creator>Ricardo Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 18:52:12 +0000</pubDate>
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		<description>Para ser honesto, a principal contribui&#231;&#227;o das ag&#234;ncias web &#233; a exist&#234;ncia de um gerente de projetos. Ele &#233; o elo principal que permitiria a uma ATL dar um salto qualitativo e s&#233;rio na busca de conceitos realmente inovadores multim&#237;dia/multiplataforma. Falo isso com administrador, e por entender que, com o tr&#225;fego, h&#225; apenas uma gest&#227;o cima-baixo, enquanto com um PM, temos uma estrutura em rede, muito mais flex&#237;vel, expans&#237;vel e coordenada. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para ser honesto, a principal contribui&ccedil;&atilde;o das ag&ecirc;ncias web &eacute; a exist&ecirc;ncia de um gerente de projetos. Ele &eacute; o elo principal que permitiria a uma ATL dar um salto qualitativo e s&eacute;rio na busca de conceitos realmente inovadores multim&iacute;dia/multiplataforma. Falo isso com administrador, e por entender que, com o tr&aacute;fego, h&aacute; apenas uma gest&atilde;o cima-baixo, enquanto com um PM, temos uma estrutura em rede, muito mais flex&iacute;vel, expans&iacute;vel e coordenada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Nato</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/#comment-195</link>
		<dc:creator>Nato</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 18:29:33 +0000</pubDate>
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		<description>Show de bola x)  
Presencio esta guerra nos grandes grupos que pude trabalhar, sinceramente acho tudo isso uma besteira de divis&#227;o de egos. Os diretores do digital se recusam a replicar pe&#231;as de atl para web e vice-versa.  
 
Meu neg&#243;cio &#233; dinheiro com resultado, n&#227;o importa a m&#237;dia como e onde!!! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Show de bola x) </p>
<p>Presencio esta guerra nos grandes grupos que pude trabalhar, sinceramente acho tudo isso uma besteira de divis&atilde;o de egos. Os diretores do digital se recusam a replicar pe&ccedil;as de atl para web e vice-versa. </p>
<p>Meu neg&oacute;cio &eacute; dinheiro com resultado, n&atilde;o importa a m&iacute;dia como e onde!!!</p>
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