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	<title>Comments on: A guerra dos mundos</title>
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		<title>By: Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências at Coxa Creme</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-5461</link>
		<dc:creator>Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências at Coxa Creme</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 02:47:53 +0000</pubDate>
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		<description>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</p>
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		<title>By: Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências &#187; Webinsider</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-758</link>
		<dc:creator>Metodologia e gerenciamento de projetos nas agências &#187; Webinsider</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2007 20:10:51 +0000</pubDate>
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		<description>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] dificuldades que vejo as agências tradicionais sofrendo, resulta da mudança de cenário onde as disciplinas se confundem e aquela estrutura tradicional da agência passa a perder o sentido. Entre as mudanças, está o [...]</p>
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		<title>By: Tales de Angelo</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-201</link>
		<dc:creator>Tales de Angelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 13:35:02 +0000</pubDate>
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		<description>Bela divisão Cava! É exatamente o que vivemos no nosso mercado. Eu que vim do offline para o online conheci muito bem a diferença dos dois mundos e fui até chamado de herege quando resolvi migrar do off pro online e mais herege ainda quando, depois que já tinha percebido que estava com um certo nível de conhecimento de online, resolvi fazer o curso da Miami Ad School (completamente voltado pra mídias offline).

Heresias à parte, hoje em dia os criativos &quot;mente aberta&quot; que conseguirem transitar entre os dois mundos (online e offline) mantendo a mesma qualidade criativa, independente do meio que criam, conseguirão se adaptar de forma mais rápida ao futuro e ao que as agências norte-americanas e européias já estão implantando. Por sinal, a Ogilvy daqui do Brasil (não sei se é a pioneira) já trabalha neste esquema com o núcleo de IBM e DHL.

Aliás, por enquanto as agências ainda têm medo de contratar um profissional com o conhecimento dos dois mundos pois existe aquela coisa do ego em que talvez o contratado conheça mais alternativas criativas do que o diretor de criação, talvez os outros criativos se sintam intimidados porque estes criativos &quot;multitarefas&quot; costumam ser mais jovens (tanto que é uma grande diferença quando você entra numa agência ATL e numa agência Digital e tira a média de idade dos dois lugares) e outras N coisas que ainda precisamos aprender a lidar para que estes mundos possam finalmente convergir, fazendo com que os clientes e o mercado saiam ganhando.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela divisão Cava! É exatamente o que vivemos no nosso mercado. Eu que vim do offline para o online conheci muito bem a diferença dos dois mundos e fui até chamado de herege quando resolvi migrar do off pro online e mais herege ainda quando, depois que já tinha percebido que estava com um certo nível de conhecimento de online, resolvi fazer o curso da Miami Ad School (completamente voltado pra mídias offline).</p>
<p>Heresias à parte, hoje em dia os criativos &#8220;mente aberta&#8221; que conseguirem transitar entre os dois mundos (online e offline) mantendo a mesma qualidade criativa, independente do meio que criam, conseguirão se adaptar de forma mais rápida ao futuro e ao que as agências norte-americanas e européias já estão implantando. Por sinal, a Ogilvy daqui do Brasil (não sei se é a pioneira) já trabalha neste esquema com o núcleo de IBM e DHL.</p>
<p>Aliás, por enquanto as agências ainda têm medo de contratar um profissional com o conhecimento dos dois mundos pois existe aquela coisa do ego em que talvez o contratado conheça mais alternativas criativas do que o diretor de criação, talvez os outros criativos se sintam intimidados porque estes criativos &#8220;multitarefas&#8221; costumam ser mais jovens (tanto que é uma grande diferença quando você entra numa agência ATL e numa agência Digital e tira a média de idade dos dois lugares) e outras N coisas que ainda precisamos aprender a lidar para que estes mundos possam finalmente convergir, fazendo com que os clientes e o mercado saiam ganhando.</p>
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		<title>By: Rei Parreiras</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-199</link>
		<dc:creator>Rei Parreiras</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 11:31:58 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda sobre criatividade, força do online e adaptação de conceitos offline para online, podemos partir do princípio que &quot;dinheiro = poder&quot; (na minha ou na sua família é a mesma coisa, não é?). Nesse caso, em um cenário onde não há uma agência multidisciplinar atendendo determinado cliente, o poder está onde está sendo investido a maior parte da verba de comunicação. Ou seja, na maioria das vezes, nas agências ATL, com maior atenção às mídias ditas tradicionais (por exemplo, éinquestionável a importância da TV, para alguns produtos/serviços mais do que para outros, mas ainda assim um papel bastante relevante). E é esta agência que mandará no processo. Agora, esse cenário pode ser bastante diferente de acordo com o negócio do cliente, objeticos e tendências do mercado/consumidor (ex.: analisemos o peso da web para a Microsoft - recentermente um dos seus principais executivos anunciou que em breve mais de 50% de sua verba será alocada em canais digitais, e que atualmente não acredito que seja menos do que 10-15% - e para as Casas Bahia, maior anunciante nacional, que até um passado recente não tinha um site sequer). 

