O Neil Young quer lançar um projeto interativo de sua obra com atualização via web. Ele recomenda usar o PlayStation 3 pra interagir com o projeto. Ainda não é exatamente o que eu gostaria de ver (trecho do meu livro abaixo), mas já é um começo para brincadeira ficar divertida. Não que precise virar regra, mas deixar de olhar para os meios de maneira engessada é uma oportunidade. Oportunidade para todo mundo, inclusive profissionais de comunicação.
Utilizando consoles ligados à Web, empresas poderão fazer muito mais do que comerciais inseridos em jogos. Algumas ações que utilizam a Internet podem migrar para os consoles, mesmo sem estarem inseridas em um jogo. A Internet tem algumas limitações que impedem fazer ferramentas mais ricas, apesar de o Flash (software usado para fazer animações na Web) ter evoluído bastante, está longe do que pode ser oferecido pelas ferramentas que criam jogos de console. O poder de processamento e padronização dos videogames é um diferencial importante em comparação com a Web.
Saiu o relatório anual do AdvertisingAge sobre o mercado de comunicação.
Prática comum do mercado, agências tradicionais sempre pediram apoio para agências online em concorrências. Para a campanha não ficar perneta, a online colaborava resolvendo parte do briefing e dando um certo brilho na apresentação.
A novidade do momento é ver o movimento inverso. Já tem agência tradicional ajudando agência online a ganhar concorrência.
Ando esquecendo de postar os eventos no blog, para não cometer esta indelicadeza novamente em maio:
A convite de Gil Giardelli Girardelli da Adrenax e Sandra Turchi da Associação Comercial FGV estarei dia 7 de maio às 21:15 na ESPM para dar uma palestra sobre inovação na comunicação digital. É trabalho do Centro de Inovação e Criatividade ESPM.
A convite do professor Douglas Miquelof, estarei na Semana Cientifica de Propaganda e Marketing da FMU. Será dia 14 de maio às 21:00 na mesa redonda sobre Ética na Internet.
Este texto começou como um comentário em outro post. Resolvi “oficializar” porque uma opinião que dei em março de 2007 acabou ficando datada.
Na época, falei sobre o principal motivo da resistência ao meio Internet dentro das agências tradicionais:
Não é por medo, nem ignorância como bradam alguns. É porque evoluir significa dar um tiro no joelho (lucratividade).
Antes de continuar vou fazer duas observações. Primeira: evolução não significa tirar grana de um meio e botar no outro, mas ter inteligência e neutralidade na escolha.
Que eu não sou normal os mais próximos já sabem, mas trago aqui uma pequena prova (clique para ampliar). Quando bebê, só tinha cabelo em cima, quase nada dos lados. Um moicano alguns anos antes do movimento punk copiar o corte secular. Em duas décadas e alguns carnavais depois a coisa se inverteu. Bastante dos lados, sertão em cima. O punk virou bozo.
Fazendo um paralelo a esta inversão, há 3 anos escrevi O Marketing Depois de Amanhã, falando sobre tecnologias que iriam influenciar a propaganda e o marketing. Apesar de muito bem aceito, era comum ter pessoas me indagando se as tecnologias citadas realmente teriam relação com o nosso mercado algum dia.
Bem observado pelo Baroni no Ice Cream, a Wired fez um post sobre o que podemos aprender com a indústria pornô. Mas você leu antes aqui ![]()
Meu último post foi pro blog Espicaçando o Marketing, do meu mentor de marketing direto Fábio Adiron. Veja aqui.
update: só para manter histórico aqui no coxacreme, fiz um copy/paste do post. Abaixo:
Com um time de peso, literalmente, o Braincast 12 está no ar. Eu, Carlos Merigo, Cristiano Dias, Fábio Seixas e Mentor Muniz Neto falamos de blogs a grife infantil, de marketing invisível a iPod no palito, de cerveja Polar a birras publicitárias.
Comentamos algumas questões repercutidas depois do Braincast 11, e falamos mais de blogs e como adentrar na panelinha da “umbigosfera”. Discutimos também sobre o “Safári Urbano”, ação da LG com diversos blogueiros e twitteiros em São Paulo. E para finalizar, a velha rixa entre planejamento, criação e atendimento em uma agência de publicidade.
Vale a pena ler sobre a participação do Marcelo Serpa na Semana da Criação, falando de temas importantes e que já foram tratados aqui no coxa como o risco das leis para o nosso mercado, a importância dos contadores de história, o vídeo “amador” que virou sinônimo de viral e solução simples e barata, o marketing invisível e a questão da ética, a falta de visão dos jovens na escolha das oportunidades.
Faltou eu falar sobre os bureaus de mídia. Já escrevi e joguei fora duas vezes. Quem sabe na terceira eu publique algo.

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