A bola está do lado do cliente, tendo em vista que a decisão sobre onde investir (a meu ver as vezes acertada, as vezes não) ainda é dele e não proveniente da recomendação de uma agência multidisciplicar, full service, 360 ou qualquer outro termo que possa orientá-lo nesse sentido (e aqui, nesse momento, prefiro não discutir mídia neutra, lucratividade, etc - mas ainda hoje não acredito que uma agência dita multidisciplicar dê a mesma atenção e carinho para ações de marketing direto quanto uma agência focada nesse segmento daria). 

Tendo dito isso, o peso estaria do lado daquela disciplina com o &quot;papel principal&quot; dentro do mix, atualmente dentro das ATL, mas podendo inclusive acontecer o caminho inverso, onde alguém de BTL ou digital poderia conduzir o processo (desenvolvidos aí branding, estratégia e criatividade), não? Utopia? Estou sendo muito Pollyana? Será que isso ainda existirá, do ponto de vista de liderança no processo comunicacional? Ou antes que o mercado tenha essa cultura o modelo multidisciplinar vingará, visto a maior pulverização da verba e outras deficiências não resolvidas dos últimos grupos de agências do seu post? Enfim... a linha será cortada de que lado do balcão? O cliente se sentirá confortável e seguro nesse ambiente? E mais, até quando o cliente terá a opção de cortar a linha ou não? E nós enquanto agências trabalharemos como &quot;médicos generalistas&quot;, direcionando então nossos pacientes para &quot;especialistas&quot; XYZ (alguém vai no médico nefrologista e diz &quot;Dr. estou com pedra nos rins. Por favor, me opere até amanhã, pois tenho uma viagem marcada na semana que vem e não posso deixar de ir&quot;?). Como você, aposto aqui!

Essa conversa vai longe... ;P

Abraços.
Reinaldo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sobre criatividade, força do online e adaptação de conceitos offline para online, podemos partir do princípio que &#8220;dinheiro = poder&#8221; (na minha ou na sua família é a mesma coisa, não é?). Nesse caso, em um cenário onde não há uma agência multidisciplinar atendendo determinado cliente, o poder está onde está sendo investido a maior parte da verba de comunicação. Ou seja, na maioria das vezes, nas agências ATL, com maior atenção às mídias ditas tradicionais (por exemplo, éinquestionável a importância da TV, para alguns produtos/serviços mais do que para outros, mas ainda assim um papel bastante relevante). E é esta agência que mandará no processo. Agora, esse cenário pode ser bastante diferente de acordo com o negócio do cliente, objeticos e tendências do mercado/consumidor (ex.: analisemos o peso da web para a Microsoft &#8211; recentermente um dos seus principais executivos anunciou que em breve mais de 50% de sua verba será alocada em canais digitais, e que atualmente não acredito que seja menos do que 10-15% &#8211; e para as Casas Bahia, maior anunciante nacional, que até um passado recente não tinha um site sequer). </p>
<p>A bola está do lado do cliente, tendo em vista que a decisão sobre onde investir (a meu ver as vezes acertada, as vezes não) ainda é dele e não proveniente da recomendação de uma agência multidisciplicar, full service, 360 ou qualquer outro termo que possa orientá-lo nesse sentido (e aqui, nesse momento, prefiro não discutir mídia neutra, lucratividade, etc &#8211; mas ainda hoje não acredito que uma agência dita multidisciplicar dê a mesma atenção e carinho para ações de marketing direto quanto uma agência focada nesse segmento daria). </p>
<p>Tendo dito isso, o peso estaria do lado daquela disciplina com o &#8220;papel principal&#8221; dentro do mix, atualmente dentro das ATL, mas podendo inclusive acontecer o caminho inverso, onde alguém de BTL ou digital poderia conduzir o processo (desenvolvidos aí branding, estratégia e criatividade), não? Utopia? Estou sendo muito Pollyana? Será que isso ainda existirá, do ponto de vista de liderança no processo comunicacional? Ou antes que o mercado tenha essa cultura o modelo multidisciplinar vingará, visto a maior pulverização da verba e outras deficiências não resolvidas dos últimos grupos de agências do seu post? Enfim&#8230; a linha será cortada de que lado do balcão? O cliente se sentirá confortável e seguro nesse ambiente? E mais, até quando o cliente terá a opção de cortar a linha ou não? E nós enquanto agências trabalharemos como &#8220;médicos generalistas&#8221;, direcionando então nossos pacientes para &#8220;especialistas&#8221; XYZ (alguém vai no médico nefrologista e diz &#8220;Dr. estou com pedra nos rins. Por favor, me opere até amanhã, pois tenho uma viagem marcada na semana que vem e não posso deixar de ir&#8221;?). Como você, aposto aqui!</p>
<p>Essa conversa vai longe&#8230; ;P</p>
<p>Abraços.<br />
Reinaldo</p>
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	<item>
		<title>By: Bessa</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-198</link>
		<dc:creator>Bessa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 03:49:37 +0000</pubDate>
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		<description>Há quatro anos atrás ouvi uma frase que me ajudou a entender uma divisão de trabalho entre os três mundos: “uma agência de publicidade agencia.”

Uma ATL investe no planejamento estratégico e na criação. Realmente possui os melhores profissionais e tenta oferecer a melhor remuneração em função disso. É nela que nascem as idéias e as campanhas são testadas exaustivamente antes de entrarem em produção.  É onde nasce o conceito da campanha, onde a mensagem é delineada e como o consumidor irá ser impactado. Seja em que mídia for, o conceito é um só, o jeito de se comunicar é comum. 

O próximo passo é produzir tudo isso. Por isso é preciso ter produtoras de vídeo, produtoras de som, estúdios de fotografia, produtras web, ilustradores, produtoras de eventos, malas diretas... Não necessariamente coordenadas pela ATL, mas seguindo o tom criativo e estratégico que foi aprovado com o cliente. 

Eu acompanhei o lançamento de uma marca em que ATL, BTLs e Digital tinham que se reportar uma a outra devido ao cronograma apertado e as metas agressivas do cliente. Havia uma certa animosidade no início,  mas ao mesmo tempo havia uma divisão de trabalho muito nítida, orquestrada pelo cliente. Com uma gerente de projetos no cliente responsável por essa divisão de tarefas. Ela era uma fera, excepcionalmente correta em prazos, fluxos de informações e cobranças dos envolvidos. Resultado: sucesso em prazo recorde (com muitas horas extras, mas funcionou e esse aprendizado eu levo comigo até hoje).

É claro que se todos trabalharem colaborando vai haver uma grande troca de informações benéficas. Não adianta tentar conquistar o mundo, têm que se criar parceiros que complementam o seu trabalho. Ao declarar guerra ninguém ganha nada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há quatro anos atrás ouvi uma frase que me ajudou a entender uma divisão de trabalho entre os três mundos: “uma agência de publicidade agencia.”</p>
<p>Uma ATL investe no planejamento estratégico e na criação. Realmente possui os melhores profissionais e tenta oferecer a melhor remuneração em função disso. É nela que nascem as idéias e as campanhas são testadas exaustivamente antes de entrarem em produção.  É onde nasce o conceito da campanha, onde a mensagem é delineada e como o consumidor irá ser impactado. Seja em que mídia for, o conceito é um só, o jeito de se comunicar é comum. </p>
<p>O próximo passo é produzir tudo isso. Por isso é preciso ter produtoras de vídeo, produtoras de som, estúdios de fotografia, produtras web, ilustradores, produtoras de eventos, malas diretas&#8230; Não necessariamente coordenadas pela ATL, mas seguindo o tom criativo e estratégico que foi aprovado com o cliente. </p>
<p>Eu acompanhei o lançamento de uma marca em que ATL, BTLs e Digital tinham que se reportar uma a outra devido ao cronograma apertado e as metas agressivas do cliente. Havia uma certa animosidade no início,  mas ao mesmo tempo havia uma divisão de trabalho muito nítida, orquestrada pelo cliente. Com uma gerente de projetos no cliente responsável por essa divisão de tarefas. Ela era uma fera, excepcionalmente correta em prazos, fluxos de informações e cobranças dos envolvidos. Resultado: sucesso em prazo recorde (com muitas horas extras, mas funcionou e esse aprendizado eu levo comigo até hoje).</p>
<p>É claro que se todos trabalharem colaborando vai haver uma grande troca de informações benéficas. Não adianta tentar conquistar o mundo, têm que se criar parceiros que complementam o seu trabalho. Ao declarar guerra ninguém ganha nada.</p>
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	<item>
		<title>By: Bonzinho</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-197</link>
		<dc:creator>Bonzinho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 20:51:17 +0000</pubDate>
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		<description>Eu concordo com sobre Criatividade... O perfil de um criativo ATL é muito diferente de um Digital, trabalhe com as duas coisas e descobrirá. Até melhor, passe o mesmo briefing para ambos... já fiz isso, é assustador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu concordo com sobre Criatividade&#8230; O perfil de um criativo ATL é muito diferente de um Digital, trabalhe com as duas coisas e descobrirá. Até melhor, passe o mesmo briefing para ambos&#8230; já fiz isso, é assustador.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo Amaral</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-196</link>
		<dc:creator>Ricardo Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 19:52:12 +0000</pubDate>
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		<description>Para ser honesto, a principal contribuição das agências web é a existência de um gerente de projetos. Ele é o elo principal que permitiria a uma ATL dar um salto qualitativo e sério na busca de conceitos realmente inovadores multimídia/multiplataforma. Falo isso com administrador, e por entender que, com o tráfego, há apenas uma gestão cima-baixo, enquanto com um PM, temos uma estrutura em rede, muito mais flexível, expansível e coordenada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para ser honesto, a principal contribuição das agências web é a existência de um gerente de projetos. Ele é o elo principal que permitiria a uma ATL dar um salto qualitativo e sério na busca de conceitos realmente inovadores multimídia/multiplataforma. Falo isso com administrador, e por entender que, com o tráfego, há apenas uma gestão cima-baixo, enquanto com um PM, temos uma estrutura em rede, muito mais flexível, expansível e coordenada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Nato</title>
		<link>http://www.coxacreme.com.br/2007/03/20/a-guerra-dos-mundos/comment-page-1/#comment-195</link>
		<dc:creator>Nato</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 19:29:33 +0000</pubDate>
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		<description>Show de bola x) 
Presencio esta guerra nos grandes grupos que pude trabalhar, sinceramente acho tudo isso uma besteira de divisão de egos. Os diretores do digital se recusam a replicar peças de atl para web e vice-versa. 

Meu negócio é dinheiro com resultado, não importa a mídia como e onde!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Show de bola x)<br />
Presencio esta guerra nos grandes grupos que pude trabalhar, sinceramente acho tudo isso uma besteira de divisão de egos. Os diretores do digital se recusam a replicar peças de atl para web e vice-versa. </p>
<p>Meu negócio é dinheiro com resultado, não importa a mídia como e onde!!!</p>
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